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4268245 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Durante um projeto de leitura no 4º ano, a professora percebe que os livros utilizados pela turma apresentam pouca diversidade de personagens e referências culturais. Ao conversar com os estudantes, observa também que seus conhecimentos sobre a participação da população negra na formação da sociedade brasileira estão concentrados em poucos acontecimentos históricos. Diante disso, decide reorganizar parte do projeto.
Considerando os princípios da educação para as relações étnico-raciais, assinale a alternativa que apresenta a estratégia pedagógica correta.
 

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4268244 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
O ensino de Geografia nos anos iniciais contribui para que os estudantes compreendam os espaços em que vivem e reconheçam relações estabelecidas entre sociedade e natureza. Essa abordagem possibilita analisar como diferentes atividades humanas utilizam e transformam elementos naturais e produzem consequências para os lugares. Considerando o estudo das relações sociedade-natureza, assinale a alternativa correta.
 

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4268110 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Leia o texto a seguir e responda às questões

TEXTO II

Alunos têm melhor desempenho escolar quando professor está de bom humor, revela estudo 

Pesquisa com 17,5 mil estudantes revela que o bem-estar emocional do docente é fundamental para a qualidade do ensino e o sucesso escolar em diferentes culturas. 


Por Emily Santos, Redação G1

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia revelou que o sucesso acadêmico dos alunos está diretamente ligado ao estado emocional de seus professores. O estudo comprovou que docentes que sentem prazer em ensinar entregam aulas de melhor qualidade, o que aumenta o desempenho, o interesse e a confiança dos estudantes.

Por outro lado, emoções negativas do professor, como a raiva, estão associadas a métodos de ensino menos eficazes e a piores resultados dos alunos.

Os pesquisadores analisaram dados de 679 professores de matemática e mais de 17,5 mil alunos em países como Chile, China, Alemanha, México e Reino Unido. Durante o estudo, os estudantes passaram por lições semelhantes sobre equações, o que permitiu comparar como as emoções influenciavam turmas de diferentes culturas. A análise focou em como o humor do docente afeta a gestão da sala e a capacidade de desafiar o pensamento crítico dos jovens.

“Decidimos realizar esta pesquisa porque o ensino não é apenas uma atividade intelectual, mas também emocional. Queríamos entender toda essa cadeia de eventos que conecta como um professor se sente ao desempenho de um aluno”, aponta Marina Elena Pfeifer, líder do estudo e doutora pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

O achado central é que as emoções funcionam como um efeito dominó no ambiente escolar. Os sentimentos do professor não atingem o aluno de forma isolada, mas transformam a maneira como ele trabalha e interage com a turma.

Quando o docente está alegre, ele consegue organizar melhor o tempo e propor tarefas que estimulam o raciocínio profundo dos estudantes. Já a raiva prejudica essas práticas, criando um ambiente onde o aprendizado é dificultado.

De acordo com os autores, o bem-estar emocional dos educadores não deve ser tratado apenas como uma questão pessoal, mas como um fator crítico para o sucesso do sistema de ensino. O estudo sugere que o ato de ensinar é tanto uma atividade intelectual quanto emocional. Por isso, o suporte à saúde mental de quem ensina reflete diretamente na qualidade do que é aprendido por quem estuda.

O mecanismo de transmissão das emoções

A pesquisa identificou que as emoções do professor agem como gatilhos para comportamentos específicos em sala de aula. Sentimentos positivos, como a alegria, ajudam o docente a ampliar sua atenção e a buscar soluções criativas para os desafios pedagógicos. Isso permite que o professor seja mais flexível e consiga manter os alunos engajados por mais tempo.
Em contrapartida, a raiva tende a estreitar o foco mental do educador e dificultar o processamento de informações. Esse estado negativo pode levar o professor a adotar posturas mais autoritárias ou a culpar os alunos por falhas no processo de ensino. Como resultado, a qualidade da instrução cai e os estudantes perdem o estímulo para participar das atividades. 
O estudo resume o impacto das emoções em três pilares da qualidade do ensino:
  • Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.
  • Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.
  • Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.

Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.

Semelhanças observadas em diferentes culturas 


Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.


Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.


Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.


Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.


Ciclos emocionais na rotina escolar


Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.


No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.

Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.

O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina.


Como quebrar os ciclos


Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.


Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.


Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.

Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar.


Implicações para a gestão escolar 


O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes.


A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:


  • Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.
  • Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.
  • Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.
  • Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.

Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.

“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.

Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.

(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado).

Considerando as orientações da BNCC para o componente Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, assinale a alternativa correta.
 

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4268108 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
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TEXTO II

Alunos têm melhor desempenho escolar quando professor está de bom humor, revela estudo 

Pesquisa com 17,5 mil estudantes revela que o bem-estar emocional do docente é fundamental para a qualidade do ensino e o sucesso escolar em diferentes culturas. 


Por Emily Santos, Redação G1

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia revelou que o sucesso acadêmico dos alunos está diretamente ligado ao estado emocional de seus professores. O estudo comprovou que docentes que sentem prazer em ensinar entregam aulas de melhor qualidade, o que aumenta o desempenho, o interesse e a confiança dos estudantes.

Por outro lado, emoções negativas do professor, como a raiva, estão associadas a métodos de ensino menos eficazes e a piores resultados dos alunos.

Os pesquisadores analisaram dados de 679 professores de matemática e mais de 17,5 mil alunos em países como Chile, China, Alemanha, México e Reino Unido. Durante o estudo, os estudantes passaram por lições semelhantes sobre equações, o que permitiu comparar como as emoções influenciavam turmas de diferentes culturas. A análise focou em como o humor do docente afeta a gestão da sala e a capacidade de desafiar o pensamento crítico dos jovens.

“Decidimos realizar esta pesquisa porque o ensino não é apenas uma atividade intelectual, mas também emocional. Queríamos entender toda essa cadeia de eventos que conecta como um professor se sente ao desempenho de um aluno”, aponta Marina Elena Pfeifer, líder do estudo e doutora pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

O achado central é que as emoções funcionam como um efeito dominó no ambiente escolar. Os sentimentos do professor não atingem o aluno de forma isolada, mas transformam a maneira como ele trabalha e interage com a turma.

Quando o docente está alegre, ele consegue organizar melhor o tempo e propor tarefas que estimulam o raciocínio profundo dos estudantes. Já a raiva prejudica essas práticas, criando um ambiente onde o aprendizado é dificultado.

De acordo com os autores, o bem-estar emocional dos educadores não deve ser tratado apenas como uma questão pessoal, mas como um fator crítico para o sucesso do sistema de ensino. O estudo sugere que o ato de ensinar é tanto uma atividade intelectual quanto emocional. Por isso, o suporte à saúde mental de quem ensina reflete diretamente na qualidade do que é aprendido por quem estuda.

O mecanismo de transmissão das emoções

A pesquisa identificou que as emoções do professor agem como gatilhos para comportamentos específicos em sala de aula. Sentimentos positivos, como a alegria, ajudam o docente a ampliar sua atenção e a buscar soluções criativas para os desafios pedagógicos. Isso permite que o professor seja mais flexível e consiga manter os alunos engajados por mais tempo.
Em contrapartida, a raiva tende a estreitar o foco mental do educador e dificultar o processamento de informações. Esse estado negativo pode levar o professor a adotar posturas mais autoritárias ou a culpar os alunos por falhas no processo de ensino. Como resultado, a qualidade da instrução cai e os estudantes perdem o estímulo para participar das atividades. 
O estudo resume o impacto das emoções em três pilares da qualidade do ensino:
  • Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.
  • Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.
  • Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.

Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.

Semelhanças observadas em diferentes culturas 


Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.


Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.


Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.


Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.


Ciclos emocionais na rotina escolar


Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.


No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.

Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.

O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina.


Como quebrar os ciclos


Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.


Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.


Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.

Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar.


Implicações para a gestão escolar 


O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes.


A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:


  • Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.
  • Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.
  • Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.
  • Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.

Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.

“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.

Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.

(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado).

As metodologias ativas propõem formas de organização do ensino que favorecem a participação dos estudantes na construção do conhecimento. Considerando uma perspectiva histórico-cultural da aprendizagem, analise as afirmativas a seguir.
I. As metodologias ativas podem favorecer a participação dos estudantes e a construção do conhecimento por meio de situações de aprendizagem significativas.
II. A atuação do professor permanece relevante, especialmente na mediação, na organização das situações de aprendizagem e na orientação dos estudantes.
III. A adoção de metodologias ativas implica necessariamente transferir ao estudante a responsabilidade pelo ensino, reduzindo a necessidade de mediação sistemática do professor.
IV. O uso de metodologias ativas pode contribuir para o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, sem eliminar a intencionalidade pedagógica do professor.
Estão CORRETAS:
 

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4268082 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
No ensino de História, determinada estratégia pedagógica caracteriza-se pela construção de narrativas capazes de apresentar acontecimentos de forma envolvente, organizada e significativa, despertando emoções, curiosidade, senso crítico e identificação por parte dos estudantes. Para além da simples exposição de personagens, conflitos, datas e eventos, essa estratégia estrutura a narrativa por meio da contextualização histórica, do desenvolvimento dos acontecimentos e de seus desdobramentos, favorecendo a compreensão, a reflexão e a atribuição de significado aos conteúdos estudados.
A partir das características apresentadas no texto, assinale a alternativa que corresponde à metodologia ativa descrita.
 

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4268068 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE

Leia o texto abaixo e responda à questão


TEXTO I

Banhos de mar

Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.

Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?

De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)

Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.

O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.

Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.

O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.

Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.

Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.

A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?

Nunca mais. Nunca.

Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.

pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984

“Assim, caberá à disciplina de história, não apenas “ensinar coisas”, mas sobretudo, gerenciar as ideias postas em relação, contribuindo com o desenvolvimento da “capacidade de pensar historicamente”. (REIS, 2020, p. 79).
Fonte: REIS, Aoran Sena Cerqueira. A teoria de Rüsen e o Ensino de História: possibilidades de pesquisa da consciência histórica. In: Bueno, André; Campos, Carlos Eduardo; Porto, Nilza (org.) Ensino de História: Teorias e Metodologias. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UFMS, 2020. ISBN: 978-65-00-02128-8 497pp.
Considerando o texto acima, que narra sobre os aspectos metodológicos do ensino de história, analise as proposições a seguir:
I. A aprendizagem histórica consiste na ampliação qualitativa das formas pelas quais os sujeitos produzem sentido para a experiência temporal.
II. A competência histórica manifesta-se na capacidade de relacionar criticamente experiências do passado com problemas do presente e expectativas de futuro.
III. A consciência histórica, por sua natureza epistemológica, deve permanecer desvinculada de valores e orientações práticas, preservando a objetividade do conhecimento histórico.
IV. A narrativa histórica constitui uma operação cognitiva por meio da qual a experiência temporal é organizada e convertida em orientação para a ação humana.
Estão CORRETOS.
 

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4268007 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Uma escola pretende incorporar conhecimentos da neurociência ao planejamento pedagógico. Durante a formação docente, uma pessoa educadora afirma que “cada estudante aprende melhor quando recebe atividades exclusivamente compatíveis com seu suposto estilo cerebral”, enquanto outra defende que as estratégias didáticas devem considerar processos como atenção, memória e consolidação da aprendizagem, articulando evidências científicas às práticas pedagógicas e avaliando seus resultados no contexto real da sala de aula.
À luz das relações entre neurociência e educação, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4268006 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
Durante o planejamento de uma sequência didática, uma pessoa educadora decide distribuir o estudo de determinado conteúdo ao longo de diferentes momentos, retomando conceitos anteriormente trabalhados por meio de perguntas que exigem que as pessoas educandas recuperem informações sem consultar imediatamente os materiais. A estratégia é acompanhada de feedback e de atividades que relacionam os conhecimentos recuperados a novos problemas.
Do ponto de vista dos processos neurocognitivos da aprendizagem, a proposta apresentada é coerente porque:
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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4268005 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
A aproximação entre neurociência e educação tem contribuído para uma compreensão mais ampla dos processos envolvidos na aprendizagem. Entretanto, a transposição dos conhecimentos produzidos pelas ciências do cérebro para a prática pedagógica exige cautela, uma vez que fenômenos educacionais são influenciados por múltiplos fatores cognitivos, emocionais, sociais e ambientais.
Considerando os princípios básicos da neurociência aplicados à educação, analise as afirmativas.
I. A neuroplasticidade corresponde à capacidade do sistema nervoso de modificar sua estrutura e seu funcionamento em resposta às experiências, constituindo um dos fundamentos neurobiológicos relacionados à aprendizagem.
II. Atenção, memória, motivação, emoções e funções executivas participam de maneira articulada dos processos envolvidos na aprendizagem, não constituindo fenômenos completamente independentes entre si.
III. O conhecimento neurocientífico permite determinar, de forma direta e universal, qual método pedagógico é mais eficaz para cada estudante, tornando desnecessária a consideração dos aspectos sociais, culturais e pedagógicos envolvidos na aprendizagem.
IV. A utilização educacional de conhecimentos provenientes da neurociência requer diálogo com outras áreas do conhecimento, especialmente psicologia cognitiva e ciências da educação, evitando a transformação de evidências neurocientíficas em prescrições pedagógicas simplistas.
Estão CORRETAS:
 

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4267996 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Triunfo-PE
A evolução da Educação Física enquanto componente curricular obrigatório da Educação Básica tem sido marcada pela transição de modelos baseados estritamente na aptidão física e na performance desportiva para abordagens pedagógicas de cunho humanista, democrático e social. As discussões de planejamento e as diretrizes curriculares contemporâneas ressaltam a importância de assegurar o estatuto pedagógico e legal da disciplina face a falhas estruturais e de gestão do sistema de ensino.
Considerando os fundamentos históricos, legais e as diretrizes pedagógicas para a atuação da Educação Física escolar, assinale a alternativa CORRETA.
 

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