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Mulheres adoecem mais, e muitas ainda não são ouvidas.
Quando observamos que cerca de 80% dos
diagnósticos de doenças autoimunes no mundo
pertencem a mulheres, esse dado indica um
problema relevante de saúde, ainda pouco
enfrentado com a devida profundidade. Doenças
autoimunes são aquelas em que o sistema
imunológico está desregulado e agride células do
próprio organismo. Há uma vasta gama de
doenças autoimunes que podem atingir vários
tecidos e órgãos. Essa diferença aparece de
forma ainda mais evidente quando observamos
patologias específicas. No caso
do lúpus eritematoso sistêmico, a proporção
chega a nove mulheres para cada homem. Um
padrão semelhante é visto na colangite biliar
primária e na doença de Sjögren, ambas também
com proporção de 9 para 1. Em um nível
intermediário, a esclerodermia afeta cerca de seis
mulheres para cada homem. Já doenças da
tireoide, como a tireoidite de Hashimoto, e a artrite
reumatoide apresentam proporções de cinco para
um e quatro para um, respectivamente. Por isso,
além de interpretar marcadores laboratoriais, o
trabalho clínico exige reconhecer que, por trás de
cada resultado, existe uma mulher tentando
sustentar sua rotina, seus planos e sua
identidade. A ciência nos mostra que o sistema
imunológico feminino é, por definição, mais
reativo. Geneticamente, a presença de dois
cromossomos X cria uma densidade maior de
genes responsáveis por regular a imunidade.
Embora o organismo tente equilibrar essa "dose
dupla" por meio da inativação de um dos
cromossomos X na maioria das células, muitas
vezes o que ocorre é um estado de prontidão
excessiva. Somado a isso, o estrógeno atua como
um combustível para as células de defesa. Essa
característica não é um "defeito", mas, sim, um
legado evolutivo. Historicamente, essa
"hiperatividade imunológica" foi o que permitiu à
mulher sobreviver a momentos de vulnerabilidade
extrema, como partos e grandes infecções em
contextos precários. O que acontece hoje é que
essa mesma força, que protegeu a espécie por
milênios, pode se voltar contra o próprio
organismo em um ambiente de estresse e
predisposição genética.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 01 de Junho de 2026.
Considere o trecho a seguir:
“Historicamente, essa ‘hiperatividade imunológica’ foi o que permitiu à mulher sobreviver a momentos de vulnerabilidade extrema, [...]” (linhas 39 a 42)
A respeito da estrutura mórfica das palavras presentes acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Mulheres adoecem mais, e muitas ainda não são ouvidas.
Quando observamos que cerca de 80% dos
diagnósticos de doenças autoimunes no mundo
pertencem a mulheres, esse dado indica um
problema relevante de saúde, ainda pouco
enfrentado com a devida profundidade. Doenças
autoimunes são aquelas em que o sistema
imunológico está desregulado e agride células do
próprio organismo. Há uma vasta gama de
doenças autoimunes que podem atingir vários
tecidos e órgãos. Essa diferença aparece de
forma ainda mais evidente quando observamos
patologias específicas. No caso
do lúpus eritematoso sistêmico, a proporção
chega a nove mulheres para cada homem. Um
padrão semelhante é visto na colangite biliar
primária e na doença de Sjögren, ambas também
com proporção de 9 para 1. Em um nível
intermediário, a esclerodermia afeta cerca de seis
mulheres para cada homem. Já doenças da
tireoide, como a tireoidite de Hashimoto, e a artrite
reumatoide apresentam proporções de cinco para
um e quatro para um, respectivamente. Por isso,
além de interpretar marcadores laboratoriais, o
trabalho clínico exige reconhecer que, por trás de
cada resultado, existe uma mulher tentando
sustentar sua rotina, seus planos e sua
identidade. A ciência nos mostra que o sistema
imunológico feminino é, por definição, mais
reativo. Geneticamente, a presença de dois
cromossomos X cria uma densidade maior de
genes responsáveis por regular a imunidade.
Embora o organismo tente equilibrar essa "dose
dupla" por meio da inativação de um dos
cromossomos X na maioria das células, muitas
vezes o que ocorre é um estado de prontidão
excessiva. Somado a isso, o estrógeno atua como
um combustível para as células de defesa. Essa
característica não é um "defeito", mas, sim, um
legado evolutivo. Historicamente, essa
"hiperatividade imunológica" foi o que permitiu à
mulher sobreviver a momentos de vulnerabilidade
extrema, como partos e grandes infecções em
contextos precários. O que acontece hoje é que
essa mesma força, que protegeu a espécie por
milênios, pode se voltar contra o próprio
organismo em um ambiente de estresse e
predisposição genética.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 01 de Junho de 2026.
Ao afirmar que a hiperatividade imunológica feminina "[...] não é um ‘defeito’, mas, sim, um legado evolutivo." (linhas 38 e 39), o autor promove uma mudança de perspectiva sobre a relação entre imunidade e doença. Considerando o desenvolvimento argumentativo do Texto, essa afirmação tem como principal função:
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Mulheres adoecem mais, e muitas ainda não são ouvidas.
Quando observamos que cerca de 80% dos
diagnósticos de doenças autoimunes no mundo
pertencem a mulheres, esse dado indica um
problema relevante de saúde, ainda pouco
enfrentado com a devida profundidade. Doenças
autoimunes são aquelas em que o sistema
imunológico está desregulado e agride células do
próprio organismo. Há uma vasta gama de
doenças autoimunes que podem atingir vários
tecidos e órgãos. Essa diferença aparece de
forma ainda mais evidente quando observamos
patologias específicas. No caso
do lúpus eritematoso sistêmico, a proporção
chega a nove mulheres para cada homem. Um
padrão semelhante é visto na colangite biliar
primária e na doença de Sjögren, ambas também
com proporção de 9 para 1. Em um nível
intermediário, a esclerodermia afeta cerca de seis
mulheres para cada homem. Já doenças da
tireoide, como a tireoidite de Hashimoto, e a artrite
reumatoide apresentam proporções de cinco para
um e quatro para um, respectivamente. Por isso,
além de interpretar marcadores laboratoriais, o
trabalho clínico exige reconhecer que, por trás de
cada resultado, existe uma mulher tentando
sustentar sua rotina, seus planos e sua
identidade. A ciência nos mostra que o sistema
imunológico feminino é, por definição, mais
reativo. Geneticamente, a presença de dois
cromossomos X cria uma densidade maior de
genes responsáveis por regular a imunidade.
Embora o organismo tente equilibrar essa "dose
dupla" por meio da inativação de um dos
cromossomos X na maioria das células, muitas
vezes o que ocorre é um estado de prontidão
excessiva. Somado a isso, o estrógeno atua como
um combustível para as células de defesa. Essa
característica não é um "defeito", mas, sim, um
legado evolutivo. Historicamente, essa
"hiperatividade imunológica" foi o que permitiu à
mulher sobreviver a momentos de vulnerabilidade
extrema, como partos e grandes infecções em
contextos precários. O que acontece hoje é que
essa mesma força, que protegeu a espécie por
milênios, pode se voltar contra o próprio
organismo em um ambiente de estresse e
predisposição genética.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 01 de Junho de 2026.
Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE a principal tese defendida pelo Texto.
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Banho gelado ajuda na circulação? Especialistas explicam
Basta uma pessoa comentar que está com as
pernas inchadas que logo vem o conselho: "toma
banho gelado que melhora" Muitos ainda dizem
que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
Ao transmitir informações sobre os efeitos do banho gelado no organismo e citar especialistas para fundamentar suas afirmações, o Texto organiza-se em torno de determinados elementos do processo comunicativo. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA
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Banho gelado ajuda na circulação? Especialistas explicam
Basta uma pessoa comentar que está com as
pernas inchadas que logo vem o conselho: "toma
banho gelado que melhora" Muitos ainda dizem
que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
A clareza textual depende, entre outros fatores, da manutenção do paralelismo entre estruturas coordenadas. Considerando esse princípio, assinale a alternativa em que a construção apresenta adequado paralelismo sintático.
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banho gelado que melhora" Muitos ainda dizem
que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
No início do Texto, aparece o seguinte trecho:
“[...] logo vem o conselho: [...] ” (linha 2)
Considerando o contexto, assinale a alternativa que melhor interpreta o emprego do verbo destacado.
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pernas inchadas que logo vem o conselho: "toma
banho gelado que melhora" Muitos ainda dizem
que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
Considere o trecho retirado do Texto:
“Esse processo pode até dar uma sensação de “ativação” da circulação.” (linhas 29 e 30)
A respeito das classes gramaticais presentes na oração, assinale a alternativa CORRETA.
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que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
Ao longo do Texto, predominam explicações sobre os efeitos fisiológicos do banho gelado, acompanhadas de declarações de especialistas da área médica. Considerando os elementos da comunicação e as funções da linguagem predominantes, assinale a alternativa CORRETA.
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pernas inchadas que logo vem o conselho: "toma
banho gelado que melhora" Muitos ainda dizem
que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
Analise o período retirado do Texto:
“Embora pessoas saudáveis geralmente tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças cardiovasculares [...] devem ter cautela.” (linhas 42 a 46)
Sobre sua estrutura sintática, assinale a alternativa CORRETA.
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pernas inchadas que logo vem o conselho: "toma
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que adotar banhos frios diariamente traz
benefícios imediatos para o sistema circulatório,
mas será que o banho gelado realmente ajuda na
circulação? Embora o banho gelado possa trazer
uma percepção de leveza nas pernas, é
importante esclarecer que ele não cura condições
vasculares, não trata varizes e não previne
tromboses, servindo apenas como um paliativo
temporário para o desconforto. Esse alívio nas
pernas após um banho gelado acontece porque,
quando a água fria entra em contato com a pele, o
organismo reage por meio de um mecanismo de
defesa natural conhecido como vasoconstrição,
em que os vasos sanguíneos superficiais
diminuem de calibre para preservar a temperatura
interna. Essa resposta fisiológica ajuda a reduzir o
inchaço e a sensação de peso nas pernas de
forma momentânea, mas o fluxo sanguíneo
retoma seu padrão habitual assim que o corpo
volta à sua temperatura normal. "Do ponto de
vista vascular, o banho gelado não melhora a
circulação de forma efetiva ou duradoura. O que
ocorre é um efeito momentâneo e fisiológico: a
vasoconstrição dos vasos superficiais, seguida de
uma leve vasodilatação reativa após o estímulo
frio. Esse processo pode até dar uma sensação
de "ativação" da circulação", explica Caio
Focássio, cirurgião vascular e membro da
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular. Apesar de não ter um efeito duradouro,
o banho gelado pode ser útil em alguns
momentos específicos. "Para reduzir inchaço
após um dia cansativo, para dar sensação de
disposição ao acordar ou até mesmo como parte
de um ritual de bem-estar, desde que não seja
visto como tratamento", acrescenta Márcio
Steinbruch, cirurgião vascular. Mas vale ficar
atento: o banho gelado não é recomendado para
todos. Embora pessoas saudáveis geralmente
tolerem bem o banho frio, aquelas com doenças
cardiovasculares, como hipertensão
descontrolada, arritmias ou doença arterial
periférica, devem ter cautela.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 29 de Maio de 2026.
Considere a seguinte reescrita de informações presentes no Texto:
“Muitas pessoas acreditam que o banho gelado melhora a circulação entretanto os especialistas afirmam que seus efeitos são apenas temporários.”
De acordo com as normas de pontuação da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a redação CORRETA do período.
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