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Uma das marcas mais fortes da literatura machadiana é a correção
gramatical.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
“Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
Assinale a afirmação correta sobre a estruturação descritiva de um texto, com base nesse segmento.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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Read Text I and answer the question that follows.
Text I
Multiliteracy: the new basic skill for the 21st century classroom
We increasingly engage with texts that draw meaning beyond
written words from other sources. Images, sound, video clips and
gestures (alone and in combination) all play central roles in how
we communicate and interpret content.
This multimedia approach is especially evident in online
platforms and social media, where a single piece of content may
blend written language with videos, graphics, photos and other
visual elements. This change requires us to rethink what we mean
by literacy.
Nearly 30 years ago, a group of scholars, the New London
Group, recognised the need for a broader understanding of
literacy after observing a growing gap between the literacy needs
students faced outside of school and the print-based practices still
dominant in classrooms.
They introduced a concept of multiliteracies which
acknowledges that we now engage with texts that use multiple
modes of communication. We engage with these texts in different
media environments, each with their own practices and strategies.
The concept incorporates the literacy skills needed to acquire,
interpret, produce and evaluate the multimodal and multimedia
texts we encounter today.
For literacy education, this shift means updating classroom
aims, content and activities. The group developed a pedagogical
framework to help schools respond to the growing inequalities and
rapid changes in technology and the textual landscape.
The process starts with examining pupils’ everyday literacy
practices and experiences together. Then these practices are
approached analytically by introducing a metalanguage for
discussing the resources they use to create meaning. Students can
use this metalanguage to critically evaluate their literacy practices
which helps them understand how different modes of
communication work and how to use them effectively.
The pedagogy of multiliteracies also emphasises the design
and production of multimodal texts and collaborative learning in
linguistically and culturally diverse groups, rather than individual
reading activities. […]
Multiliteracies are already included in many European
curricula, and the European framework for key competencies for
lifelong learning defines literacy in a way that aligns with the
concept of multiliteracies. These policy documents and guidelines
provide a foundation for integrating multiliteracies into literacy
education.
Yet, research shows that there is still work to be done to
incorporate teaching multimodal literacy practices into
mainstream literacy education. While many teachers do include
multimodal texts in their classroom activities, tensions between
multimodal and traditional practices still exist.
Studies point out the huge challenges teachers face when they
adapt their teaching to the redefined literacies, and there are
concerns about teachers’ preparedness to teach multiliteracies.
They need support with training and appropriate materials. Teacher educators and policy makers must ensure that teachers
have substantial and concrete support.
Adapted from https://school-education.ec.europa.eu/en/discover/expertviews/multiliteracy-new-basic-skill-21st-century-classroom
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Leia o trecho inicial do prefácio do livro “As mentiras que os
homens contam”, de Luís Fernando Veríssimo:
“Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)
Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo
“Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)
Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo
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Leia o texto a seguir.
CIDADE DE DEUS
Barracos de caixas de tomate, madeiras de lei, carnaúba, pinho-de-riga, caibros cobertos, em geral, por telhas de zinco ou folhas de compensados. Fogueiras servindo de fogão para fazer o mocotó, a feijoada, o cozido, o vatapá, mas, na maioria das vezes, para fazer aquele arroz de terceira grudado, angu duro ou muito ralo, aqueles carurus catados no mato, mal lavados, ou simplesmente nada. Apenas olhares carcomidos pela fome, em frente aos barracos, num desespero absoluto e que por ser absoluto é calado. Sem fogueira para esquentar ou iluminar como o sol, que se estendia por caminhos muitas vezes sem sentido algum para os que não soltavam pipas, não brincavam de pique-pega e não se escondiam num pique-esconde.
Os abismos têm várias faces e encantam, atraem para o seu seio como as histórias em quadrinhos que chegavam ao morro compradas nas feiras da Maia Lacerda e do Rio Comprido, baratas como a tripa de porco que sobrava na casa do compadre maneiro que nem sempre era compadre de batismo. Era apenas o adjetivo, usado como substantivo, sinônimo de uma boa amizade, de um relacionamento que era tecido por favores, empréstimos impagáveis e consideração até na hora da morte.
São as pessoas nesse desespero absoluto que a polícia procura, espanca com seus cassetetes possíveis e sua razão impossível, fazendo com que elas, com seus olhares carcomidos pela fome, achem plausíveis os feitos e os passos de Zé Pequeno e de sua quadrilha pelos becos que, por terem só uma entrada, se tornam becos sem saídas, e achem, também, corriqueira essa visão de meia cara na quina do último barraco de cada beco de crianças negras ou filhas de nordestinos, de peito sem proteção, pé no chão, shorts rasgados e olhar já cabreiro até para o próprio amigo, que, por sua vez, se tornava inimigo na disputa de um pedaço de sebo de boi achado no lixo e que aumentaria o volume da sopa, de um sanduíche quase perfeito nas imediações de uma lanchonete, de uma pipa voada, ou de um ganso dado numa partida de bola de gude.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.)
Por meio de um texto em que predomina a tipologia descritiva, o capítulo inicial da obra Cidade de Deus, de Paulo Lins, apresenta, ao leitor, a ambientação da famosa favela homônima ao título do livro.
Das opções a seguir, marque aquela em que se apresentam dois substantivos que, por si sós e por seu contexto de uso, contribuem para que o leitor tome contato com a precariedade do ambiente.
CIDADE DE DEUS
Barracos de caixas de tomate, madeiras de lei, carnaúba, pinho-de-riga, caibros cobertos, em geral, por telhas de zinco ou folhas de compensados. Fogueiras servindo de fogão para fazer o mocotó, a feijoada, o cozido, o vatapá, mas, na maioria das vezes, para fazer aquele arroz de terceira grudado, angu duro ou muito ralo, aqueles carurus catados no mato, mal lavados, ou simplesmente nada. Apenas olhares carcomidos pela fome, em frente aos barracos, num desespero absoluto e que por ser absoluto é calado. Sem fogueira para esquentar ou iluminar como o sol, que se estendia por caminhos muitas vezes sem sentido algum para os que não soltavam pipas, não brincavam de pique-pega e não se escondiam num pique-esconde.
Os abismos têm várias faces e encantam, atraem para o seu seio como as histórias em quadrinhos que chegavam ao morro compradas nas feiras da Maia Lacerda e do Rio Comprido, baratas como a tripa de porco que sobrava na casa do compadre maneiro que nem sempre era compadre de batismo. Era apenas o adjetivo, usado como substantivo, sinônimo de uma boa amizade, de um relacionamento que era tecido por favores, empréstimos impagáveis e consideração até na hora da morte.
São as pessoas nesse desespero absoluto que a polícia procura, espanca com seus cassetetes possíveis e sua razão impossível, fazendo com que elas, com seus olhares carcomidos pela fome, achem plausíveis os feitos e os passos de Zé Pequeno e de sua quadrilha pelos becos que, por terem só uma entrada, se tornam becos sem saídas, e achem, também, corriqueira essa visão de meia cara na quina do último barraco de cada beco de crianças negras ou filhas de nordestinos, de peito sem proteção, pé no chão, shorts rasgados e olhar já cabreiro até para o próprio amigo, que, por sua vez, se tornava inimigo na disputa de um pedaço de sebo de boi achado no lixo e que aumentaria o volume da sopa, de um sanduíche quase perfeito nas imediações de uma lanchonete, de uma pipa voada, ou de um ganso dado numa partida de bola de gude.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.)
Por meio de um texto em que predomina a tipologia descritiva, o capítulo inicial da obra Cidade de Deus, de Paulo Lins, apresenta, ao leitor, a ambientação da famosa favela homônima ao título do livro.
Das opções a seguir, marque aquela em que se apresentam dois substantivos que, por si sós e por seu contexto de uso, contribuem para que o leitor tome contato com a precariedade do ambiente.
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Leia o texto a seguir.
Estrangeirismo é comum no vocabulário corporativo. Isso é bom ou ruim?
Briefing, approach, CEO, commodity, deadline, feedback… A lista de palavras de fora que se tornaram comuns em conversas no mundo corporativo está cada vez maior. Você sabe o significado de todas elas? Ou fica perdido tentando entender tantos termos estranhos? A solução para não ficar de fora é se adaptar. (...)
O excesso de termos em inglês na comunicação corporativa tem se tornado desafio para muita gente, afinal, a maior parte da população brasileira não fala um idioma estrangeiro: na última edição do índice internacional de proficiência na língua inglesa da Education First (EF), o Brasil foi rebaixado e parou de fazer parte do grupo das 40 nações com melhor desempenho no idioma. Dependendo da área em que você atua, pode ter ficado perdido tentando saber o que estava sendo dito em determinadas ocasiões. Isso até poderia dar início a uma discussão sobre se o uso de palavras em outras línguas no dia a dia profissional é ou não positivo, no entanto, o recado de especialistas é claro: para não ficar por fora, o melhor é se atualizar e tentar acompanhar.
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/trabalho-eformacao/2018/06/24/interna-trabalhoeformacao-2019,690611/estrangeirismo-ecomum-no-vocabulario-corporativo-isso-e-bom-ou-ruim.shtml acesso em 12.6.25
No texto, há algumas estratégias de aproximação com o leitor. Assinale a opção em que se revela uma dessas estratégias.
Estrangeirismo é comum no vocabulário corporativo. Isso é bom ou ruim?
Briefing, approach, CEO, commodity, deadline, feedback… A lista de palavras de fora que se tornaram comuns em conversas no mundo corporativo está cada vez maior. Você sabe o significado de todas elas? Ou fica perdido tentando entender tantos termos estranhos? A solução para não ficar de fora é se adaptar. (...)
O excesso de termos em inglês na comunicação corporativa tem se tornado desafio para muita gente, afinal, a maior parte da população brasileira não fala um idioma estrangeiro: na última edição do índice internacional de proficiência na língua inglesa da Education First (EF), o Brasil foi rebaixado e parou de fazer parte do grupo das 40 nações com melhor desempenho no idioma. Dependendo da área em que você atua, pode ter ficado perdido tentando saber o que estava sendo dito em determinadas ocasiões. Isso até poderia dar início a uma discussão sobre se o uso de palavras em outras línguas no dia a dia profissional é ou não positivo, no entanto, o recado de especialistas é claro: para não ficar por fora, o melhor é se atualizar e tentar acompanhar.
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/trabalho-eformacao/2018/06/24/interna-trabalhoeformacao-2019,690611/estrangeirismo-ecomum-no-vocabulario-corporativo-isso-e-bom-ou-ruim.shtml acesso em 12.6.25
No texto, há algumas estratégias de aproximação com o leitor. Assinale a opção em que se revela uma dessas estratégias.
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Leia o texto a seguir.
“...muitas figuras públicas que falam de amor e o utilizam como propaganda não o vivenciam de verdade. John Lennon pregava que deveríamos amar uns aos outros enquanto era agressivo em seu casamento. Woody Allen produz até hoje filmes sobre amor mesmo após ter sido acusado por sua própria filha de tê-la estuprado na infância. Ser capaz de vivenciar o amor plenamente, estudá-lo na busca por compreendê-lo e torná-lo constante na própria obra, é um êxito de poucos artistas e de pouquíssimos intelectuais.”
https://www.queridoclassico.com/2022/03/bell-hooks-amorcomo-legado.html acesso em 4.11.2025
Ao utilizar o sufixo superlativo na palavra sublinhada, a autora oferece, à expressão “pouquíssimos intelectuais” um sentido de
“...muitas figuras públicas que falam de amor e o utilizam como propaganda não o vivenciam de verdade. John Lennon pregava que deveríamos amar uns aos outros enquanto era agressivo em seu casamento. Woody Allen produz até hoje filmes sobre amor mesmo após ter sido acusado por sua própria filha de tê-la estuprado na infância. Ser capaz de vivenciar o amor plenamente, estudá-lo na busca por compreendê-lo e torná-lo constante na própria obra, é um êxito de poucos artistas e de pouquíssimos intelectuais.”
https://www.queridoclassico.com/2022/03/bell-hooks-amorcomo-legado.html acesso em 4.11.2025
Ao utilizar o sufixo superlativo na palavra sublinhada, a autora oferece, à expressão “pouquíssimos intelectuais” um sentido de
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Leia a notícia a seguir.
Polícia prende empresário suspeito de atirar e matar gari que fazia coleta de lixo
A vítima foi socorrida pela Polícia Militar e levada em uma viatura para o hospital, onde morreu.
Por g1 Minas — Belo Horizonte. 11/08/2025 16h24. Atualizado há uma semana
A polícia prendeu na tarde desta segunda-feira (11) o empresário René da Silva Nogueira Junior, suspeito de atirar e matar Laudemir de Souza Fernandes, um gari de 44 anos. O crime ocorreu após uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, em Belo Horizonte, enquanto a vítima trabalhava. A prisão ocorreu no bairro Estoril, em uma academia.
O suspeito, casado com uma delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, foi levado para o Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). (...)
https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/08/11/policia-prende-homemsuspeito-de-atirar-e-matar-gari-apos-discussao-de-transito.ghtml - acesso em 25.8.25
A coesão (gramatical e lexical) é um importante mecanismo de organização das informações em um texto.
Dentre as opções a seguir, marque aquela em que se identifica corretamente um elemento de coesão associado ao termo ao qual ele se refere no texto.
Polícia prende empresário suspeito de atirar e matar gari que fazia coleta de lixo
A vítima foi socorrida pela Polícia Militar e levada em uma viatura para o hospital, onde morreu.
Por g1 Minas — Belo Horizonte. 11/08/2025 16h24. Atualizado há uma semana
A polícia prendeu na tarde desta segunda-feira (11) o empresário René da Silva Nogueira Junior, suspeito de atirar e matar Laudemir de Souza Fernandes, um gari de 44 anos. O crime ocorreu após uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, em Belo Horizonte, enquanto a vítima trabalhava. A prisão ocorreu no bairro Estoril, em uma academia.
O suspeito, casado com uma delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, foi levado para o Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). (...)
https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/08/11/policia-prende-homemsuspeito-de-atirar-e-matar-gari-apos-discussao-de-transito.ghtml - acesso em 25.8.25
A coesão (gramatical e lexical) é um importante mecanismo de organização das informações em um texto.
Dentre as opções a seguir, marque aquela em que se identifica corretamente um elemento de coesão associado ao termo ao qual ele se refere no texto.
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