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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) O texto pertence ao gênero textual reportagem, por se tratar de um texto situado em uma prática social específica, a divulgação jornalística, que tem a função de informar o leitor sobre um tema de interesse público.
( ) Predomina, no texto, o tipo expositivo, marcado por sequências explicativas e analíticas que apresentam informações, dados e exemplos sobre o uso da tecnologia na terceira idade.
( ) O texto também apresenta passagens de tipo argumentativo, identificáveis pelo predomínio de sequências contrastivas explícitas, como o uso do conectivo “embora” no parágrafo final.
( ) Por se tratar de uma reportagem, o texto deve ser classificado integralmente como tipo narrativo, já que o gênero jornalístico é definido pela sequência temporal dos fatos relatados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A intencionalidade discursiva do texto é, principalmente, convencer o leitor de que a tecnologia deve substituir formas tradicionais de cuidado com os idosos, visto que são descritas diversas ferramentas capazes de auxiliar na promoção da saúde.
II. A progressão argumentativa do texto parte de dados estatísticos, avança por exemplos de aplicações tecnológicas concretas e se apoia na voz de uma autoridade no assunto como recurso de sustentação da tese defendida.
III. Ao mencionar o conceito de aging in place como forma de garantir “qualidade de vida sem abdicar do conforto”, subentende-se que o envelhecimento fora do próprio lar representaria uma perda de conforto ou qualidade de vida.
Quais estão corretas?
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A tecnologia como aliada no envelhecimento saudável
Por Henrique Giacomin
Segundo dados do IBGE, o número de idosos que utilizaram a internet chegou a
24,5 milhões no ano de 2024. Enquanto em 2019 apenas 44,8% se conectavam à rede, o
número chegou a quase 70% das pessoas nessa faixa etária. Embora seja difícil dizer
exatamente quais foram os usos da internet pelos idosos, as inovações tecnológicas promovem
novos serviços e ferramentas com potencial uso pela terceira idade.
Com o avanço das inovações digitais, surgem cada vez mais ferramentas que ajudam na
prevenção de doenças, na reabilitação, na autonomia e até no combate à solidão. Segundo
Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da ______ de Cultura e Extensão
Universitária da USP, “a tecnologia vem permitindo que muitas pessoas envelheçam com mais
independência, conforto e segurança. Desde dispositivos que monitoram sinais vitais em tempo
real até plataformas que facilitam a comunicação com médicos ou familiares, ela se tornou uma
ferramenta de apoio para que o idoso possa permanecer ativo e integrado à sociedade”.
Mediante os avanços tecnológicos, cresce também o conceito de aging in place. A ideia é
que, por meio da tecnologia, os idosos possam envelhecer no próprio lar com qualidade de vida.
A proposta é que dispositivos e softwares possam garantir uma maior qualidade de vida sem
abdicar do conforto.
Atualmente, dispositivos como relógios e pulseiras inteligentes são capazes de
acompanhar a frequência cardíaca, a qualidade do sono e até os níveis de glicose. Aplicativos
voltados para alimentação, atividade física e meditação têm incentivado hábitos saudáveis,
enquanto sistemas baseados em inteligência artificial ajudam médicos a prever riscos e
recomendar tratamentos personalizados.
A tecnologia também está presente na reabilitação. Ferramentas como jogos interativos
e realidade virtual vêm sendo usadas com ótimos resultados em terapias motoras e cognitivas,
tornando o processo mais envolvente e eficaz. Dispositivos de segurança doméstica: sensores,
câmeras, assistentes de voz, que conseguem detectar quedas ou mudanças de comportamento,
também dão mais autonomia para o idoso e mais tranquilidade para a família. “É um campo que
ainda vai crescer muito nos próximos anos”, comenta Dorea.
Programas e softwares como as redes sociais também se tornam importantes no processo
do envelhecimento. Aplicativos de mensagens e ______ têm o potencial de diminuir o
isolamento social — que pode ser um dos grandes desafios da terceira idade. Para além disso,
campos como o da ______ permitem consultas on-line, prescrições digitais e acompanhamento
a distância. Dessa forma, a tecnologia pode garantir acesso à saúde de forma rápida e segura,
especialmente para quem vive longe dos grandes centros ou tem dificuldade de locomoção.
Embora seja necessário levar em consideração questões como o letramento digital e a
integração tecnológica em todas as faixas etárias no País, mas especialmente na terceira idade,
a tecnologia abre possibilidades para uma velhice mais ativa, conectada e segura. “Essas
ferramentas digitais não substituem o contato humano, mas complementam o cuidado. Elas
ampliam o acesso, promovem autonomia e criam novas possibilidades de interação e cuidado
personalizado”, complementa Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/a-tecnologia-como-aliada-no-envelhecimento-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as normas ortográficas vigentes em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 08, 29 e 31:
Provas
Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim
Por Arthur Almeida
A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de
sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista
Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior
bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou
medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de
Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,
em Israel.
“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um
relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,
afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas
mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um
indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.
Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de
a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;
e, por fim, entre 7 e 10, boas.
Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como
ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais
sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,
indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de
bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer
relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas
estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.
Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros
indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social
específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo
relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.
A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros
apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres
solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir
menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença
pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e
apoio emocional dentro das relações afetivas.
Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de
16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao
longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas
pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se
prolonguem por muitos anos.
Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento
não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre
relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,
os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações
culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências
robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos
afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
O emprego do travessão no trecho “O levantamento não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros”, retirado do texto, justifica-se por:
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Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim
Por Arthur Almeida
A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de
sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista
Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior
bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou
medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de
Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,
em Israel.
“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um
relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,
afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas
mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um
indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.
Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de
a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;
e, por fim, entre 7 e 10, boas.
Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como
ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais
sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,
indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de
bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer
relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas
estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.
Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros
indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social
específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo
relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.
A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros
apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres
solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir
menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença
pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e
apoio emocional dentro das relações afetivas.
Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de
16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao
longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas
pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se
prolonguem por muitos anos.
Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento
não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre
relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,
os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações
culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências
robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos
afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
À luz das regras que regem o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 22, 25 e 31.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim
Por Arthur Almeida
A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de
sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista
Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior
bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou
medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de
Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,
em Israel.
“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um
relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,
afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas
mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um
indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.
Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de
a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;
e, por fim, entre 7 e 10, boas.
Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como
ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais
sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,
indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de
bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer
relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas
estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.
Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros
indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social
específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo
relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.
A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros
apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres
solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir
menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença
pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e
apoio emocional dentro das relações afetivas.
Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de
16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao
longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas
pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se
prolonguem por muitos anos.
Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento
não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre
relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,
os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações
culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências
robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos
afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as relações sintáticas e semânticas estabelecidas nos trechos abaixo, retirados do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em “Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um relacionamento” (l. 08–09), “que” classifica-se como conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
II. Em “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um indivíduo são significativamente menores” (l. 10–12), a conjunção “se” introduz uma oração subordinada adverbial condicional.
III. Em “embora pessoas em qualquer relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros” (l. 20–21), a conjunção “embora” introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.
Quais estão corretas?
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Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim
Por Arthur Almeida
A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de
sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista
Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior
bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou
medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de
Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,
em Israel.
“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um
relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,
afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas
mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um
indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.
Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de
a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;
e, por fim, entre 7 e 10, boas.
Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como
ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais
sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,
indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de
bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer
relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas
estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.
Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros
indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social
específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo
relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.
A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros
apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres
solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir
menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença
pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e
apoio emocional dentro das relações afetivas.
Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de
16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao
longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas
pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se
prolonguem por muitos anos.
Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento
não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre
relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,
os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações
culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências
robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos
afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os processos de formação às respectivas palavras retiradas do texto.
Coluna 1
1.Derivação imprópria.
2. Composição por justaposição.
3. Derivação sufixal.
Coluna 2
( ) Bem-estar.
( ) Solteiros.
( ) Isolamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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