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4134615 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS

Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais

Por Diogo Sponchiato e Victória Ribeiro

Nomofobia, FOMO, text neck, cibercondria, dependência digital... O dicionário de males

plantados pela vida entre telas — quase todos com nomes derivados do inglês, a língua-mãe da

comunicação on-line — não para de ganhar novas expressões. Não são patologias propriamente ditas,

dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus

impactos cada vez mais expressivos no __________. O motivo está à sua mão ou vista: o aparelho

que nos acompanha para conversar, trabalhar, relaxar e pedir comida. Se cada época tem suas

bênçãos e maldições, o celular do qual a sociedade já não pode se desgarrar é o símbolo máximo e

tangível de que as comodidades e a conexão têm seu preço. Um preço cobrado na forma de distúrbios

físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar

__________ de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso, mas, quando sai de lá (e como

sai), pode incitar doenças já consagradas nos manuais médicos.

Semana sim, outra também, é publicado um estudo mostrando os efeitos colaterais e nocivos

da onipresença das telas. Entre aqueles mais esperados e conhecidos, estão as repercussões

psicológicas. Um novo trabalho do Imperial College London, na Inglaterra, com base em dados de

2.000 crianças e adolescentes, constatou que aquelas que ficavam mais de três horas por dia

navegando nas redes sociais estavam mais expostas a ansiedade e depressão. Mas há consequências

inusitadas também. Pesquisadores sul-coreanos detectaram que a postura e os movimentos cobrados

pelo smartphone aumentam a formação de rugas na região do pescoço entre mulheres com menos

de 30 anos — o esperado é que os vincos surjam depois dos 40.

Os brasileiros estão entre os povos mais conectados do planeta: são, em média, nove horas na

internet diariamente. A grande questão é que, entre o estudo, o emprego e a diversão, a maquininha

drena tempo, atenção e energia sem que a maioria das pessoas se dê conta. Mas basta algo sair do

trilho (ou da tela) para começarem os problemas. “Hoje vemos uma necessidade crescente entre os

indivíduos de permanecerem conectados, e há queixas frequentes de irritabilidade ou sofrimento

quando há perda ou restrição do acesso”, diz a psicóloga Carla Cavalheiro, do Instituto de Psiquiatria

da USP. O desafio é que plataformas como as redes sociais, a um toque dos dedos, são programadas

para pescar a atenção do usuário. E, se o cérebro curtir a isca, ficará horas fisgado. Cada vez mais

cientes desse cenário propício ao descontrole, as autoridades começam a tomar medidas, amparadas

na lei, para mitigar os danos, que, além da saúde mental, também podem afligir os olhos, a coluna...

Trata-se de um comportamento que realmente tem as características de um vício. Embora a

dependência digital ainda não seja uma classificação diagnóstica formal, especialistas afirmam que

vem decolando o número de pacientes que procuram ajuda para ter uma relação mais equilibrada

com a peça. “São pessoas com prejuízo funcional, sofrimento psíquico e perda de controle”, descreve

Cavalheiro. “Elas vão negligenciando outras áreas da vida e continuam usando o aparelho mesmo

percebendo os impactos negativos”.

Para não deixar a situação se desgovernar lá adiante, já há um consenso de que o uso de telas

deve ser restringido na infância. Factível ou não, a missão dos pais começa a ser amparada por

políticas públicas, como a proibição de celulares nas escolas brasileiras. “Um menino que passa oito

horas por dia numa tela está sendo destruído. Isso deteriora sua capacidade de prestar atenção e sua

saúde mental”, afirma o pediatra Daniel Becker. E não é só o __________ psíquico que será cobrado

no futuro. A vida em ambientes fechados e cercada de telas já foi associada ao crescimento

astronômico dos casos de miopia — metade do planeta deverá usar óculos até 2050 —, ao

sedentarismo, que alimenta a pandemia de obesidade, e a uma porção de problemas posturais e

ortopédicos que resultam em dores. A coluna que o diga. A cena é conhecida: cabeça inclinada,

ombros projetados para a frente, olhar fixo na tela... “Repetida à exaustão, essa postura vai prejudicar

a região cervical, podendo comprometer ombros, cintura e punhos e gerando dores persistentes”, diz

o ortopedista Luiz Felipe Ambra. É assim que o celular se torna um propulsor de dores crônicas, que

atacam até os dedos que não desgrudam da tela.

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-aproblemas-fisicos-e-mentais – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os autores do texto usaram diferentes termos — como smartphone, aparelho etc. — para fazer referência ao telefone celular. A estratégia textual utilizada é um mecanismo coesivo referencial do tipo:
 

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4134613 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS

Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais

Por Diogo Sponchiato e Victória Ribeiro

Nomofobia, FOMO, text neck, cibercondria, dependência digital... O dicionário de males

plantados pela vida entre telas — quase todos com nomes derivados do inglês, a língua-mãe da

comunicação on-line — não para de ganhar novas expressões. Não são patologias propriamente ditas,

dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus

impactos cada vez mais expressivos no __________. O motivo está à sua mão ou vista: o aparelho

que nos acompanha para conversar, trabalhar, relaxar e pedir comida. Se cada época tem suas

bênçãos e maldições, o celular do qual a sociedade já não pode se desgarrar é o símbolo máximo e

tangível de que as comodidades e a conexão têm seu preço. Um preço cobrado na forma de distúrbios

físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar

__________ de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso, mas, quando sai de lá (e como

sai), pode incitar doenças já consagradas nos manuais médicos.

Semana sim, outra também, é publicado um estudo mostrando os efeitos colaterais e nocivos

da onipresença das telas. Entre aqueles mais esperados e conhecidos, estão as repercussões

psicológicas. Um novo trabalho do Imperial College London, na Inglaterra, com base em dados de

2.000 crianças e adolescentes, constatou que aquelas que ficavam mais de três horas por dia

navegando nas redes sociais estavam mais expostas a ansiedade e depressão. Mas há consequências

inusitadas também. Pesquisadores sul-coreanos detectaram que a postura e os movimentos cobrados

pelo smartphone aumentam a formação de rugas na região do pescoço entre mulheres com menos

de 30 anos — o esperado é que os vincos surjam depois dos 40.

Os brasileiros estão entre os povos mais conectados do planeta: são, em média, nove horas na

internet diariamente. A grande questão é que, entre o estudo, o emprego e a diversão, a maquininha

drena tempo, atenção e energia sem que a maioria das pessoas se dê conta. Mas basta algo sair do

trilho (ou da tela) para começarem os problemas. “Hoje vemos uma necessidade crescente entre os

indivíduos de permanecerem conectados, e há queixas frequentes de irritabilidade ou sofrimento

quando há perda ou restrição do acesso”, diz a psicóloga Carla Cavalheiro, do Instituto de Psiquiatria

da USP. O desafio é que plataformas como as redes sociais, a um toque dos dedos, são programadas

para pescar a atenção do usuário. E, se o cérebro curtir a isca, ficará horas fisgado. Cada vez mais

cientes desse cenário propício ao descontrole, as autoridades começam a tomar medidas, amparadas

na lei, para mitigar os danos, que, além da saúde mental, também podem afligir os olhos, a coluna...

Trata-se de um comportamento que realmente tem as características de um vício. Embora a

dependência digital ainda não seja uma classificação diagnóstica formal, especialistas afirmam que

vem decolando o número de pacientes que procuram ajuda para ter uma relação mais equilibrada

com a peça. “São pessoas com prejuízo funcional, sofrimento psíquico e perda de controle”, descreve

Cavalheiro. “Elas vão negligenciando outras áreas da vida e continuam usando o aparelho mesmo

percebendo os impactos negativos”.

Para não deixar a situação se desgovernar lá adiante, já há um consenso de que o uso de telas

deve ser restringido na infância. Factível ou não, a missão dos pais começa a ser amparada por

políticas públicas, como a proibição de celulares nas escolas brasileiras. “Um menino que passa oito

horas por dia numa tela está sendo destruído. Isso deteriora sua capacidade de prestar atenção e sua

saúde mental”, afirma o pediatra Daniel Becker. E não é só o __________ psíquico que será cobrado

no futuro. A vida em ambientes fechados e cercada de telas já foi associada ao crescimento

astronômico dos casos de miopia — metade do planeta deverá usar óculos até 2050 —, ao

sedentarismo, que alimenta a pandemia de obesidade, e a uma porção de problemas posturais e

ortopédicos que resultam em dores. A coluna que o diga. A cena é conhecida: cabeça inclinada,

ombros projetados para a frente, olhar fixo na tela... “Repetida à exaustão, essa postura vai prejudicar

a região cervical, podendo comprometer ombros, cintura e punhos e gerando dores persistentes”, diz

o ortopedista Luiz Felipe Ambra. É assim que o celular se torna um propulsor de dores crônicas, que

atacam até os dedos que não desgrudam da tela.

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-aproblemas-fisicos-e-mentais – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as regras de acentuação e de ortografia, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

• “Não são patologias propriamente ditas, dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus impactos cada vez mais expressivos no __________”.
• “distúrbios físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar __________ de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso”.
• “E não é só o __________ psíquico que será cobrado no futuro”.
 

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4134587 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as palavras estão em correta ordem alfabética.
 

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4134586 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a separação silábica da palavra está correta.
 

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4134585 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a palavra “conteúdos”, assinale a alternativa correta.
 

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4134584 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que contém dígrafo (encontro de duas letras que emitem um único som na pronúncia).
 

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4134583 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou contém alguma informação distorcida”, assinale a alternativa que apresenta um antônimo, ou seja, uma palavra com sentido contrário ao da palavra “enganosa”.
 

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4134582 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “mergulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais”, a palavra “universo” é classificada como:
 

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4134581 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo”, qual é o sentido da expressão sublinhada?
 

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4134580 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Você já seguiu algum conselho de saúde que viu nas redes sociais?

Por Redação VEJA Saúde 


Neste texto, merqulhamos no universo da desinformação em saúde nas redes sociais.

Com a ascen....ão dos vídeos curtos e das imagens geradas por inteligência artificial, estamos

viciados como nunca, e é cada vez mais difícil diferenciar o joio do trigo. Para ter uma ideia,

estudos _______ que cerca de metade dos conteúdos que circulam sobre saúde é enganosa ou

contém alguma informação distorcida. E isso numa época em que se confia menos na imprensa

e nas autoridades e mais na própria capacidade de dis....ernir se a mensagem é confiável ou

não.

De acordo com uma pesquisa da Trust Barometer, realizada pela agência de comunicação

Edelman, 39% dos brasileiros já deixaram de ouvir o próprio médico para seguir algum conselho

que viram nas redes. Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é

que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se

arrependeram.


(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/conexao-voce-ja-seguiu-algum-conselho-de-saude-queviu-nas-redes-sociais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Fizemos uma pergunta semelhante aos nossos seguidores e o resultado é que quase metade deles já adotou alguma orientação que viu na internet, sendo que 14% se arrependeram”, o termo “deles” faz referência a:
 

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