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Mulher de 33 anos é internada para investigação de dispneia progressiva há alguns meses. Relata história prévia de pneumotórax espontâneo, tratado de forma conservadora, sem investigação etiológica na ocasião. Encontra-se em uso de contraceptivo oral combinado. A paciente nega tabagismo, etilismo ou uso de drogas ilícitas. Diante do quadro clínico e do perfil epidemiológico, levanta-se a hipótese diagnóstica de linfangioleiomiomatose pulmonar (LAM).
O achado abaixo mais característico dessa doença e que reforça a hipótese diagnóstica é:
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Paciente feminina, hipertensa, diabética e obesa, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por MAS (esteato-hepatite associada a disfunção metabólica), comparece à emergência com quadro de ascite, dor abdominal e febre. Ao exame físico, encontra-se ictérica (+/4+), levemente taquicárdica e febril; abdome com ascite volumosa, circulação colateral e dor à palpação superficial difusamente.
Diante da suspeita clínica de peritonite bacteriana espontânea (PBE), o conjunto de achados obtidos na paracentese que confirma o diagnóstico é:
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Homem de 65 anos comparece à consulta com a Endocrinologia para avaliação de massa cervical anterior de crescimento rápido, com evolução ao longo de poucas semanas. Refere disfonia progressiva e dispneia aos esforços leves. Ao exame físico, observa-se massa cervical endurecida, irregular e pouco móvel, localizada na topografia da tireoide, associada a linfonodomegalias cervicais. Durante a elevação dos membros superiores, o paciente desenvolve pletora facial e desconforto respiratório, caracterizando sinal de Pemberton positivo. Exames laboratoriais recentes mostram TSH dentro da normalidade.
Com base no quadro clínico apresentado, o diagnóstico mais provável é:
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Homem de 72 anos procura atendimento ambulatorial com queixa de dor lombar progressiva, de caráter contínuo, sem relação com esforço físico, com piora noturna e sem melhora com analgésicos comuns. Relata perda ponderal não intencional e sintomas urinários obstrutivos. Ao exame físico, observa-se toque retal com próstata endurecida e de superfície irregular. Exames laboratoriais mostram PSA total de 120 ng/mL.
Diante do quadro clínico apresentado, o achado mais provável nos exames de imagem é:
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Paciente masculino de 48 anos apresenta náuseas, vômitos, diarreia e mal-estar geral há 1 dia. Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável. Glicemia e função renal estão dentro da normalidade, apresentando ainda sódio de 140 mEq/L, potássio de 4,5 mEq/L, cloro de 102 mEq/L, creatinina de 0,9mg/dL e glicemia de 95 mg/dL.
A gasometria arterial apresenta os seguintes achados:
• pH: 7,28 • HCO3
• 14 mEq/L
• PaCO2: 28 mmHg
Considerando os dados, a causa mais provável do distúrbio ácido-base presente é:
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Paciente do sexo feminino, 28 anos, encontra-se internada para investigação de esplenomegalia persistente, icterícia discreta e episódios recorrentes de dores ósseas. Ao exame físico, apresenta-se hipocorada (+/4+), ictérica (+/4+), com baço palpável. Exames laboratoriais revelam leve anemia normocítica e normocrômica, com reticulocitose discreta, elevação leve de LDH e aumento discreto de bilirrubina indireta. A eletroforese de hemoglobina demonstra presença de hemoglobinas S e C, com ausência de hemoglobina A.
Com base no quadro clínico e nos achados nos exames complementares, a complicação mais frequentemente observada nos pacientes acometidos por essa condição é:
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Homem, tabagista e etilista, portador de hepatite C crônica, é encaminhado à consulta dermatológica devido a quadro de fotossensibilidade crônica, associado a fragilidade cutânea, lesões bolhosas recorrentes e formação de cicatrizes proeminentes, predominando no dorso das mãos e antebraços. Nega dor torácica, dor abdominal ou sintomas neurológicos. Exames laboratoriais demonstram função hepática discretamente alterada, elevação de ferritina sérica e FAN não reagente.
Com base no quadro clínico e laboratorial apresentado, o diagnóstico mais provável é:
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Mulher de 35 anos dá entrada no serviço de emergência com hemiparesia à direita, de início súbito há cerca de duas horas. Após aproximadamente 20 minutos do início do déficit neurológico, evolui com cefaleia intensa, pulsátil, associada a náuseas, sem vômitos, fotofobia ou fonofobia.
Refere episódio semelhante há 3 dias, com resolução espontânea em cerca de uma hora. Devido à persistência do quadro atual, procura atendimento. Exames laboratoriais não evidenciam alterações relevantes, incluindo VDRL e anti-HIV não reagentes. A ressonância magnética de encéfalo não demonstra alterações estruturais ou isquêmicas. É realizada uma punção lombar, que evidencia pleocitose linfocítica, sem outras alterações significativas.
Diante do quadro clínico e dos achados nos exames complementares, o diagnóstico mais provável é:
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Mulher de 28 anos comparece à consulta ambulatorial com queixas de perda de peso, palpitações, tremor de mãos e intolerância ao calor há 3 meses. Ao exame físico, nota-se tireotoxicose clínica e bócio difuso. Os exames laboratoriais trazidos mostram T4 livre de 3,8 ng/dL e TSH menor que 0,01 μIU/mL. Além disso, a paciente apresenta oftalmopatia infiltrativa (exoftalmia, edema periorbitário, sensação de corpo estranho) e mixedema pré-tibial.
Diante do quadro clínico e laboratorial exposto, a etiologia mais provável é:
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Paciente de 32 anos procura atendimento no pronto socorro com queixa de palpitações de início súbito, acompanhadas de mal-estar e sensação de “coração acelerado”. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 150 bpm.
É realizado prontamente o eletrocardiograma evidenciado abaixo:

Baseado no aspecto eletrocardiográfico, o diagnóstico mais provável é de:
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