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Foram encontradas 163.161 questões.

4189337 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o texto a seguir.
Primeiro, verifiquei que a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão do mundo ela nos organiza, nos liberta do caos e portanto nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade. Em segundo lugar, a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles, como a miséria, a servidão, a mutilação espiritual. Tanto num nível quanto no outro ela tem muito a ver com a luta pelos direitos humanos.
CANDIDO, Antonio. Direito à literatura. In CANDIDO, Antonio. Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1979.
A concepção de literatura como uma necessidade universal capaz de humanizar e servir como instrumento de desmascaramento das injustiças sociais fundamenta o trabalho integrativo de saberes no currículo escolar. Nesse contexto, a principal contribuição da literatura em conjunto com outros saberes para a formação integral do aluno reside em
 

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4189334 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Magda Soares é uma autora brasileira que critica a concepção tradicional de alfabetização. Para a autora, essa ideia produz um ensino mecânico e ineficaz, pois a escrita é sempre uma prática social, e não uma tecnologia neutra. Nessa perspectiva, a falha do modelo tradicional de ensino do português reside em não tratar o domínio da escrita como
 

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4189330 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Rildo Cosson (2020), em "Paradigmas do ensino da Literatura", apresenta seis modelos que marcaram o ensino literário no Brasil, como o Moral-Gramatical e o Histórico-Nacional. No entanto, o autor destaca o paradigma mais contemporâneo, que exige do professor a capacidade de trabalhar com projetos, aprendizagem colaborativa e estratégias de ensino baseadas na interação e na ação. Essa abordagem busca distinguir a literatura da leitura comum ao abordar as suas especificidades e se alinha à valorização dos gêneros do discurso presentes nos documentos oficiais de Língua Portuguesa.
FERREIRA, Isabella Bacha; SILVA, Maurício. Resenha. Eccos - Revista Cientifica, São Paulo, n. 59, p. 1-4, jul./set., 2021. Resenha. COSSON, Rildo. Paradigmas do ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5585/eccos.n59.21062. Acesso em: 28 nov. 2025.
O paradigma do ensino de literatura acolhido pelos documentos que normatizam o ensino da língua portuguesa visa superar as abordagens tradicionais do ensino de literatura. Assim, o paradigma que concebe a literatura como um processo que se inicia antes da escola e continua após ela, instrumentalizando o aluno para a vida social, é
 

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4189329 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia os textos a seguir.
É enorme o progresso que tem sido feito nos últimos cinquenta anos e hoje sabemos muito mais sobre o que as crianças fazem quando adquirem uma língua. Temos hoje formas cada vez mais sofisticadas de testar o conhecimento linguístico e não linguístico disponível às crianças desde a mais tenra idade.
QUADROS, Ronice Müller de; FINGER, Ingrid. As teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2013.
Costuma-se acreditar que aquisição e aprendizagem são dois processos distintos. Enquanto o primeiro seria um processo natural, espontâneo, o segundo dependeria de uma intervenção planejada, com base em métodos específicos. Assim, o professor assume o papel de um transmissor de conteúdos pré-selecionados e organizados.
SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Aquisição de linguagem e ensino de língua materna: um lugar para a subjetividade. Disponível em: Uniletras, Ponta Grossa, v. 30, n. 1, p. 157-172, jan./jun. 2008. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/article/view/192/190. Acesso em: 28 nov. 2025.
Os documentos oficiais para o ensino de língua portuguesa estão assentados em uma perspectiva de língua/linguagem que é diametralmente oposta à concepção que coloca o professor como transmissor da língua a ser aprendida pelo aluno. Embora rechaçada pelas modernas teorias linguísticas, a perspectiva aquisicional da linguagem que ainda se faz presente nas salas de aula voltada para o ensino de língua é
 

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4189326 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
A importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto.
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
O texto 4 direciona para uma revisão metodológica do ensino da língua portuguesa, de modo que o ensino do idioma se afaste do estudo de unidades descontextualizadas em favor do texto como unidade básica de comunicação. Esse direcionamento, que possui alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tem como meta
 

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4189325 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
A importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto.
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
O Texto 4, ao direcionar para a ampliação da competência discursiva do aluno e para a adoção do texto como unidade básica do ensino, alinha-se à concepção sociointeracionista de linguagem. Nessa perspectiva, o instrumento pedagógico que permite ao aluno agir socialmente, dominando as condições de produção e circulação dos enunciados na interlocução, é de
 

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4189323 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Muitas e urgentes são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabemos quanto a incompetência atribuída à escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas e míticas acerca do que seja o fenômeno linguístico (cf. Bagno, 1999, 2000). Sabemos quanto nos aflige a seletividade, a manutenção da estrutura de classes e a reprodução da força de trabalho (cf. Carraher, 1986) que, incondicionalmente, decorrem também dessa incompetência e dessas distorções. Sabemos que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política, com desdobramentos sérios e decisivos para o desenvolvimento global das pessoas e da sociedade. Sentimos na pele que não dá mais para "tolerar" uma escola que, por vezes, nem sequer alfabetiza (principalmente os mais pobres) ou que, alfabetizando, não forma leitores nem pessoas capazes de expressar-se por escrito, coerente e relevantemente, para, assumindo a palavra, serem autores de uma nova ordem das coisas. É, pois, um ato de cidadania, de civilidade da maior pertinência, que aceitemos, ativamente e com determinação, o desafio de rever e de reorientar a nossa prática de ensino da língua.
ANTUNES, Irandé. Refletindo sobre a prática da aula de português. In ANTUNES, Irandé Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
À luz das teorias contemporâneas de ensino de língua portuguesa, a crítica que está presente no Texto 3 refere-se à predominância, em sala de aula, de uma prática pedagógica que reduz a língua à concepção de gramática
 

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4189321 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Um dos aspectos mais interessantes e importantes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) quando se trata da Educação Infantil é o arranjo curricular em torno de campos de experiências. Estes visam garantir direitos de aprendizagem e desenvolvimento da criança, mas sem perder de vista o que é o próprio e específico desse momento da vida das crianças que estão nas creches e préescolas. Os referidos campos de experiências compreendem saberes e conhecimentos que, conforme a BNCC, se configuram em
 

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4189320 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Leia o caso a seguir.
Para organizar seu plano de ensino semestral, uma professora buscou organizar as aulas em uma sequência lógica por meio de blocos de aulas: um pequeno conjunto de aulas para tratar de determinado conteúdo no qual havia uma aula inicial, aulas de desenvolvimento e de síntese. Essa forma de distribuição tinha um motivo, munida dos livros de um importante estudioso da educação, Dermeval Saviani, ela tinha em mente promover uma lógica de organização do trabalho pedagógico no qual os alunos pudessem tomar uma questão de estudo em seu ponto de partida, isto é, com os conhecimentos que já possuíam sobre ela, depois problematizá-la e, em seguida, munir-se de elementos teóricos tendo em vista compreendê-la para – esse é o passo seguinte – elaborar uma síntese sobre a questão que foi objeto de estudo, momento de sistematização do que foi aprendido. A ideia a conduzir as ações da professora era de que os alunos deveriam, no curso do processo pedagógico planejado, passar de uma menor compreensão científica do conteúdo estudado para uma maior compreensão, adquirindo assim uma visão situada, contextualizada e crítica. É o que Saviani aponta como a passagem do pensamento sincrético da realidade ao concreto pensado.
Considerado o caso relatado, é possível identificar toda a intencionalidade da professora no planejamento e na organização de suas aulas, inclusive é possível identificar a abordagem de ensino que a orienta. Qual abordagem conduz o planejamento e o trabalho pedagógico da professora?
 

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4189319 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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O Plano Nacional de Educação (PNE) representa um dos principais instrumentos no âmbito das políticas públicas para o desenvolvimento e a efetivação de uma educação de qualidade em nosso país. O comando para a existência do PNE é dado pela própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996, determinando que ele deve apresentar diretrizes e metas para período de
 

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