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Barco fica três horas à deriva e é resgatado no litoral do Paraná
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) resgatou um barco à deriva na tarde desta sexta-feira
(20/02), próximo à Ilha da Galheta, em Pontal do Sul, Pontal do Paraná. O Batalhão de Polícia
Militar Ambiental (BPMA) foi acionado após uma ligação informando sobre um barco sem controle
na região.
A equipe policial localizou dois tripulantes a cerca de três milhas da costa. Os ocupantes
relataram que a embarcação sofreu uma pane mecânica e estavam à deriva por
aproximadamente três horas, tentando obter ajuda. O BPMA realizou o reboque do barco até o
terminal de embarque de Pontal do Sul, garantindo a segurança dos navegadores
Após o resgate, uma equipe da Capitania dos Portos assumiu o atendimento para as
providências finais. A ação resultou no atendimento seguro de dois tripulantes e no resgate da
embarcação, evitando possíveis acidentes ou complicações no mar.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/barco-fica-tres-horas-a-deriva-e-eresgatada-no-litoral-do-parana/
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Barco fica três horas à deriva e é resgatado no litoral do Paraná
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) resgatou um barco à deriva na tarde desta sexta-feira
(20/02), próximo à Ilha da Galheta, em Pontal do Sul, Pontal do Paraná. O Batalhão de Polícia
Militar Ambiental (BPMA) foi acionado após uma ligação informando sobre um barco sem controle
na região.
A equipe policial localizou dois tripulantes a cerca de três milhas da costa. Os ocupantes
relataram que a embarcação sofreu uma pane mecânica e estavam à deriva por
aproximadamente três horas, tentando obter ajuda. O BPMA realizou o reboque do barco até o
terminal de embarque de Pontal do Sul, garantindo a segurança dos navegadores
Após o resgate, uma equipe da Capitania dos Portos assumiu o atendimento para as
providências finais. A ação resultou no atendimento seguro de dois tripulantes e no resgate da
embarcação, evitando possíveis acidentes ou complicações no mar.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/barco-fica-tres-horas-a-deriva-e-eresgatada-no-litoral-do-parana/
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Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa
Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15)
em Assunção, no Paraguai.
Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser
enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de
inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso
foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por
ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas
seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No
dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva
decretada e, desde então, estava foragido.
Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado
até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
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Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa
Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15)
em Assunção, no Paraguai.
Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser
enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de
inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso
foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por
ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas
seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No
dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva
decretada e, desde então, estava foragido.
Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado
até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
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Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa
Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15)
em Assunção, no Paraguai.
Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser
enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de
inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso
foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por
ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas
seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No
dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva
decretada e, desde então, estava foragido.
Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado
até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
I – A palavra ex-esposa possui prefixo. II – A palavra facadas possui sufixo. III – As palavras mas e ciúmes possuem desinência de número.
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- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa
Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15)
em Assunção, no Paraguai.
Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser
enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de
inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso
foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por
ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas
seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No
dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva
decretada e, desde então, estava foragido.
Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado
até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
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Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Marcos Panissa, condenado a mais de 20 anos de prisão, por matar a ex-esposa
Fernanda Estruzani Panissa com 72 facadas, foi preso no início da tarde desta quarta-feira (15)
em Assunção, no Paraguai.
Ainda não há informações sobre as circunstâncias da prisão, nem quando ele deve ser
enviado ao Brasil. A TV Globo apurou que ele estava sendo monitorado pelo serviço de
inteligência da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad).
O crime aconteceu em Londrina, no Norte do Paraná, no dia 6 de agosto de 1989. O caso
foi abordado no programa Linha Direta, da TV Globo. Marcos confessou ter cometido o crime por
ciúmes. Na época, ele tinha 23 anos. Fernanda tinha 21.
Marcos foi condenado duas vezes pelo assassinato da ex-esposa, em 1991 e 1992, mas
seus advogados recorreram e conseguiram que ele respondesse ao processo em liberdade. No
dia do terceiro julgamento, em 1995, ele não compareceu ao Tribunal, teve a prisão preventiva
decretada e, desde então, estava foragido.
Segundo decisão da juíza Elisabeth Khater, em 2018, se Panissa não fosse encontrado
até novembro de 2028, o processo iria prescrever e ele não poderia ser preso.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
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Ao apoiar uma equipe em serviço externo, o agente recebe um
croqui com indicação de ponto de referência, alinhamento da via,
distância aproximada entre dois elementos e posição prevista para
a intervenção. Para evitar erro de execução, a leitura desse
material deve levar o agente a:
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Em um ginásio municipal, após uma atividade aberta à
comunidade, o vigia encontra uma pasta esquecida sobre a
arquibancada, contendo documentos pessoais e formulários de
atendimento. Enquanto ele verifica o local, uma pessoa pergunta se
pode olhar a pasta para tentar identificar o dono. Nessa situação, a
postura adequada do vigia consiste em:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Farofa, a comida mestiça que está na mesa dos pobres e dos
ricos
Eu vou saudar a farofa! Ela nunca exige protagonismo. Está
ali, na beirada do prato, como quem não quer chamar atenção,
mas, silenciosamente, sustenta toda a estrutura da refeição. Tire
a farofa da mesa e logo surge um desconforto, uma ausência que
ninguém consegue nomear, mas todos sentem. Ela tem a
estranha virtude dos coadjuvantes indispensáveis.
As raízes da farofa estão na mandioca, planta domesticada
pelos povos originários muito antes de qualquer europeu sonhar
em atravessar oceanos. A farinha de mandioca, assim, se tornou
não só base alimentar, mas também uma herança cultural. E sim,
já existia ali uma espécie de farofa — farinha tostada na gordura
da caça, enriquecida com pedaços de peixe, raízes, frutas ou
ervas locais.
Depois veio o choque da colonização. Junto dele, a
presença forçada dos africanos, sequestrados de suas terras, que
trouxeram para a cozinha brasileira um repertório de técnicas e
sabores que mudou tudo. Na mistura ameríndia, entraram as
gorduras generosas, os miúdos, as carnes defumadas, as cebolas
dourando, o dendê, as especiarias. A cozinha virou espaço de
resistência, de criação, de memória e de reinvenção.
Sérgio Buarque fala que as famílias do interior colonial
torravam todos os dias sua mandioca. Era uma “fineza da terra”,
uma sofisticação em meio agreste e rude. Ela viaja no alforje
bandeirante e acompanha a lida do gado. Sobrevive a viagens.
Misturada ao charque, alimenta a colônia.
Os portugueses, sempre pragmáticos, se adaptaram. Sem
trigo para o pão, adotaram a farinha de mandioca como
substituto. Trouxeram carnes curadas, embutidos, métodos de
charcutaria, e acrescentaram novas camadas a esse prato que
nunca se apresenta como prato.
O curioso é que, apesar de carregar toda essa história, a
farofa nunca pede palco. Está ali para servir, para acompanhar,
para dar sentido ao conjunto. Ninguém recebe apenas com um
prato de farofa, mas fica uma lacuna se ela desaparecer.
E há, talvez, algo de profundamente brasileiro nisso. A
farofa é, por definição, a comida mestiça, da adaptação, da
criatividade. É improviso! É nacional e local. Sai do solo como
mandioca/macaxeira/aipim. Torna-se uma “poupança
enterrada” que pode ser sacada quando necessária. Diferente de
uma fruta que amadurece e exige ser colhida imediatamente, a
raiz da mandioca dorme, engrossa e anuncia que aguardará
semanas, meses, anos até ser resgatada e saciar fome.
Geógrafos deterministas dizem que milho e arroz geram
Estado e burocracia. A mandioca é mais libertadora de estruturas
políticas complexas.
Ela está na mesa do pobre e do rico. No almoço apressado
da obra, surge da farinha tostada com um pouco de sal e
gordura. No restaurante estrelado, esconde-se sob a alcunha de
“farofa de panko com manteiga trufada e castanhas”. Ela circula
com a mesma desenvoltura no churrasco de esquina e no brunch
gourmet. Pode ser feita com ovo (adoro!), banana, bacon,
torresmo, cebola, carne-seca, cogumelo, amêndoas ou até
daquela última bolacha esquecida no fundo do armário. O século
dezenove adorava com banha de porco, mas incorpora bem a
manteiga e o azeite de oliva. Metamorfose absoluta: aumenta o que é pouco, engrossa o que é ralo e esfria o que é quente. É um
signo aberto em plena mesa.
A farinha funciona com o luxo e com a escassez. A farofa
não julga. Ela aceita o que há. Vive do que sobra. Sobrevive do
que se oferece. E, ainda assim, nunca é menos. Ela contraria o
zelo nutricional. Você pegou arroz e batatas? Nada como uma
farofinha por cima para unir de forma harmoniosa a cota de
carboidratos. Engordou? O culpado será o pudim e a batata frita.
A farofa é inimputável. A barriga sempre será de “chope”, jamais
de mandioca.
A farofa é única e autoral. Ela nunca sai igual, porque nunca
somos os mesmos.
A farofa é Heráclito puro: tudo flui ou se
esfarela... Cada farofa é uma fotografia daquele dia, uma digital
irrepetível. É feita do que tinha, de quem estava, de como a vida
se apresentou naquela hora. Talvez seja como o vinho. Cada
safra carrega o clima, a terra, o tempo, a mão do produtor, o jeito
da uva naquele ano. E é justamente isso que torna cada garrafa
única. Assim também é a farofa. Nunca se repete. E, por isso, é
tão especial.
No fim, como a vida, farofa não tem receita. E talvez essa
seja a beleza única da planta. No fundo, a vida é feita disso. De
memória, de afeto e de esperança. Esperança de que, enquanto
houver gente, haverá também farofa. E que, afinal, todos somos
“farofeiros da vida” – improvisando, sobrevivendo, rindo e
despejando colheradas da deliciosa farofa sobre o prato. Comida
é afeto e cultura. Vai uma farofinha no seu domingo?
Autor: Leandro Karnal - Estadão (adaptado).
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