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São princípios por meio dos quais o ensino
será ministrado de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), EXCETO:
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- PsicopedagogiaPapel da Afetividade na Aprendizagem
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
A educação escolar pressupõe o encontro
com seres humanos em relação. Sem esse relacionamento,
podemos ter outra coisa (instrução, informação, etc.), já
que esta é uma das instâncias do processo de humanização, em que o humano se torna humano e constrói sua
identidade a partir da convivência com outros seres humanos. Considerando isso, sobre o relacionamento interpessoal, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A falta de relações humanas entre Professor e aluno não representa entraves para o trabalho educativo.
( ) A educação escolar envolve todas as dimensões do sujeito, seja em termos mais individuais (intelectual, física, afetiva, ética, estética, lúdica, religiosa) ou mais sociais (sociopolítico-econômico-cultural).
( O relacionamento interpessoal é algo que sempre dá para se planejar ou prever em termos de ações concretas.
( ) Idas ao pátio para aproximação não formal não se configuram como uma estratégia de relacionamento interpessoal.
( ) Algumas práticas podem ajudar na construção do relacionamento interpessoal, como por exemplo, iniciar as crianças desde cedo no trabalho em grupo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
( ) A falta de relações humanas entre Professor e aluno não representa entraves para o trabalho educativo.
( ) A educação escolar envolve todas as dimensões do sujeito, seja em termos mais individuais (intelectual, física, afetiva, ética, estética, lúdica, religiosa) ou mais sociais (sociopolítico-econômico-cultural).
( O relacionamento interpessoal é algo que sempre dá para se planejar ou prever em termos de ações concretas.
( ) Idas ao pátio para aproximação não formal não se configuram como uma estratégia de relacionamento interpessoal.
( ) Algumas práticas podem ajudar na construção do relacionamento interpessoal, como por exemplo, iniciar as crianças desde cedo no trabalho em grupo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Conforme Ilma Passos Alencastro Veiga, a
abordagem do Projeto Político-Pedagógico (PPP), como
organização do trabalho da escola como um todo, está
fundada em princípios que deverão nortear a escola
democrática, pública e gratuita. Diante disso, NÃO faz
parte dos princípios norteadores do PPP:
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Temas Educacionais PedagógicosTendências Pedagógicas
Podemos imaginar um dia em que não haja
mais nota na escola - ou qualquer tipo de reprovação
mas certamente haverá necessidade de continuar
existindo avaliação, para se acompanhar o
desenvolvimento dos educandos e ajudá-los em suas
eventuais dificuldades. Sobre os desafios da mudança da
avaliação, analise as partes que seguem:
Por que é tão difícil mudar a avaliação? É muito difícil porque exige, antes de mais nada, uma mudança de postura do educador tanto em relação à avaliação propriamente dita, quanto à educação e à sociedade (no limite) (1ª parte). O substrato de uma nova concepção da avaliação está na tomada de posição: estar a serviço da reprodução ou da transformação! (2ª parte). É portanto, simplesmente uma questão "técnica", como por exemplo, fazer semana de provas, fazer avaliação cumulativa de conteúdos, exames com consulta, em dupla, etc. (3ª parte)
Está(ão) CORRETA(S):
Por que é tão difícil mudar a avaliação? É muito difícil porque exige, antes de mais nada, uma mudança de postura do educador tanto em relação à avaliação propriamente dita, quanto à educação e à sociedade (no limite) (1ª parte). O substrato de uma nova concepção da avaliação está na tomada de posição: estar a serviço da reprodução ou da transformação! (2ª parte). É portanto, simplesmente uma questão "técnica", como por exemplo, fazer semana de provas, fazer avaliação cumulativa de conteúdos, exames com consulta, em dupla, etc. (3ª parte)
Está(ão) CORRETA(S):
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Currículo (Teoria e Prática)Teorias curriculares
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
O conhecimento escolar é dinâmico e não
uma mera simplificação do conhecimento __________que se adequaria à faixa etária e aos interesses dos
____________ segundo Ilma Passos Alencastro Veiga.
Daí, a necessidade de se promover, na escola, uma _____________ aprofundada sobre o processo de
produção do ___________, uma vez que ele é, ao
mesmo tempo, processo e produto. A análise e a
compreensão do processo de produção do conhecimento
escolar ampliam a ____________sobre as questões
curriculares.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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O documento Educação: um tesouro a
descobrir, de Jacques Delors, define quatro pilares da
educação: aprender a conhecer, aprender a fazer,
aprender a viver juntos e aprender a ser. Sobre o aprender
a fazer, analise as assertivas que seguem:
I. Aprender a fazer está mais estreitamente ligado à questão da formação profissional: como ensinar o aluno a pôr em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro quando não se pode prever qual será a sua evolução.
II. Aprender a fazer tem o simples significado de preparar alguém para uma tarefa material bem determinada, para fazê-lo participar no fabrico de alguma coisa.
III. Aprender a conhecer e aprender a fazer são, em larga medida, dissociáveis um do outro.
IV. Além da aprendizagem de uma profissão, há que adquirir uma competência mais ampla, que prepare o indivíduo para enfrentar numerosas situações, muitas delas imprevisíveis, e que facilite o trabalho em equipe, dimensão atualmente muito negligenciada pelos métodos pedagógicos.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Aprender a fazer está mais estreitamente ligado à questão da formação profissional: como ensinar o aluno a pôr em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro quando não se pode prever qual será a sua evolução.
II. Aprender a fazer tem o simples significado de preparar alguém para uma tarefa material bem determinada, para fazê-lo participar no fabrico de alguma coisa.
III. Aprender a conhecer e aprender a fazer são, em larga medida, dissociáveis um do outro.
IV. Além da aprendizagem de uma profissão, há que adquirir uma competência mais ampla, que prepare o indivíduo para enfrentar numerosas situações, muitas delas imprevisíveis, e que facilite o trabalho em equipe, dimensão atualmente muito negligenciada pelos métodos pedagógicos.
Está(ão) CORRETA(S):
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O mundo atual é, muitas vezes, um mundo
de violência que se opõe à esperança posta por alguns no
progresso da humanidade. A história humana sempre foi
conflituosa, mas há elementos novos que acentuam o
perigo e, especialmente, o extraordinário potencial de
autodestruição criado pela humanidade no decorrer do
século XX. Sobre a não violência, analise as assertivas que
seguem e a relação proposta entre elas:
I. É difícil a ideia de ensinar a não violência na escola, mesmo que apenas constitua um instrumento, entre outros, para lutar contra os preconceitos geradores de conflitos.
PORQUE
II. Muito naturalmente, os seres humanos têm tendência a supervalorizar as suas qualidades e as do grupo a que pertencem, e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação aos outros.
A respeito das assertivas, pode-se afirmar que:
I. É difícil a ideia de ensinar a não violência na escola, mesmo que apenas constitua um instrumento, entre outros, para lutar contra os preconceitos geradores de conflitos.
PORQUE
II. Muito naturalmente, os seres humanos têm tendência a supervalorizar as suas qualidades e as do grupo a que pertencem, e a alimentar preconceitos desfavoráveis em relação aos outros.
A respeito das assertivas, pode-se afirmar que:
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Reconhecendo as especificidades dos
diferentes grupos etários que constituem a etapa da
Educação Infantil, os objetivos de aprendizagem e
desenvolvimento estão sequencialmente organizados na
Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em três grupos
por faixa etária, que correspondem, aproximadamente, às
possibilidades de aprendizagem e às características do
desenvolvimento das crianças. Diante disso, assinale a
alternativa que indica CORRETAMENTE a nomenclatura
desses três grupos etários propostos pela BNCC.
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Observe a habilidade definida pela Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) a seguir:
(EF01CI03): Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.
Diante disso, sabe-se que cada habilidade da BNCC é identificada por um código alfanumérico cuja composição pode ser dividida em quatro pares, como disposto a seguir:
• Primeiro par de letras: EF.
• Primeiro par de números: 01.
• Segundo par de letras: CI.
• Segundo par de números: 03.
Seguindo a lógica da composição do código alfanumérico, podemos afirmar que o segundo par de letras indica:
(EF01CI03): Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.
Diante disso, sabe-se que cada habilidade da BNCC é identificada por um código alfanumérico cuja composição pode ser dividida em quatro pares, como disposto a seguir:
• Primeiro par de letras: EF.
• Primeiro par de números: 01.
• Segundo par de letras: CI.
• Segundo par de números: 03.
Seguindo a lógica da composição do código alfanumérico, podemos afirmar que o segundo par de letras indica:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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