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4205779 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de vogais e de consoantes da palavra “diabetes”, retirada do texto.
 

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4205778 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das alternativas abaixo apresenta as palavras retiradas do texto em ordem alfabética?
 

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4205777 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual das seguintes palavras poderia substituir a palavra “destacar” (l. 18) sem alterar o sentido pretendido?
 

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4205776 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, a palavra “moderação” (l. 19) tem sentido contrário a:
 

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4205775 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, a referência às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como principal finalidade:
 

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4205774 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Doces fazem mal à saúde?

Por Vanessa Sardinha dos Santos

Quando o assunto é alimentação, devemos ter uma coisa em mente: nada em excesso

faz bem para o nosso corpo. Com os doces não é diferente, e o consumo de açúcares deve ser,

portanto, controlado.

Quando comemos um doce, ocorre um aumento da quantidade de glicose no sangue.

Essa glicose é importante e será usada pelas células para garantir o seu funcionamento.

Entretanto, quando suas quantidades são exageradas, o corpo “guardará” esse suprimento de

glicose na forma de gordura, a qual será depositada no tecido adiposo. O depósito de gordura

em nosso tecido adiposo faz com que ganhemos peso, e é aí que os problemas começam.

O peso acima do recomendado eleva as chances em pessoas com predisposição de

desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e problemas cardiovasculares. Além disso,

não podemos nos esquecer também de problemas como a cárie dentária. Nesses casos, é muito

importante manter os dentes saudáveis, escovando-os bem e diminuindo a ingestão de doces.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo diário de açúcar não

deve ser maior que 10% do total das calorias ingeridas naquele dia. O ideal é que a ingestão

de açúcar represente apenas 5% dessas calorias, o que significa cerca de 25 g de açúcar

diariamente. Esse açúcar corresponde ao utilizado para adoçar nossos sucos, por exemplo,

assim como o que está presente em alimentos industrializados, como mel e xaropes. Vale

destacar que o açúcar naturalmente presente nos vegetais e no leite não entram nessa conta.

Então, fica claro que podemos comer doces, porém sempre com moderação.

(Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/ciencias/doces-fazem-mal-saude.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

A partir da leitura do texto, é correto inferir que o autor defende a ideia de que:
 

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4205743 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável

Por Henrique Giacomin

Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a

24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o

número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer

exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem

novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.

Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na

prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo

Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão

Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais

independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo

real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma

ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.

Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é

que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.

A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem

abdicar do conforto.

Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de

acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos

voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,

enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e

recomendar tratamentos personalizados.

A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos

e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,

tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,

câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,

também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que

ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.

Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo

do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o

isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,

campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento

a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,

especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.

Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a

integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,

a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas

ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas

ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado

personalizado”, complementa Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classe gramatical das palavras sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto:

“Embora seja difícil dizer exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade”.

 

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4205742 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável

Por Henrique Giacomin

Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a

24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o

número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer

exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem

novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.

Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na

prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo

Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão

Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais

independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo

real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma

ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.

Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é

que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.

A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem

abdicar do conforto.

Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de

acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos

voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,

enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e

recomendar tratamentos personalizados.

A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos

e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,

tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,

câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,

também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que

ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.

Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo

do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o

isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,

campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento

a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,

especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.

Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a

integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,

a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas

ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas

ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado

personalizado”, complementa Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “as inovações tecnológicas promovem novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade”, retirado do texto, observa-se o uso da figura de linguagem denominada:
 

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4205741 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável

Por Henrique Giacomin

Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a

24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o

número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer

exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem

novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.

Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na

prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo

Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão

Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais

independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo

real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma

ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.

Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é

que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.

A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem

abdicar do conforto.

Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de

acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos

voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,

enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e

recomendar tratamentos personalizados.

A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos

e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,

tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,

câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,

também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que

ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.

Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo

do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o

isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,

campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento

a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,

especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.

Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a

integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,

a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas

ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas

ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado

personalizado”, complementa Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os processos de formação às respectivas palavras retiradas do texto.

Coluna 1
1. Encontro consonantal.
2. Ditongo oral decrescente.
3. Dígrafo.
4. Hiato.

Coluna 2
(  ) Faixa.
(  ) Programas.
(  ) Saúde.
(  ) Velhice.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável

Por Henrique Giacomin

Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a

24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o

número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer

exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem

novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.

Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na

prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo

Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão

Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais

independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo

real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma

ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.

Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é

que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.

A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem

abdicar do conforto.

Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de

acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos

voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,

enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e

recomendar tratamentos personalizados.

A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos

e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,

tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,

câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,

também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que

ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.

Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo

do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o

isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,

campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento

a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,

especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.

Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a

integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,

a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas

ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas

ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado

personalizado”, complementa Dorea.

(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos recursos coesivos empregados no texto, assinale a alternativa correta.
 

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