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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
Literatura é uma das formas artísticas de representação da realidade e do imaginário. Para Ezra Pound (em Abc da literatura. São Paulo: Cultrix, s.d. p.32), “Literatura é linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo possível”.
Considerando os recursos semânticos utilizados pelos escritores para dar forma artística à linguagem, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
Gênero literário é a categoria à qual pertence uma obra com base em suas características predominantes, que possibilitam o agrupamento por semelhanças.
Em relação aos gêneros literários, assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SEDUC - CE
Orgão: SEDUC-CE

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SEDUC - CE
Orgão: SEDUC-CE

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SEDUC - CE
Orgão: SEDUC-CE

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: RHS Consult
Orgão: Pref. Porto Feliz-SP
Os 60 anos do livro de Guimarães Rosa vêm a propósito para apreciarmos seu trunfo máximo: o foco narrativo, manipulado pelo narrador Riobaldo [...]
Nesse romance tudo decorre da escolha do foco narrativo, que acaba sendo seu alicerce e seu fundamento. Quem conta a história que lemos? É Riobaldo, que fala em primeira pessoa. E de quem é a história que ele conta? É a dele mesmo. Portanto, Riobaldo se apodera de dois pontos de vista: o do narrador e o do protagonista. Dessa alternância resulta todo o volumoso romance.
Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/ <Acesso: 08/04/2016)
O exposto acima diz respeito a qual livro de Guimarães Rosa?Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
(...)
Certamente não sabias
que nos fazes sofrer.
É difícil de explicar
esse sofrimento seco (...)
Não é o canto da andorinha, debruçada nos telhados da Lapa,
anunciando que tua vida passou à toa, à toa.
Não é o médico mandando exclusivamente tocar um tango
argentino,
diante da escavação no pulmão esquerdo e do pulmão direito
infiltrado.
Não são os carvoeirinhos raquíticos voltando encarapitados nos
burros velhos.
Não são os mortos do Recife dormindo profundamente na noite.
Nem é tua vida, nem a vida do major veterano da guerra do
Paraguai,
a de Bentinho Jararaca
ou a de Christina Georgina Rossetti:
és tu mesmo, é tua poesia,
tua pungente, inefável poesia,
ferindo as almas, sob a aparência balsâmica,
queimando as almas, fogo celeste, ao visitá-las;
é o fenômeno poético, de que te constituíste o misterioso
portador
e que vem trazer-nos na aurora o sopro quente dos mundos,
das amadas exuberantes e das situações exemplares que não
suspeitávamos.
O trecho acima integra o poema “Ode no Cinquentenário do Poeta Brasileiro”, da obra Sentimento do Mundo de Carlos Drummond de Andrade. Dele NÃO É CORRETO afirmar que
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
Texto A
Fabiano (...), saciado, caiu de papo para cima, olhando as estrelas que vinham nascendo. Uma, duas, três, quatro, havia muitas estrelas, havia mais de cinco estrelas no céu. O poente cobria-se de cirros – e uma alegria doida enchia o coração de Fabiano.
Texto B
Uma, duas, três, havia mais de cinco estrelas no céu. A lua estava cercada de um halo cor de leite. Ia chover.
Texto C
A lua crescia, a sombra leitosa crescia, as estrelas foram esmorecendo naquela brancura que enchia a noite. Uma, duas, três, agora havia poucas estrelas no céu. Ali perto a nuvem escurecia o morro.
Os textos acima são de Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Da inter-relação deles pode-se deduzir que
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