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4134814 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem utilizada na passagem.

“Uma viagem de distância intergaláctica quando se tem 2 anos e pouco”.
 

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4134813 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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No trecho retirado do texto “Sem tricotar, talvez não tivéssemos chegado até aqui”, qual é o tempo e o modo do verbo composto sublinhado?
 

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4134812 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Analise as assertivas a seguir sobre o emprego das vírgulas em trechos retirados do texto:

I. Em “Ou melhor, o dia seguinte”, a vírgula foi empregada para isolar um termo de valor explicativo.
II. Em “Rapidinho saímos de casa, em Guarulhos, rumo ..... maternidade”, as vírgulas foram empregadas para isolar o aposto.
III. Em “Hoje, nem tanto”, a vírgula é facultativa, mas foi empregada nesse contexto para dar ênfase ao adjunto adverbial.

Quais estão corretas?
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os seguintes trechos retirados do texto, em relação aos mecanismos de coesão referencial e uso de pronomes, analise as assertivas abaixo:

I. Em “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental”, o termo “Ele” retoma o “diagnóstico”.
II. Em “As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo”, o pronome oblíquo “-lo” (l.20) retoma “modelo de negócios”.
III. Em “Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la”, o pronome oblíquo “-la” retoma “regulamentação”.

Quais estão corretas?
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador”, qual é a classificação sintática do termo sublinhado?
 

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abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à oração sublinhada no trecho “Esses mecanismos são acentuados pela hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono”, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho retirado do texto “O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido pelos próprios pais ou a própria escola”, analise as assertivas abaixo:

I. O sujeito da oração sofre a ação verbal.
II. O verbo “ser” é classificado como verbo de ligação.
III. O segmento “pelos próprios pais ou a própria escola” é classificado como agente da passiva.

Quais estão corretas?
 

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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
O valor discursivo da expressão sublinhada no trecho retirado do texto “É necessário que adotemos uma nova maneira de fazer as coisas e novas capacidades” veicula um sentido de:
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, analise as assertivas abaixo sobre a classificação do sujeito:

I. No trecho sublinhado em “Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma abordagem ponderada e baseada em evidências”, o sujeito é indeterminado.
II. Em “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam”, o trecho sublinhado apresenta sujeito inexistente (oração sem sujeito).
III. No trecho sublinhado em “Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa”, o sujeito é oracional.

Quais estão corretas?
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

 “Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma consistente o crescimento significativo dos riscos da internet”.
 “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular”.
 “Isso coincide com estudos que ___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes”.
 

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