Foram encontradas 358.940 questões.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Saúde mental dos trabalhadores passa a integrar o
Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
A Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil
vivencia um momento de importante evolução normativa.
O capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que estabelece os requisitos para o Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais (GRO)
-
uma estrutura sistematizada
para a identificação de perigos, avaliação e controle de
riscos, análise de acidentes e preparação para
emergências, articulado com as demais ações de saúde
-
passou por significativa atualização mediante a Portaria
MTE no 1.419, de 27 de agosto de 2024.
Uma das inovações mais significativas da revisão, que
entrou em vigor no dia 26 de maio de2026, foi a inclusão
expressa dos fatores de riscos psicossociais relacionados
ao trabalho
-
ligados à forma como o trabalho é
organizado
-
que passam a integrar o gerenciamento de
riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos,
químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas
exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva,
conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de
gestão tornam-se passíveis de fiscalização e auditoria.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta,
sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora
se tornam exigência explícita dentro do Programa de
Gerenciamento de Riscos (PGR).
O conceito de sistema de gestão em segurança e
saúde no trabalho consolidou-se internacionalmente a
partir da década de 1970, impulsionado por avanços
científicos, industriais e regulatórios. A partir de então,
ficou claro que a prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais não se sustenta em ações pontuais, mas
exige uma abordagem estruturada e contínua.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lanÇou,
em março de 2026, o Manual de Interpretação e Aplicação
do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
(GRO). O objetivo da publicação é orientar empregadores,
trabalhadores, profissionais de segurança e saúde no
trabalho e demais atores sociais na implementação de um
sistema de gestão voltado à prevenção de riscos no
ambiente de trabalho.
O material apresenta orientações técnicas e
interpretativas sobre como identificar, avaliar e gerenciar
riscos ocupacionais, contribuindo para a correta aplicação
das atualizações recentes da NR-1. Entre os temas
abordados está também o gerenciamento dos riscos
psicossociais, que incluem fatores relacionados à
organização do trabalho que podem impactar a saúde
mental dos trabal hadores.
A iniciativa faz parte das ações do tt/TE para Íortalecer
a cultura de prevenção e incentivar a criação de ambientes
de trabalho mais seguros e saudávels. As orientações
tambem reforçam a importância da adoção de medidas
preventivas e da gestão contínua dos riscos ocupaclonais
nas organizações.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental dos
trabalhadores passa a integrar o Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais. Brasília, 2026 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Saúde mental dos trabalhadores passa a integrar o
Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
A Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil
vivencia um momento de importante evolução normativa.
O capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que estabelece os requisitos para o Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais (GRO)
-
uma estrutura sistematizada
para a identificação de perigos, avaliação e controle de
riscos, análise de acidentes e preparação para
emergências, articulado com as demais ações de saúde
-
passou por significativa atualização mediante a Portaria
MTE no 1.419, de 27 de agosto de 2024.
Uma das inovações mais significativas da revisão, que
entrou em vigor no dia 26 de maio de2026, foi a inclusão
expressa dos fatores de riscos psicossociais relacionados
ao trabalho
-
ligados à forma como o trabalho é
organizado
-
que passam a integrar o gerenciamento de
riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos,
químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas
exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva,
conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de
gestão tornam-se passíveis de fiscalização e auditoria.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta,
sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora
se tornam exigência explícita dentro do Programa de
Gerenciamento de Riscos (PGR).
O conceito de sistema de gestão em segurança e
saúde no trabalho consolidou-se internacionalmente a
partir da década de 1970, impulsionado por avanços
científicos, industriais e regulatórios. A partir de então,
ficou claro que a prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais não se sustenta em ações pontuais, mas
exige uma abordagem estruturada e contínua.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lanÇou,
em março de 2026, o Manual de Interpretação e Aplicação
do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
(GRO). O objetivo da publicação é orientar empregadores,
trabalhadores, profissionais de segurança e saúde no
trabalho e demais atores sociais na implementação de um
sistema de gestão voltado à prevenção de riscos no
ambiente de trabalho.
O material apresenta orientações técnicas e
interpretativas sobre como identificar, avaliar e gerenciar
riscos ocupacionais, contribuindo para a correta aplicação
das atualizações recentes da NR-1. Entre os temas
abordados está também o gerenciamento dos riscos
psicossociais, que incluem fatores relacionados à
organização do trabalho que podem impactar a saúde
mental dos trabal hadores.
A iniciativa faz parte das ações do tt/TE para Íortalecer
a cultura de prevenção e incentivar a criação de ambientes
de trabalho mais seguros e saudávels. As orientações
tambem reforçam a importância da adoção de medidas
preventivas e da gestão contínua dos riscos ocupaclonais
nas organizações.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental dos
trabalhadores passa a integrar o Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais. Brasília, 2026 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Saúde mental dos trabalhadores passa a integrar o
Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
A Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil
vivencia um momento de importante evolução normativa.
O capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que estabelece os requisitos para o Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais (GRO)
-
uma estrutura sistematizada
para a identificação de perigos, avaliação e controle de
riscos, análise de acidentes e preparação para
emergências, articulado com as demais ações de saúde
-
passou por significativa atualização mediante a Portaria
MTE no 1.419, de 27 de agosto de 2024.
Uma das inovações mais significativas da revisão, que
entrou em vigor no dia 26 de maio de2026, foi a inclusão
expressa dos fatores de riscos psicossociais relacionados
ao trabalho
-
ligados à forma como o trabalho é
organizado
-
que passam a integrar o gerenciamento de
riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos,
químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas
exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva,
conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de
gestão tornam-se passíveis de fiscalização e auditoria.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta,
sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora
se tornam exigência explícita dentro do Programa de
Gerenciamento de Riscos (PGR).
O conceito de sistema de gestão em segurança e
saúde no trabalho consolidou-se internacionalmente a
partir da década de 1970, impulsionado por avanços
científicos, industriais e regulatórios. A partir de então,
ficou claro que a prevenção de acidentes e doenças
ocupacionais não se sustenta em ações pontuais, mas
exige uma abordagem estruturada e contínua.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lanÇou,
em março de 2026, o Manual de Interpretação e Aplicação
do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora no 1 (NR-1),
que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
(GRO). O objetivo da publicação é orientar empregadores,
trabalhadores, profissionais de segurança e saúde no
trabalho e demais atores sociais na implementação de um
sistema de gestão voltado à prevenção de riscos no
ambiente de trabalho.
O material apresenta orientações técnicas e
interpretativas sobre como identificar, avaliar e gerenciar
riscos ocupacionais, contribuindo para a correta aplicação
das atualizações recentes da NR-1. Entre os temas
abordados está também o gerenciamento dos riscos
psicossociais, que incluem fatores relacionados à
organização do trabalho que podem impactar a saúde
mental dos trabal hadores.
A iniciativa faz parte das ações do tt/TE para Íortalecer
a cultura de prevenção e incentivar a criação de ambientes
de trabalho mais seguros e saudávels. As orientações
tambem reforçam a importância da adoção de medidas
preventivas e da gestão contínua dos riscos ocupaclonais
nas organizações.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde mental dos
trabalhadores passa a integrar o Gerenciamento de Riscos
Ocupacionais. Brasília, 2026 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Demanda por trabalhadores mantém mercado
resiliente, avalia IBGE
A demanda por trabalhadores em todos os
segmentos é o motivo da resiliência do mercado de
trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em
nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível
das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de
Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (tBGE), Adriana
Beringuy.
Conforme os dados PNAD Contínua, divulgada no
mês de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), a taxa de desemprego ficou em 5,8%o no
trimestre terminado em abril, um recuo de 0,8 pontos
percentuais (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025,
quando ficou em 6,6%. A taxa representa ainda alta de 0,4
p.p. na comparação com o período entre novembro de
2025 a janeiro de2026.
"Tem um mercado que gera trabalho e renda e
consegue manter-se sustentado porque há uma
diversificação da produção. Hoje, não é so o setor público
que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento
e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de
trabalho", explicou a coordenadora.
Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho
estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa
sustentabilidade caso a procura por trabalhadores
estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao
segmento informal.
"Na medida em que consegue ter vários setores
demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao
mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer
determinados efeitos até do ponto de vista
macroeconômico, que é a questão das taxas de juros",
disse.
Segundo a pesquisa, o rendimento real habitual
de todos os trabalhos chegou a R$ 3.732, o que significa
estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano.
Os resultados da PNAD-Contínua mensal de abril
deste ano, indicaram ainda que o número de empregados
no setor privado com carteira assinada, excluídos os
trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões.
Esse patamar signif ica estabilidade em
comparação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre
de 2025. Os sem carteira no setor privado somaram 13,3
milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.
Outra estabilidade registrada no mercado de
trabalho é a do número de empregados no setor público.
São '12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de
3,4%o ou mais 422 mil pessoas no ano. O número de
trabalhadores por conta própria (26 milhões) também
ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado
elevação de2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.
Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos
chegaram a 5,4 milhões, o que tambem é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos
268 mil pessoas.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / nolicia/2026-
05/demanda-por-trabalhadores-mantem-mercado-resiliente-avalia -
ibge (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
RS tem 'alto risco' para doenças respiratórias por
baixa adesão à vacina da gripe, aponta Fiocruz
O Rio Grande do Sul entrou em nível de alto risco
para casos de Síndrome Respiratoria Aguda Grave (SRAG).
A classificação foi divulgada em um novo boletim da
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no dia 28 de maio.
O aumento de internações e a baíxa adesão à
vacina contra a gripe causam o cenário de alerta no
estado. A campanha de vacinação contra a influenza
terminou no último final de semana, mas apenas 42%" do
público-alvo recebeu a dose.
A adesão é considerada baixa pela Secretaria
Estadual de Saúde (SES). Menos da metade dos idosos e
das gestantes procurou os postos. Entre as crianças,
apenas uma em cada quatro foi imunizada.
O Rio Grande do Suljá registrou mais de 4,g mil
internações por síndrome respiratória em 2026. A doença
causou 322 mortes no estado. Segundo especialistas, a
queda nas temperaturas aumenta a circulação e apenas a
vacina previne sintomas severos e internações em UTIs.
Em Capão Bonito do Sul, na Região Norte, um
surto de gripe infectou 50 alunos e provocou o
cancelamento das aulas por dois dias.
Em Santo Ângelo, nas Missões, o uso de máscara
voltou a ser obrigatório em unidades de saúde. Em passo
Fundo, no Norte, a imunização foi ampliada para o público
em geral. Já Santa Maria, na Região Central, abriu três
novos pontos de vacinação para este fim de semana.
A aplicação das doses continua nos postos de
saúde enquanto houver estoque, mesmo com o fim oÍicial
da campanha. Para receber a vacina, e necessário
apresentar documento de identificação e, se possível, a
carteira de vacinação.
Fonte: https://g 1 .globo.com/rslrio grande do_
sul/nolicia/2026/05/29/rs-lem-alto-risco-para-doencas- respiratoriaspor-baixa-adesao-a-vacina-da-gripe-aponta-fiocruz.ghtml (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container