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Lactente de 18 meses, sexo feminino, previamente hígida, é admitida na unidade de internação
devido a episódio de crise convulsiva tônico-clônica, generalizada, associada à febre de 39ºC, com
duração de aproximadamente cinco minutos. É admitida acordada. O exame neurológico é normal, não
há sinais de irritação meníngea e o estado geral é bom. Apresenta apenas coriza e obstrução nasal. A
glicemia capilar é de 90mg/dL. Segundo a mãe, a criança estava resfriada há 24 horas e evoluiu com
febre, hoje. A vacinação está completa para a idade. Sobre a realização de exames complementares,
nesse caso, é correto afirmar que:
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Menino de 2 anos e 6 meses apresenta início súbito de tosse metálica que o acordou na
madrugada, associado a desconforto respiratório. Os pais negam coriza, espirros ou febre associados.
Durante o trajeto de carro para o hospital, a tosse e o desconforto respiratório se resolvem. Os pais
relatam que a criança já apresentou dois episódios prévios semelhantes e negam asma ou rinite. O
diagnóstico mais provável para o caso é:
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Menino de 3 anos, previamente hígido, apresenta cefaleia holocraniana e febre há cerca de quatro
semanas, evoluindo com irritabilidade, vômitos e rigidez de nuca. Na admissão, apresenta crise
convulsiva tônico-clônica generalizada. O pai, que mora na mesma casa em que a criança, está em
tratamento para tuberculose pulmonar há dois meses. Não houve rastreio dos contatos na época do
diagnóstico paterno. O paciente é submetido à punção lombar e o resultado confirma o diagnóstico de
meningoencefalite tuberculosa (resultado do teste rápido molecular para tuberculose positivo e sem
resistência à rifampicina). De acordo com o “Manual de Recomendações para o Controle da
Tuberculose no Brasil”, de 2019, o tratamento recomendado para o caso descrito é:
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A doença granulomatosa crônica (DGC) é um erro inato da imunidade que cursa com disfunção
neutrofílica, predispondo infecções recorrentes por Burkholderia cepacia, Nocardia spp e Aspergillus.
Sobre o tratamento da DGC, é correto afirmar que:
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Menino de 8 anos é internado com febre, exantema maculopapular, edema facial e linfadenopatia
generalizada que se iniciaram duas semanas após início de fenitoína. Encontra-se em estado geral
regular e apresenta hiperemia ocular. Realiza hemograma que evidencia eosinofilia. A hipótese
diagnóstica mais provável é:
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Menina de 3 anos é levada à consulta por edema progressivo de joelho direito há cerca de três
meses. Os pais referem que a filha acorda pela manhã com dificuldade para caminhar, com melhora ao
longo do dia. Negam febre, perda ponderal ou dor noturna. Ao exame físico, observam-se aumento de
volume e limitação de movimento do joelho direito. O resultado dos exames laboratoriais apresenta VHS
discretamente elevado, PCR normal, fator antinuclear (FAN) positivo e fator reumatoide (FR) negativo.
O quadro clínico descrito é mais compatível com:
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Menina de 9 anos é internada para investigação de febre diária há cerca de cinco semanas. A febre
apresenta picos elevados, ocorrendo predominantemente no final da tarde, com resolução espontânea.
Durante os episódios febris, observa-se exantema macular evanescente em tronco e membros. Evoluiu
com linfadenomegalia generalizada e hepatoesplenomegalia. O resultado dos exames laboratoriais foi
anemia normocítica, leucocitose com neutrofilia, plaquetose, elevação importante de velocidade de
hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR), com ausência de blastos no sangue periférico.
Hemoculturas seriadas são negativas. Após aproximadamente quatro semanas do início do quadro, a
paciente passa a apresentar artrite evidente em joelhos e punhos, associada a rigidez matinal. Diante
do quadro descrito, a principal hipótese diagnóstica é:
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Há duas semanas, menino de 7 anos apresenta quadro de púrpura palpável em membros
inferiores, artralgia em tornozelos e dor abdominal em cólica. Após atendimento médico, evoluiu com
melhora progressiva das manifestações cutâneas e articulares, mantendo-se clinicamente bem.
Passadas oito semanas do início do quadro, durante reavaliação ambulatorial, o paciente realiza exame
de urina que evidencia hematúria microscópica e proteinúria leve. A pressão arterial encontra-se normal
e não há edema. Considerando o quadro clínico apresentado, o diagnóstico mais provável e o
seguimento necessário, respectivamente, são:
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Menino de 3 anos é levado de volta à emergência com histórico de febre (39ºC) há nove dias,
abalamento no pescoço e conjuntivite não purulenta em ambos os olhos. No início do quadro, foi
avaliado por pediatra, que prescreveu amoxicilina com clavulanato em dose adequada para peso e
idade, porém não houve melhora. Ao atual exame físico, apresenta-se febril, com adenomegalia cervical
posterior esquerda medindo 2cm sem sinais flogísticos, hiperemia de conjuntiva sem exsudato, edema
de mãos e pés, lábios secos e fissurados. Nesse caso, deve ser instituído tratamento precoce com:
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Lactente de 11 meses, sexo feminino, com diagnóstico conhecido de anemia falciforme, é levado à
emergência por prostração súbita e dor abdominal à esquerda. Ao exame físico, apresenta palidez
acentuada, taquicardia, extremidades frias e aumento rápido do volume abdominal com esplenomegalia
dolorosa. Exames laboratoriais mostram queda abrupta da hemoglobina em relação ao valor basal,
associada à redução da contagem de leucócitos e plaquetas. O quadro clínico mais provável e a
conduta inicial mais adequada, respectivamente, são:
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