Foram encontradas 353.878 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como a inteligência artificial já consegue ler
pensamentos
A mulher estava imóvel, exceto pelas subidas e descidas
da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego
I. A expressão 'algum dia', formada por um pronome e um substantivo, exerce função adverbial, indicando uma noção vaga ou indeterminada de tempo, ou seja, refere-se a um dia não especificado no passado.
II. O vocábulo 'radicalmente' é um advérbio formado a partir de um adjetivo. Por outro lado, existem adjetivos que podem assumir valor de advérbio, como ocorre na frase 'Clarice escorregou, caiu e bateu forte no chão'.
III. A forma verbal 'interagimos', ao ser flexionado para a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo, sofre alternância consonantal, evidenciando a adaptação ortográfica necessária para preservar a regularidade fonética do radical.
IV. O vocábulo 'mesmos' apresenta valor gramatical distinto daquele empregado na frase 'Foi mesmo um grande prazer planejar e fazer essa viagem'.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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Como a inteligência artificial já consegue ler
pensamentos
A mulher estava imóvel, exceto pelas subidas e descidas
da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
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O vocábulo 'neurocientistas' não possui hífen. Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado de forma INCORRETA, com ou sem hífen.
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Como a inteligência artificial já consegue ler
pensamentos
A mulher estava imóvel, exceto pelas subidas e descidas
da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
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já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
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Considerando a acentuação dos vocábulos presentes no texto, bem como daqueles apresentados fora de contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'eletrodo', sem acento, deve ser pronunciado com a penúltima sílaba tônica, sendo, portanto, uma palavra paroxítona, assim como os vocábulos 'avaro' e 'rubrica', todos grafados corretamente sem acento.
II. A regra de acentuação aplicada ao vocábulo 'minúsculo' difere daquela que se aplica aos vocábulos 'cheiíssimo' e 'veículo', pois estes últimos seguem outra regra específica de acentuação.
III. O vocábulo 'feixe' é uma palavra paroxítona com ditongo, que nunca recebeu acento. Diferentemente de 'boia' e 'anzois', que também são paroxítonas com ditongos, mas perderam o acento por apresentarem ditongos abertos.
IV. O verbo 'ler', quando conjugado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, exemplifica um caso de palavra que sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico. Diferentemente, os verbos 'ter' e 'pôr' não sofreram alterações.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego
I. No período, há uma oração principal e uma oração subordinada adjetiva explicativa.
II. A oração 'que desenvolve interfaces entre o cérebro e computadores...' é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
III. O verbo 'começar' pertence a uma oração com sujeito oculto, diferentemente da frase 'Despediram-se muito cedo os amigos', que apresenta sujeito indeterminado.
IV. O verbo 'afirmar' apresenta um objeto direto oracional.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
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agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego
I. O estudo da Universidade de Stanford envolveu apenas pacientes que tinham sofrido AVC recentemente e que haviam perdido totalmente a capacidade de falar.
II. O sistema desenvolvido traduz pensamentos em texto em tempo real, permitindo que a mulher voltasse a falar fluentemente em voz alta, sem depender de qualquer tecnologia adicional.
III. Pesquisadores japoneses replicaram exatamente a técnica desenvolvida em Stanford, utilizando implantes cerebrais idênticos e submetendo todos os pacientes aos mesmos procedimentos cirúrgicos.
IV. A técnica usada combina inteligência artificial com sinais neurais, decodificando o que a pessoa imagina dizer, sem necessidade de comunicação verbal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
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trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego
No trecho acima, tanto as formas verbais quanto nominais estabeleceram concordância correta. Considerando as regras de concordância nominal e verbal segundo a norma-padrão, analise as frases a seguir:
I. Devem haver cinco premiados na cerimônia de entrega dos prêmios.
II. Da turma, 70% conseguiu atingir a meta.
III. Aos poucos clara se mostravam a situação e o perigo.
IV. É proibido a permanência de pessoas estranhas no recinto.
Levando em conta as regras de concordância verbal e nominal, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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da sua respiração. Seus olhos estavam fixos e
concentrados e as mãos fechadas como em um soco.
Palavras se formavam em uma tela à sua frente e se
reuniam lentamente, formando frases inteiras, que ela
não conseguia dizer em voz alta.
Ela tem 52 anos de idade e ficou paralisada por um AVC
19 anos antes, sem poder falar com clareza. Mas, agora,
seu monólogo interno aparecia em frente aos seus olhos.
Identificada apenas como participante T16, a mulher
recebeu um minúsculo feixe de eletrodos, inserido
cirurgicamente em um lóbulo na frente do cérebro.
Agora, um computador, alimentado por uma forma de
inteligência artificial, decodifica os sinais produzidos
pelos seus neurônios enquanto ela imagina dizer
palavras. O sistema traduz os sinais em texto e mostra
em uma tela.
Ela fez parte de um estudo da Universidade de Stanford,
no Estado americano da Califórnia, ao lado de três
outros pacientes com a doença neurodegenerativa
esclerose lateral amiotrófica (ELA). O objetivo é testar
uma técnica capaz de traduzir pensamentos em texto,
em tempo real.
Foi o mais próximo que os cientistas já chegaram de
uma forma de "ler pensamentos".
Os pesquisadores publicaram suas realizações em
agosto de 2025. Alguns meses depois, pesquisadores
japoneses revelaram uma técnica de "legendar a mente",
capaz de gerar descrições precisas e detalhadas do que
uma pessoa está observando ou imaginando.
Ela combina três ferramentas de IA diferentes com
imagens cerebrais não invasivas para traduzir a atividade
cerebral da pessoa.
Estes dois estudos são os mais recentes de uma série
de inovações que vêm oferecendo aos neurocientistas
uma nova visão do funcionamento interno do cérebro
humano e fornecendo oportunidades de ajudar pessoas
incapazes de se comunicar de outra maneira.
Algum dia, estes avanços poderão transformar
radicalmente a forma como todos nós interagimos com o
mundo à nossa volta e até entre nós mesmos.
"Nos próximos anos, começaremos a ver essas
tecnologias sendo comercializadas e implementadas em
escala", afirma a neuroengenheira Maitreyee Wairagkar,
que desenvolve interfaces entre o cérebro e
computadores no laboratório de neuropróteses da
Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados
Unidos.
Diversas empresas, incluindo a Neuralink, de Elon Musk,
já procuram produzir chips cerebrais comerciais que
trarão esta tecnologia do laboratório para o mundo real.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg59xg4zego
Com base na regência verbal, analise as afirmativas acerca dos verbos empregados no trecho, bem como de outros verbos em contextos distintos e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) O verbo 'oferecer' atua como bitransitivo, apresentando objeto direto e indireto explícitos no período.
( ) Semelhante à transitividade do verbo 'oferecer', o verbo 'informar' exige dois complementos, como em 'Informei ao cliente o andamento do processo'.
( ) O verbo 'agradar' quando significa 'acariciar' pede objeto direto, como em 'O pai a agradava'.
( ) O verbo 'satisfazer' pode exigir objeto direto ou complemento preposicionado, como em 'Satisfaço o seu pedido' e 'Satisfaço ao seu pedido', sendo ambas formas corretas.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Saudade do médico da família
Quando eu era criança, havia um médico para tudo e
para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha
febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na
vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona.
Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A
medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe
um especialista para cada pedaço do corpo humano. O
coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono,
a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor
de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no
seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto
mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais
precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto
do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico
da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era
alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático,
quem exagerava nos sintomas e quem só procurava
ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele
conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em
vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede
exames do coração. Ao endocrinologista, que pede
exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que
investiga o estômago. O neurologista quer uma
ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz
seu trabalho com competência. Mas raramente
conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de
coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um
consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais
um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco
tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena
farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento
anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser
tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não
estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta:
"Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga:
Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes,
recomendações complexas. E então surge uma nostalgia
inesperada: a saudade daquele médico antigo que
sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia:
"Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas
sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do
corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o
paciente seja atirado que nem uma bola de
pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez
esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o
ser humano não é uma coleção de órgãos
independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas
brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja
justamente aquele profissional capaz de fazer algo que
parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.
https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
Analise a classificação das palavras 'médico' e 'vesícula' quanto à posição da sílaba tônica e à acentuação gráfica. Em seguida, identifique, entre os vocábulos das alternativas a seguir, aqueles que devem receber acento pela mesma regra.
I. Estereotipo, veiculo e cheiissimo.
II. Pudico, vitima e transito.
III. Avaro, sarcofago e ridiculo.
IV. Caracteres, prototipo e quadruplo.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as palavras que deverão ser acentuadas pela mesma regra das apresentadas no comando da questão.
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Saudade do médico da família
Quando eu era criança, havia um médico para tudo e
para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha
febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na
vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona.
Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A
medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe
um especialista para cada pedaço do corpo humano. O
coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono,
a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor
de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no
seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto
mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais
precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto
do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico
da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era
alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático,
quem exagerava nos sintomas e quem só procurava
ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele
conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em
vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede
exames do coração. Ao endocrinologista, que pede
exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que
investiga o estômago. O neurologista quer uma
ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz
seu trabalho com competência. Mas raramente
conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de
coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um
consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais
um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco
tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena
farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento
anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser
tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não
estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta:
"Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga:
Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes,
recomendações complexas. E então surge uma nostalgia
inesperada: a saudade daquele médico antigo que
sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia:
"Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas
sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do
corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o
paciente seja atirado que nem uma bola de
pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez
esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o
ser humano não é uma coleção de órgãos
independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas
brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja
justamente aquele profissional capaz de fazer algo que
parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.
https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
I. O narrador tem nostalgia de um modelo de atendimento em que o médico acompanhava o paciente de forma global.
II. A saudade expressa pelo autor relaciona-se diretamente ao período em que a medicina ainda não dispunha de avanços tecnológicos.
III. O texto afirma que há insatisfação dos pacientes com o excesso de exames solicitados pelos especialistas.
IV. Atualmente, em razão da falta de informação, muitos pacientes enfrentam dificuldades para acessar diferentes especialidades médicas.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
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Saudade do médico da família
Quando eu era criança, havia um médico para tudo e
para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha
febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na
vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona.
Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A
medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe
um especialista para cada pedaço do corpo humano. O
coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono,
a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor
de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no
seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto
mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais
precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto
do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico
da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era
alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático,
quem exagerava nos sintomas e quem só procurava
ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele
conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em
vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede
exames do coração. Ao endocrinologista, que pede
exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que
investiga o estômago. O neurologista quer uma
ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz
seu trabalho com competência. Mas raramente
conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de
coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um
consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais
um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco
tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena
farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento
anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser
tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não
estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta:
"Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga:
Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes,
recomendações complexas. E então surge uma nostalgia
inesperada: a saudade daquele médico antigo que
sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia:
"Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas
sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do
corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o
paciente seja atirado que nem uma bola de
pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez
esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o
ser humano não é uma coleção de órgãos
independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas
brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja
justamente aquele profissional capaz de fazer algo que
parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.
https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
Considerando a função sintática, analise as afirmativas a seguir e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) O pronome 'que' é um pronome relativo empregado para retomar 'médico', exercendo a função de sujeito na oração.
( ) O verbo 'haver', no trecho, é impessoal e intransitivo, empregado no sentido de 'existir', razão pela qual a oração não apresenta sujeito.
( ) Caso o verbo 'haver' fosse substituído por 'existir', o vocábulo 'médico' passaria a exercer a função de núcleo do sujeito da oração, uma vez que o verbo deixaria de ser impessoal.
( ) O vocábulo 'primeiras' exerce a mesma função sintática da expressão 'dos pais' na frase 'A visita dos pais deixou os filhos felizes'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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