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4189415 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
PODCAST
Bem viver nas cidades/ #3 águas urbanas
Neste episódio, uma conversa sobre águas urbanas com Raquel Ludermir, da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, da Associação Gris; e Halan Jackson de Assis, do Fórum de Juventudes do Bom Jardim. Ouça agora o 3º e último episódio da série “Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique, com a com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).
Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza. Disponível agora no Guilhotina!
Disponível em: https://diplomatique.org.br/bem-viver-nas-cidades-3-aguasurbanas/. Acesso em: 15 jan. 2026.
A nota do Le Monde Diplomatique-Brasil esclarece o leitor sobre uma série de podcasts como uma área importante do jornal. Atualmente, esses podcasts têm crescido nas redes sociais e abrangido variados públicos. Com base na Nota introdutória ao Podcast Bem viver nas cidades, é possível afirmar que a leitura sobre esse veículo informativo tem
 

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4189414 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Texto 5
Vozes-mulheres
A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta no fundo
das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.
EVARISTO, Conceição. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/923- conceicao-evaristo-vozes-mulheres. Acesso em: 15 jan. 2025.
Os vocábulos compostos “vozes-mulheres” e “brancosdonos” existentes no poema de Conceição Evaristo revelam uma construção que
 

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4189413 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Texto 5
Vozes-mulheres
A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta no fundo
das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.
EVARISTO, Conceição. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/24-textos-das-autoras/923- conceicao-evaristo-vozes-mulheres. Acesso em: 15 jan. 2025.
A voz discursiva no poema de Conceição Evaristo desperta no leitor
 

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4189412 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO

Leia o texto a seguir.

Enunciado 4767978-1

Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/03/08/enfrentar-aextrema-direita-e-enfrentar-a-violencia-que-as-mulheres-ja-conhecem-diz-cidagoncalves/. Acesso em: 15 jan. 2026.

Uma campanha publicitária é construída com base em informações de natureza verbal e não verbal. Na campanha contra o feminicídio, a apresentação das informações verbais é construída a partir de

 

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4189411 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Leia o texto a seguir.
A criminalização do abuso sexual a partir do Código Penal e do ECA

O Código Penal, assim como o Estatuto da Criança e do Adolescente, criminaliza diversas condutas cometidas contra a criança e adolescente. O delito de abuso está tipificado no artigo 217-A do Código Penal e diz que: – Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: Pena — reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos, este crime qualifica Estupro de Vulnerável. Já o artigo 213 – Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Pena – reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos. E o artigo 218 – Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. (BRASIL. Código Penal Brasileiro/1940).
Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/a-criminalizacao-do-abusosexual-a-partir-do-codigo-penal-e-do-eca/1872493559. Acesso em: 10 jan. 2026.

Do ponto de vista do discurso legal, o texto jurídico deve seguir padrões organizacionais, tais como
 

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4189410 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO

Tirinha 1


Enunciado 4767976-1

A sequência de verbos apresentados em primeira pessoa do singular no terceiro quadrinho tem por objetivo
 

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4189409 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO

Tirinha 1


Enunciado 4767975-1

Na imagem, a organização temática da tira se dá mediante
 

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4189408 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Texto 4
‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC
Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
No encadeamento textual, a expressão “na verdade”, contida na resenha, tem a função linguística de
 

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4189407 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Texto 4
‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC
Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
O modo discursivo representado pela resenha do filme O Agente Secreto reflete uma opção por sequências descritivas que
 

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4189406 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
Texto 4
‘O Agente Secreto’ é um ‘thriller político estiloso e vibrante’ candidato a Oscar, diz crítico da BBC
Um dos maiores destaques da temporada de premiações de 2025 foi Ainda Estou Aqui, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional e que retrata a crueldade da ditadura militar no Brasil nos anos 70. Agora, um outro filme, com a mesma temática, está ganhando atenção e também se destaca na próxima temporada de premiações. O diretor Kleber Mendonça Filho foi premiado em Cannes e o protagonista Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator, o primeiro nessa categoria conquistada por uma obra brasileira no festival francês. O filme se passa na cidade de Recife, durante o efervescente Carnaval e transborda sexo, tiroteios, matadores de aluguel e carros antigos — e mostra uma perna humana decepada encontrada na barriga de um tubarão. Mesmo com todo o visual exagerado, com cores vibrantes e uma estética grindhouse, O Agente Secreto está enraizado nas angústias de tragédias reais de cidadãos comuns. Na verdade, seu herói não é um agente secreto, apesar de Wagner Moura ser alto, moreno e tão charmoso quanto qualquer outro superespião do cinema. Ele interpreta Marcelo, um sujeito pacato que aparece na primeira cena dirigindo o seu fusca amarelo com destino a Recife.
O filme não tem pressa, mas, aos poucos, descobrimos que Marcelo é um professor viúvo que se opôs às tentativas de um funcionário do governo de roubar sua pesquisa patenteada. Agora, Marcelo planeja se reencontrar com o filho pequeno, que mora com os avós, e conseguir os documentos para deixar o país. Enquanto isso, trabalha disfarçado em um cartório, onde espera encontrar ao menos uma prova oficial da existência de sua falecida mãe. Antes mesmo de chegar a Recife, Marcelo encontra um cadáver no pátio de um posto de gasolina — um corpo que ninguém se deu ao trabalho de remover —, o que mostra que ele não é ingênuo sobre o quanto a vida está difícil naquele momento. Mas Marcelo fica chocado ao descobrir que um dos seus inimigos antigos contratou dois assassinos para segui-lo e fica horrorizado com a falta de moral do chefe da polícia local.
Marcelo observa os acontecimentos de Recife com um olhar de turista maravilhado. Ele ri incrédulo de um gato de duas caras, da obsessão de seu filho em assistir Tubarão no cinema, das pessoas fazendo sexo em lugares públicos, e de uma lenda urbana surreal sobre uma perna decepada que volta à vida e chuta homens em um local de paquera.
Com mais de duas horas e meia de duração, o filme divaga aqui e ali, acompanhando vários personagens que sonham em fugir do Brasil. Um dos temas centrais do filme é o que é lembrado e o que é esquecido no Brasil, e Kléber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes antes que eles sejam apagados para sempre. Além de riqueza e comédia para a trama de espionagem, esses detalhes da época reforçam a melancolia silenciosa que Wagner Moura transmite tão bem em cena: de um jeito ou de outro, Marcelo não vai ficar no Brasil por muito tempo para aproveitar tudo isso. Uma perseguição pelas ruas da cidade, coreografada com maestria, leva a um clímax sangrento e espetacular, mas, assim como em Ainda Estou Aqui, ainda há perguntas perturbadoras a serem respondidas e mistérios a serem resolvidos. Afinal de contas, de quem era aquela perna na barriga do tubarão?
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4geld2gk1go. Acesso em: 15 jan. 2026.
A resenha do filme O Agente Secreto, como um gênero de opinião, tem por objetivo
 

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