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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
Ainda com base no texto 01, assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui a palavra destacada mantendo as relações de sentido e a correção gramatical do texto.
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
A propósito das relações estabelecidas pelos pronomes no texto 01, é correto afirmar somente que:
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
A propósito da organização semântico-discursiva do texto 01, é correto afirmar somente que:
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
Acerca dos propósitos gerais ou específicos do texto 01, somente é correto afirmar que o texto:
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
Acerca das ideias apresentadas pelo texto 01, é correto afirmar somente que a inteligência artificial:
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Miranda, H. S. (2018). Aulas de História e os Direitos das Crianças e dos Adolescentes: entre possibilidades e desafios. Revista História Hoje, 7(13), 160–178.
A reflexão histórica define conceitualmente a infância como um(a):
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A ausência dos periódicos referidos nas instituições de guarda teve como objetivo:
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“Podemos presumir que a fuga é motivada por uma necessidade de resistência, e não para a acomodação. O quilombo, portanto, não pode ser reduzido à fuga.”
NASCIMENTO, Maria Beatriz. Org. Alex Ratts. Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos e movimentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 130. (adaptado)
A historiadora propõe compreender o referido espaço como tendo sido:
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BUTLER, Tim; HAMNETT, Chris. The Geography of Education: Introduction. Urban Studies, v. 44, n. 7, p. 1161-1174, jun. 2007. DOI: https://doi.org/10.1080/00420980701321.
Com base na análise de Butler e Hamnett (2015) sobre as desigualdades socioespaciais e o papel da cartografia crítica na revelação dessas dinâmicas, assinale a alternativa correta.
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