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4205699 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
Provas:

Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim

Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

A respeito dos aspectos fonéticos e fonológicos das palavras a seguir, retiradas do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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4205698 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
Provas:

Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim

Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nas regras ortográficas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e considerando a grafia das palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta.

 

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4205697 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim

Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo acerca das relações de sentido entre as palavras retiradas do texto e as possíveis substituições lexicais no contexto em que ocorrem e assinale a alternativa correta.
I. A palavra “afetivas” (l. 32) tem como parônimo o vocábulo “efetivas”.
II. A substituição de “encerrar” (l. 36) por “finalizar” preserva o sentido original do enunciado.
III. Um antônimo adequado para o vocábulo “robustas” (l. 43) é “sólidas”. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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4205696 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim

Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto apresentado, a coesão textual é construída principalmente por meio de:

 

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4205695 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as características de gênero e tipo textual presentes no texto, assinale a alternativa correta.

 

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4205694 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estrela Velha-RS
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Melhor estar só do que mal acompanhado? A ciência diz que sim

Por Arthur Almeida

A ideia de que qualquer relacionamento amoroso é melhor do que a solteirice acaba de

sofrer um duro golpe científico. Um amplo estudo longitudinal publicado em janeiro na revista

Personality and Individual Differences concluiu que pessoas solteiras apresentam maior

bem-estar emocional do que aquelas presas a relacionamentos considerados ruins ou

medianos. O trabalho foi conduzido pelo pesquisador Menelaos Apostolou, da Universidade de

Nicósia, no Chipre, em parceria com Elyakim Kislev, da Universidade Hebraica de Jerusalém,

em Israel.

“Nossos resultados indicam claramente que não se trata apenas de estar em um

relacionamento. A qualidade da relação é o fator decisivo para a nossa saúde emocional”,

afirma Kislev, em comunicado à imprensa. “Se um relacionamento é ruim ou mesmo apenas

mediano em termos de qualidade, a satisfação com a vida e as emoções positivas de um

indivíduo são significativamente menores do que se ele tivesse permanecido solteiro”.

Para medir a qualidade das relações, os autores utilizaram uma escala de satisfação de

a 10. Relações avaliadas entre 0 e 3 foram classificadas como ruins; entre 4 e 6, moderadas;

e, por fim, entre 7 e 10, boas.

Os pesquisadores observaram que participantes em relacionamentos classificados como

ruins ou moderados relataram menos emoções positivas, menor satisfação com a vida e mais

sentimentos negativos do que em períodos nos quais estavam solteiros. Em contrapartida,

indivíduos em relacionamentos considerados bons apresentaram os maiores índices de

bem-estar emocional. Tais resultados também mostraram que, embora pessoas em qualquer

relacionamento tendessem a sentir menos solidão do que os solteiros, uniões negativas

estavam associadas ___ níveis mais altos de tristeza, desânimo, depressão e melancolia.

Segundo os autores, a solidão parece funcionar de maneira distinta de outros

indicadores emocionais. O estudo sugere que esse sentimento possui uma função social

específica, ligada ___ necessidade humana de conexão e companhia íntima. Por isso, mesmo

relações ruins ainda conseguem reduzir a sensação de isolamento.

A pesquisa ainda identificou diferenças entre homens e mulheres. Os homens solteiros

apresentaram níveis ligeiramente maiores de emoções negativas em comparação às mulheres

solteiras, incluindo solidão, tristeza e depressão. Já as mulheres solteiras relataram sentir

menos segurança do que os homens na mesma condição. Para os pesquisadores, essa diferença

pode refletir fatores históricos e culturais relacionados ____ percepção de proteção física e

apoio emocional dentro das relações afetivas.

Outro dado relevante que chamou a atenção dos autores é o de que apenas cerca de

16% dos participantes estavam em relacionamentos classificados como ruins ou moderados ao

longo das diferentes etapas do estudo. Segundo eles, isso provavelmente ocorre porque muitas

pessoas tendem a encerrar relações percebidas como insatisfatórias antes que elas se

prolonguem por muitos anos.

Apesar dos resultados, os autores reconhecem limitações importantes. O levantamento

não diferencia tipos de solteirice — como pessoas solteiras por escolha, indivíduos entre

relacionamentos ou aqueles que enfrentam dificuldades para encontrar parceiros. Além disso,

os dados se concentram exclusivamente na população alemã, o que pode limitar comparações

culturais mais amplas. Mesmo assim, os autores afirmam que o estudo oferece evidências

robustas de que mudanças no estado civil e, sobretudo, na qualidade dos relacionamentos

afetam diretamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2026/05/melhor-estar-so-do-que-mal-acompanhado-a-ciencia-diz-que-sim.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base na leitura do texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A ideia central do texto é demonstrar que a qualidade de um relacionamento amoroso exerce influência mais significativa sobre o bem-estar emocional do que a simples condição de estar ou não em um relacionamento.
( ) A apresentação de dados e resultados da pesquisa constitui um recurso utilizado para conferir credibilidade às conclusões apresentadas ao longo do texto.
( ) A leitura do texto permite inferir que a redução da solidão, por si só, não garante níveis mais elevados de bem-estar emocional.
( ) Ao mencionar as limitações da pesquisa, o autor enfraquece a confiabilidade dos resultados apresentados, levando à conclusão de que o estudo não tem validade científica. 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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4205688 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chegada do El Niño amplia monitoramento e ações de preparação
O planejamento de ações de preparação para possíveis desastres naturais devido à atuação do El Niño foi tema do Bate-Papo com a Defesa Civil nesta quinta-feira (28). O encontro virtual também abordou as características do fenômeno e as previsões climáticas para os próximos meses.
Mediador do evento, o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Tiago Schnorr, iniciou o bate-papo destacando a necessidade de fortalecimento dos órgãos do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil diante do cenário, priorizando a proteção da população. "Fazemos uma reunião diária com representantes desses órgãos para debater informações atualizadas sobre as previsões climáticas no País. Com muita frequência, também abordamos todas as questões relacionadas ao El Niño e seus impactos. O monitoramento da situação é constante", afirmou.
No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica, sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases.
"É um fenômeno natural, percebido há mais de cem anos. De maneira geral, quando há o aumento da temperatura média do Pacífico Tropical persistente por alguns meses, cinco ou seis, o El Niño está configurado. É necessário que tenhamos, pelo menos, meio grau acima da média em toda a região central do Pacífico", completou o coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador.
O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. "Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido", esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta.
No Brasil, um dos lugares mais impactados pela atuação do ENOS é o Rio Grande do Sul. O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado, o que sustenta sistemas de baixa pressão sobre a região, resultando em tempestades e inundações. "Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste", acrescentou o meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Giovanni Dolif.
O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Coronel Luciano Chaves Boeira, compartilhou o que tem sido feito no estado para aumentar a proteção das pessoas. "A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho. O Rio Grande do Sul tem se preparado para possíveis desastres a partir do fortalecimento e ampliação das estruturas, com a criação de novos cargos e a chegada de especialistas. São profissionais da engenharia, arquitetura, hidrologia, meteorologia, geologia, geoprocessamento, entre outros. Isso vai aumentar nossa capacidade de preparação, resposta e suporte aos municípios", concluiu.
https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/chegada-do-el-nino-amplia-monito ramento-e-acoes-de-preparacao
"A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho."
Com base na colocação pronominal, segundo a norma-padrão da língua portuguesa, caso os complementos verbais do verbo 'trazer' sejam substituídos por pronomes oblíquos átonos, assinale a alternativa que apresenta a forma correta de substituição.
 

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4205687 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chegada do El Niño amplia monitoramento e ações de preparação
O planejamento de ações de preparação para possíveis desastres naturais devido à atuação do El Niño foi tema do Bate-Papo com a Defesa Civil nesta quinta-feira (28). O encontro virtual também abordou as características do fenômeno e as previsões climáticas para os próximos meses.
Mediador do evento, o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Tiago Schnorr, iniciou o bate-papo destacando a necessidade de fortalecimento dos órgãos do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil diante do cenário, priorizando a proteção da população. "Fazemos uma reunião diária com representantes desses órgãos para debater informações atualizadas sobre as previsões climáticas no País. Com muita frequência, também abordamos todas as questões relacionadas ao El Niño e seus impactos. O monitoramento da situação é constante", afirmou.
No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica, sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases.
"É um fenômeno natural, percebido há mais de cem anos. De maneira geral, quando há o aumento da temperatura média do Pacífico Tropical persistente por alguns meses, cinco ou seis, o El Niño está configurado. É necessário que tenhamos, pelo menos, meio grau acima da média em toda a região central do Pacífico", completou o coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador.
O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. "Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido", esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta.
No Brasil, um dos lugares mais impactados pela atuação do ENOS é o Rio Grande do Sul. O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado, o que sustenta sistemas de baixa pressão sobre a região, resultando em tempestades e inundações. "Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste", acrescentou o meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Giovanni Dolif.
O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Coronel Luciano Chaves Boeira, compartilhou o que tem sido feito no estado para aumentar a proteção das pessoas. "A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho. O Rio Grande do Sul tem se preparado para possíveis desastres a partir do fortalecimento e ampliação das estruturas, com a criação de novos cargos e a chegada de especialistas. São profissionais da engenharia, arquitetura, hidrologia, meteorologia, geologia, geoprocessamento, entre outros. Isso vai aumentar nossa capacidade de preparação, resposta e suporte aos municípios", concluiu.
https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/chegada-do-el-nino-amplia-monito ramento-e-acoes-de-preparacao
A respeito dos mecanismos de coesão e coerência empregados no texto, julgue as afirmativas a seguir:
I.Em 'Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico', o pronome 'ele' retoma anaforicamente o referente 'El Niño-Oscilação Sul (ENOS)', garantindo a progressão temática sem repetição do termo.
II.Em 'Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste', a expressão 'por outro lado' estabelece relação de adição entre os efeitos do fenômeno descritos no parágrafo, acrescentando nova informação ao que foi anteriormente afirmado.
III.Em 'sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases', o texto avança por detalhamento progressivo, enumerando as partes constitutivas do fenômeno apresentado na oração anterior.
IV.Em 'O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado', a expressão 'o fenômeno' retoma cataforicamente o referente 'ENOS', antecipando informações que serão desenvolvidas no período seguinte.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
 

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4205686 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chegada do El Niño amplia monitoramento e ações de preparação
O planejamento de ações de preparação para possíveis desastres naturais devido à atuação do El Niño foi tema do Bate-Papo com a Defesa Civil nesta quinta-feira (28). O encontro virtual também abordou as características do fenômeno e as previsões climáticas para os próximos meses.
Mediador do evento, o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Tiago Schnorr, iniciou o bate-papo destacando a necessidade de fortalecimento dos órgãos do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil diante do cenário, priorizando a proteção da população. "Fazemos uma reunião diária com representantes desses órgãos para debater informações atualizadas sobre as previsões climáticas no País. Com muita frequência, também abordamos todas as questões relacionadas ao El Niño e seus impactos. O monitoramento da situação é constante", afirmou.
No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica, sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases.
"É um fenômeno natural, percebido há mais de cem anos. De maneira geral, quando há o aumento da temperatura média do Pacífico Tropical persistente por alguns meses, cinco ou seis, o El Niño está configurado. É necessário que tenhamos, pelo menos, meio grau acima da média em toda a região central do Pacífico", completou o coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador.
O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. "Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido", esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta.
No Brasil, um dos lugares mais impactados pela atuação do ENOS é o Rio Grande do Sul. O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado, o que sustenta sistemas de baixa pressão sobre a região, resultando em tempestades e inundações. "Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste", acrescentou o meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Giovanni Dolif.
O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Coronel Luciano Chaves Boeira, compartilhou o que tem sido feito no estado para aumentar a proteção das pessoas. "A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho. O Rio Grande do Sul tem se preparado para possíveis desastres a partir do fortalecimento e ampliação das estruturas, com a criação de novos cargos e a chegada de especialistas. São profissionais da engenharia, arquitetura, hidrologia, meteorologia, geologia, geoprocessamento, entre outros. Isso vai aumentar nossa capacidade de preparação, resposta e suporte aos municípios", concluiu.
https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/chegada-do-el-nino-amplia-monito ramento-e-acoes-de-preparacao
Vícios de linguagem são desvios das normas gramaticais que podem ocorrer por descuido ou desconhecimento, manifestando-se nos diferentes níveis da língua, como o fonético, o semântico, o sintático e o morfológico. Sobre esse tema, analise as construções a seguir:
I.'Não diga-me uma coisa dessas', respondeu o prefeito ao ouvir as previsões climáticas do meteorologista do Inpe.
II.Ontem assistimos o primeiro bate-papo promovido pela Sedec sobre os impactos do El Niño no Brasil.
III.Fazem três anos que especialistas do Inmet não monitoram um aquecimento tão persistente das águas do Pacífico Tropical.

Assinale a alternativa que apresenta construções que contêm desvios de linguagem denominados solecismo.
 

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4205685 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São João Oeste-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chegada do El Niño amplia monitoramento e ações de preparação
O planejamento de ações de preparação para possíveis desastres naturais devido à atuação do El Niño foi tema do Bate-Papo com a Defesa Civil nesta quinta-feira (28). O encontro virtual também abordou as características do fenômeno e as previsões climáticas para os próximos meses.
Mediador do evento, o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Tiago Schnorr, iniciou o bate-papo destacando a necessidade de fortalecimento dos órgãos do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil diante do cenário, priorizando a proteção da população. "Fazemos uma reunião diária com representantes desses órgãos para debater informações atualizadas sobre as previsões climáticas no País. Com muita frequência, também abordamos todas as questões relacionadas ao El Niño e seus impactos. O monitoramento da situação é constante", afirmou.
No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica, sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases.
"É um fenômeno natural, percebido há mais de cem anos. De maneira geral, quando há o aumento da temperatura média do Pacífico Tropical persistente por alguns meses, cinco ou seis, o El Niño está configurado. É necessário que tenhamos, pelo menos, meio grau acima da média em toda a região central do Pacífico", completou o coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador.
O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. "Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido", esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta.
No Brasil, um dos lugares mais impactados pela atuação do ENOS é o Rio Grande do Sul. O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado, o que sustenta sistemas de baixa pressão sobre a região, resultando em tempestades e inundações. "Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste", acrescentou o meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Giovanni Dolif.
O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Coronel Luciano Chaves Boeira, compartilhou o que tem sido feito no estado para aumentar a proteção das pessoas. "A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho. O Rio Grande do Sul tem se preparado para possíveis desastres a partir do fortalecimento e ampliação das estruturas, com a criação de novos cargos e a chegada de especialistas. São profissionais da engenharia, arquitetura, hidrologia, meteorologia, geologia, geoprocessamento, entre outros. Isso vai aumentar nossa capacidade de preparação, resposta e suporte aos municípios", concluiu.
https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/chegada-do-el-nino-amplia-monito ramento-e-acoes-de-preparacao
"O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. 'Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido', esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta."
Com base na regência do verbo 'esclarecer' no contexto apresentado, analise a afirmativa correta.
 

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