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Em “imprevisível”, o prefixo assume a forma im- diante de p. Assinale a opção em que ocorre o mesmo padrão:
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Em determinado texto argumentativo, o articulista qualifica certa medida administrativa como “sensível”. No desenvolvimento do texto, o contexto permite compreender o termo tanto no sentido de “atenta às demandas sociais” quanto no de “vulnerável a pressões externas”, explorando essa duplicidade semântica para produzir um efeito crítico. Considerando os fenômenos semânticos da língua e seus efeitos discursivos, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a ortografia oficial vigente, inclusive quanto ao emprego do hífen e à acentuação gráfica.
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
O diário secreto do professor: entre o plano perfeito e o improviso real
Se alguém encontrasse meu diário pedagógico, imaginaria que eu sou uma criatura metódica, quase mística, daquelas que acordam às 5h com a cabeça cheia de objetivos e a alma iluminada por rubricas. O diário não mente, mas ele seleciona. Ele é o meu “eu” ideal: organizado, coerente e sempre com um plano B que parece escrito por alguém que realmente tem tempo.
Entrada do dia: “Aula-modelo. Tema: leitura crítica. Estratégia: roda de conversa + atividade em duplas + fechamento reflexivo.” Eu escrevi isso ontem à noite, com caneta azul e esperança fresca. Até desenhei uma setinha elegante: “da curiosidade à conclusão”. Em casa, tudo faz sentido. Em casa, a turma existe como conceito.
07h05. Chego na escola com meu material em mãos e a energia de quem acredita em planejamento. Abro a sala e sou recebido pelo clima: um calor que parece ter sido convocado para testar a paciência humana. O ventilador gira com o comprometimento de um político em campanha — muito barulho, pouco resultado.
07h12. Vou ligar o computador. A internet, porém, decidiu que hoje é dia de reflexão. O símbolo do Wi-Fi fica ali, piscando, como se estivesse pensando na própria existência. No meu diário, eu tinha anotado: “usar vídeo curto para abrir o debate”. Na vida real, eu tenho um arquivo aberto e um cursor me encarando com julgamento.
07h18. Os alunos chegam. Há um tipo de entrada que é quase uma previsão do dia. Um entra rindo alto, outro entra cabisbaixo, um terceiro entra já perguntando se “vale ponto”. E tem sempre alguém que entra com um drama leve, mas persistente: “professor, perdi o caderno”. Eu olho para o meu plano perfeito e percebo que ele não inclui “caderno perdido” como variável.
07h23. Eu começo. Com voz firme, como manda o manual invisível do professor que quer parecer no controle. Faço a pergunta inicial, aquela planejada para acender a curiosidade: “O que um texto quer de nós?”. No diário, eu tinha previsto: “silêncio breve + participação crescente”. Na sala, eu recebo um silêncio longo, seguido de uma resposta sincera:
— Quer que a gente leia, né?
Eu sorrio. Porque é exatamente isso. E, ao mesmo tempo, é muito mais. Eu respiro e reescrevo a pergunta no ar, sem ofender a honestidade do aluno:
— Sim. Mas... ler como?
07h31. A roda de conversa começa a funcionar, mas do jeito dela. Um aluno cita um meme como argumento. Outro tenta falar, mas é interrompido por uma notificação que toca como sirene. Eu peço para guardarem os celulares. Eles guardam... em cima da mesa, com a fé de quem acha que “guardar” significa “deixar de lado por dois minutos”.
07h40. A atividade em duplas vira trio, depois vira grupo, porque a sala tem sua própria matemática social. Eu observo, circulo, intervenho. No diário, eu tinha anotado: “mediador discreto”. Na prática, eu sou mediador, técnico de suporte emocional e gerente de conflitos em tempo real.
07h52. Uma aluna que quase nunca fala levanta a mão. Ela está com os olhos brilhando, mas não é só empolgação. Ela diz, baixinho, que aquele texto lembra uma coisa que aconteceu em casa. A sala muda de temperatura. O calor vira detalhe. O Wi-Fi vira piada distante. Eu percebo, com um susto bom, que a aula “modelo” não é a que sai igual ao planejamento. É a que cria espaço para uma pessoa existir ali.
08h05. Eu abandono o vídeo. Abandono parte do roteiro. E isso não é derrota. É ajuste fino. Eu faço um fechamento menos elegante do que o previsto, mas mais verdadeiro. Em vez de uma conclusão perfeita, eu deixo uma pergunta que fica:
— O que muda quando a gente lê com atenção de gente?
Na saída, alguém me diz: “Hoje passou rápido”. E eu penso que meu diário secreto vai registrar que a aula foi ótima. Vai mencionar a estratégia, o objetivo, a sequência. Mas talvez eu acrescente uma nota honesta, em letra pequena: “O imprevisível não atrapalhou. Ele ensinou.”
Fonte: Banca Examinadora
A repetição de “Em casa” e o contraste com a sala de aula operam, sobretudo, como recurso de
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
O diário secreto do professor: entre o plano perfeito e o improviso real
Se alguém encontrasse meu diário pedagógico, imaginaria que eu sou uma criatura metódica, quase mística, daquelas que acordam às 5h com a cabeça cheia de objetivos e a alma iluminada por rubricas. O diário não mente, mas ele seleciona. Ele é o meu “eu” ideal: organizado, coerente e sempre com um plano B que parece escrito por alguém que realmente tem tempo.
Entrada do dia: “Aula-modelo. Tema: leitura crítica. Estratégia: roda de conversa + atividade em duplas + fechamento reflexivo.” Eu escrevi isso ontem à noite, com caneta azul e esperança fresca. Até desenhei uma setinha elegante: “da curiosidade à conclusão”. Em casa, tudo faz sentido. Em casa, a turma existe como conceito.
07h05. Chego na escola com meu material em mãos e a energia de quem acredita em planejamento. Abro a sala e sou recebido pelo clima: um calor que parece ter sido convocado para testar a paciência humana. O ventilador gira com o comprometimento de um político em campanha — muito barulho, pouco resultado.
07h12. Vou ligar o computador. A internet, porém, decidiu que hoje é dia de reflexão. O símbolo do Wi-Fi fica ali, piscando, como se estivesse pensando na própria existência. No meu diário, eu tinha anotado: “usar vídeo curto para abrir o debate”. Na vida real, eu tenho um arquivo aberto e um cursor me encarando com julgamento.
07h18. Os alunos chegam. Há um tipo de entrada que é quase uma previsão do dia. Um entra rindo alto, outro entra cabisbaixo, um terceiro entra já perguntando se “vale ponto”. E tem sempre alguém que entra com um drama leve, mas persistente: “professor, perdi o caderno”. Eu olho para o meu plano perfeito e percebo que ele não inclui “caderno perdido” como variável.
07h23. Eu começo. Com voz firme, como manda o manual invisível do professor que quer parecer no controle. Faço a pergunta inicial, aquela planejada para acender a curiosidade: “O que um texto quer de nós?”. No diário, eu tinha previsto: “silêncio breve + participação crescente”. Na sala, eu recebo um silêncio longo, seguido de uma resposta sincera:
— Quer que a gente leia, né?
Eu sorrio. Porque é exatamente isso. E, ao mesmo tempo, é muito mais. Eu respiro e reescrevo a pergunta no ar, sem ofender a honestidade do aluno:
— Sim. Mas... ler como?
07h31. A roda de conversa começa a funcionar, mas do jeito dela. Um aluno cita um meme como argumento. Outro tenta falar, mas é interrompido por uma notificação que toca como sirene. Eu peço para guardarem os celulares. Eles guardam... em cima da mesa, com a fé de quem acha que “guardar” significa “deixar de lado por dois minutos”.
07h40. A atividade em duplas vira trio, depois vira grupo, porque a sala tem sua própria matemática social. Eu observo, circulo, intervenho. No diário, eu tinha anotado: “mediador discreto”. Na prática, eu sou mediador, técnico de suporte emocional e gerente de conflitos em tempo real.
07h52. Uma aluna que quase nunca fala levanta a mão. Ela está com os olhos brilhando, mas não é só empolgação. Ela diz, baixinho, que aquele texto lembra uma coisa que aconteceu em casa. A sala muda de temperatura. O calor vira detalhe. O Wi-Fi vira piada distante. Eu percebo, com um susto bom, que a aula “modelo” não é a que sai igual ao planejamento. É a que cria espaço para uma pessoa existir ali.
08h05. Eu abandono o vídeo. Abandono parte do roteiro. E isso não é derrota. É ajuste fino. Eu faço um fechamento menos elegante do que o previsto, mas mais verdadeiro. Em vez de uma conclusão perfeita, eu deixo uma pergunta que fica:
— O que muda quando a gente lê com atenção de gente?
Na saída, alguém me diz: “Hoje passou rápido”. E eu penso que meu diário secreto vai registrar que a aula foi ótima. Vai mencionar a estratégia, o objetivo, a sequência. Mas talvez eu acrescente uma nota honesta, em letra pequena: “O imprevisível não atrapalhou. Ele ensinou.”
Fonte: Banca Examinadora
Mesmo com o título em forma de diário, o texto se aproxima da crônica porque
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
O diário secreto do professor: entre o plano perfeito e o improviso real
Se alguém encontrasse meu diário pedagógico, imaginaria que eu sou uma criatura metódica, quase mística, daquelas que acordam às 5h com a cabeça cheia de objetivos e a alma iluminada por rubricas. O diário não mente, mas ele seleciona. Ele é o meu “eu” ideal: organizado, coerente e sempre com um plano B que parece escrito por alguém que realmente tem tempo.
Entrada do dia: “Aula-modelo. Tema: leitura crítica. Estratégia: roda de conversa + atividade em duplas + fechamento reflexivo.” Eu escrevi isso ontem à noite, com caneta azul e esperança fresca. Até desenhei uma setinha elegante: “da curiosidade à conclusão”. Em casa, tudo faz sentido. Em casa, a turma existe como conceito.
07h05. Chego na escola com meu material em mãos e a energia de quem acredita em planejamento. Abro a sala e sou recebido pelo clima: um calor que parece ter sido convocado para testar a paciência humana. O ventilador gira com o comprometimento de um político em campanha — muito barulho, pouco resultado.
07h12. Vou ligar o computador. A internet, porém, decidiu que hoje é dia de reflexão. O símbolo do Wi-Fi fica ali, piscando, como se estivesse pensando na própria existência. No meu diário, eu tinha anotado: “usar vídeo curto para abrir o debate”. Na vida real, eu tenho um arquivo aberto e um cursor me encarando com julgamento.
07h18. Os alunos chegam. Há um tipo de entrada que é quase uma previsão do dia. Um entra rindo alto, outro entra cabisbaixo, um terceiro entra já perguntando se “vale ponto”. E tem sempre alguém que entra com um drama leve, mas persistente: “professor, perdi o caderno”. Eu olho para o meu plano perfeito e percebo que ele não inclui “caderno perdido” como variável.
07h23. Eu começo. Com voz firme, como manda o manual invisível do professor que quer parecer no controle. Faço a pergunta inicial, aquela planejada para acender a curiosidade: “O que um texto quer de nós?”. No diário, eu tinha previsto: “silêncio breve + participação crescente”. Na sala, eu recebo um silêncio longo, seguido de uma resposta sincera:
— Quer que a gente leia, né?
Eu sorrio. Porque é exatamente isso. E, ao mesmo tempo, é muito mais. Eu respiro e reescrevo a pergunta no ar, sem ofender a honestidade do aluno:
— Sim. Mas... ler como?
07h31. A roda de conversa começa a funcionar, mas do jeito dela. Um aluno cita um meme como argumento. Outro tenta falar, mas é interrompido por uma notificação que toca como sirene. Eu peço para guardarem os celulares. Eles guardam... em cima da mesa, com a fé de quem acha que “guardar” significa “deixar de lado por dois minutos”.
07h40. A atividade em duplas vira trio, depois vira grupo, porque a sala tem sua própria matemática social. Eu observo, circulo, intervenho. No diário, eu tinha anotado: “mediador discreto”. Na prática, eu sou mediador, técnico de suporte emocional e gerente de conflitos em tempo real.
07h52. Uma aluna que quase nunca fala levanta a mão. Ela está com os olhos brilhando, mas não é só empolgação. Ela diz, baixinho, que aquele texto lembra uma coisa que aconteceu em casa. A sala muda de temperatura. O calor vira detalhe. O Wi-Fi vira piada distante. Eu percebo, com um susto bom, que a aula “modelo” não é a que sai igual ao planejamento. É a que cria espaço para uma pessoa existir ali.
08h05. Eu abandono o vídeo. Abandono parte do roteiro. E isso não é derrota. É ajuste fino. Eu faço um fechamento menos elegante do que o previsto, mas mais verdadeiro. Em vez de uma conclusão perfeita, eu deixo uma pergunta que fica:
— O que muda quando a gente lê com atenção de gente?
Na saída, alguém me diz: “Hoje passou rápido”. E eu penso que meu diário secreto vai registrar que a aula foi ótima. Vai mencionar a estratégia, o objetivo, a sequência. Mas talvez eu acrescente uma nota honesta, em letra pequena: “O imprevisível não atrapalhou. Ele ensinou.”
Fonte: Banca Examinadora
O ponto de virada que transforma a aula em um espaço de escuta, deslocando o foco para a dimensão emocional, ocorre quando
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 04.
O diário secreto do professor: entre o plano perfeito e o improviso real
Se alguém encontrasse meu diário pedagógico, imaginaria que eu sou uma criatura metódica, quase mística, daquelas que acordam às 5h com a cabeça cheia de objetivos e a alma iluminada por rubricas. O diário não mente, mas ele seleciona. Ele é o meu “eu” ideal: organizado, coerente e sempre com um plano B que parece escrito por alguém que realmente tem tempo.
Entrada do dia: “Aula-modelo. Tema: leitura crítica. Estratégia: roda de conversa + atividade em duplas + fechamento reflexivo.” Eu escrevi isso ontem à noite, com caneta azul e esperança fresca. Até desenhei uma setinha elegante: “da curiosidade à conclusão”. Em casa, tudo faz sentido. Em casa, a turma existe como conceito.
07h05. Chego na escola com meu material em mãos e a energia de quem acredita em planejamento. Abro a sala e sou recebido pelo clima: um calor que parece ter sido convocado para testar a paciência humana. O ventilador gira com o comprometimento de um político em campanha — muito barulho, pouco resultado.
07h12. Vou ligar o computador. A internet, porém, decidiu que hoje é dia de reflexão. O símbolo do Wi-Fi fica ali, piscando, como se estivesse pensando na própria existência. No meu diário, eu tinha anotado: “usar vídeo curto para abrir o debate”. Na vida real, eu tenho um arquivo aberto e um cursor me encarando com julgamento.
07h18. Os alunos chegam. Há um tipo de entrada que é quase uma previsão do dia. Um entra rindo alto, outro entra cabisbaixo, um terceiro entra já perguntando se “vale ponto”. E tem sempre alguém que entra com um drama leve, mas persistente: “professor, perdi o caderno”. Eu olho para o meu plano perfeito e percebo que ele não inclui “caderno perdido” como variável.
07h23. Eu começo. Com voz firme, como manda o manual invisível do professor que quer parecer no controle. Faço a pergunta inicial, aquela planejada para acender a curiosidade: “O que um texto quer de nós?”. No diário, eu tinha previsto: “silêncio breve + participação crescente”. Na sala, eu recebo um silêncio longo, seguido de uma resposta sincera:
— Quer que a gente leia, né?
Eu sorrio. Porque é exatamente isso. E, ao mesmo tempo, é muito mais. Eu respiro e reescrevo a pergunta no ar, sem ofender a honestidade do aluno:
— Sim. Mas... ler como?
07h31. A roda de conversa começa a funcionar, mas do jeito dela. Um aluno cita um meme como argumento. Outro tenta falar, mas é interrompido por uma notificação que toca como sirene. Eu peço para guardarem os celulares. Eles guardam... em cima da mesa, com a fé de quem acha que “guardar” significa “deixar de lado por dois minutos”.
07h40. A atividade em duplas vira trio, depois vira grupo, porque a sala tem sua própria matemática social. Eu observo, circulo, intervenho. No diário, eu tinha anotado: “mediador discreto”. Na prática, eu sou mediador, técnico de suporte emocional e gerente de conflitos em tempo real.
07h52. Uma aluna que quase nunca fala levanta a mão. Ela está com os olhos brilhando, mas não é só empolgação. Ela diz, baixinho, que aquele texto lembra uma coisa que aconteceu em casa. A sala muda de temperatura. O calor vira detalhe. O Wi-Fi vira piada distante. Eu percebo, com um susto bom, que a aula “modelo” não é a que sai igual ao planejamento. É a que cria espaço para uma pessoa existir ali.
08h05. Eu abandono o vídeo. Abandono parte do roteiro. E isso não é derrota. É ajuste fino. Eu faço um fechamento menos elegante do que o previsto, mas mais verdadeiro. Em vez de uma conclusão perfeita, eu deixo uma pergunta que fica:
— O que muda quando a gente lê com atenção de gente?
Na saída, alguém me diz: “Hoje passou rápido”. E eu penso que meu diário secreto vai registrar que a aula foi ótima. Vai mencionar a estratégia, o objetivo, a sequência. Mas talvez eu acrescente uma nota honesta, em letra pequena: “O imprevisível não atrapalhou. Ele ensinou.”
Fonte: Banca Examinadora
Ao contrapor o “eu” do diário ao “eu” da sala, o narrador sugere que a escrita do diário
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TEXTO I
OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário.
Grupo deve articular e reunir propostas de mudanças
Davi Vittorazzi
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para promover a reforma do Poder Judiciário. A iniciativa ocorre em meio às discussões de mudanças na estrutura da Justiça, que deve também estar em pauta nas eleições deste ano. Segundo a portaria que instaura o grupo, a finalidade é articular propostas já aprovadas pela OAB sobre o tema. O documento foi publicado em 14 de abril.
A instituição justifica que, nos últimos anos, vem “amadurecendo reflexões institucionais relevantes sobre o aperfeiçoamento da estrutura, do funcionamento e dos mecanismos de controle do Poder Judiciário, em temas que dizem respeito à própria conformação do Estado Democrático de Direito”.
O colegiado será responsável por coordenar a atuação institucional da OAB, mobilizar a advocacia e consolidar contribuições das seccionais para o encaminhamento das medidas. Para o presidente nacional da instituição, Beto Simonetti, a atuação da entidade busca dar sequência às deliberações já consolidadas internamente.
“A OAB já aprovou em plenário seu apoio a itens fundamentais da reforma do Judiciário, como a adoção de mandatos fixos para ministros do STF, limitação das decisões monocráticas e estabelecimento de regras para a atuação de parentes de juízes na advocacia”, afirmou o presidente da entidade. “Uma comissão sobre o tema foi formalmente constituída pelo Conselho Federal da OAB. Qualquer discussão sobre reforma do Judiciário só será legítima, no entanto, se envolver a advocacia.”
A comissão de reforma do Judiciário
A secretária-geral da OAB Nacional, Rose Morais, vai presidir a comissão. Também integram o grupo os conselheiros federais Breno Augusto Pinto de Miranda (MT), Marilena Indira Winter (PR) e Silvia Virginia Silva de Souza (SP), além dos presidentes das seccionais Daniela Borges (BA), Márcio Nogueira (RO) e Rafael Lara Martins (GO).
A portaria também prevê a participação das seccionais e conselhos federais, que terão prazo de 15 dias para encaminhar sugestões ao colegiado, com apoio técnico da assessoria jurídica do Conselho Federal. As seccionais de São Paulo e Rio Grande do Sul já apresentaram contribuições. Os documentos serão analisados em conjunto com as demais propostas.
Fonte: VITTORAZZI, Davi. OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário. https://revistaoeste.com/politica/oab-cria-comissao-parapressionar-reforma-do-judiciario
Assinale a alternativa cuja afirmação feita sobre a expressão em destaque esteja incorreta.
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TEXTO I
OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário.
Grupo deve articular e reunir propostas de mudanças
Davi Vittorazzi
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para promover a reforma do Poder Judiciário. A iniciativa ocorre em meio às discussões de mudanças na estrutura da Justiça, que deve também estar em pauta nas eleições deste ano. Segundo a portaria que instaura o grupo, a finalidade é articular propostas já aprovadas pela OAB sobre o tema. O documento foi publicado em 14 de abril.
A instituição justifica que, nos últimos anos, vem “amadurecendo reflexões institucionais relevantes sobre o aperfeiçoamento da estrutura, do funcionamento e dos mecanismos de controle do Poder Judiciário, em temas que dizem respeito à própria conformação do Estado Democrático de Direito”.
O colegiado será responsável por coordenar a atuação institucional da OAB, mobilizar a advocacia e consolidar contribuições das seccionais para o encaminhamento das medidas. Para o presidente nacional da instituição, Beto Simonetti, a atuação da entidade busca dar sequência às deliberações já consolidadas internamente.
“A OAB já aprovou em plenário seu apoio a itens fundamentais da reforma do Judiciário, como a adoção de mandatos fixos para ministros do STF, limitação das decisões monocráticas e estabelecimento de regras para a atuação de parentes de juízes na advocacia”, afirmou o presidente da entidade. “Uma comissão sobre o tema foi formalmente constituída pelo Conselho Federal da OAB. Qualquer discussão sobre reforma do Judiciário só será legítima, no entanto, se envolver a advocacia.”
A comissão de reforma do Judiciário
A secretária-geral da OAB Nacional, Rose Morais, vai presidir a comissão. Também integram o grupo os conselheiros federais Breno Augusto Pinto de Miranda (MT), Marilena Indira Winter (PR) e Silvia Virginia Silva de Souza (SP), além dos presidentes das seccionais Daniela Borges (BA), Márcio Nogueira (RO) e Rafael Lara Martins (GO).
A portaria também prevê a participação das seccionais e conselhos federais, que terão prazo de 15 dias para encaminhar sugestões ao colegiado, com apoio técnico da assessoria jurídica do Conselho Federal. As seccionais de São Paulo e Rio Grande do Sul já apresentaram contribuições. Os documentos serão analisados em conjunto com as demais propostas.
Fonte: VITTORAZZI, Davi. OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário. https://revistaoeste.com/politica/oab-cria-comissao-parapressionar-reforma-do-judiciario
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que será pedido.
I. Em “Segundo a portaria que instaura o grupo, a finalidade é articular propostas já aprovadas pela OAB sobre o tema.” (1º par.), o elemento coesivo em destaque poderia ser corretamente substituído pela expressão “Consoante” a fim de manter o valor semântico inicial.
II. Em “Qualquer discussão sobre reforma do Judiciário só será legítima, no entanto, se envolver a advocacia.” (4º par.), o pronome oblíquo átono em destaque se encontra em posição proclítica em relação ao verbo.
III. Em “A instituição justifica que, nos últimos anos, vem “amadurecendo reflexões institucionais relevantes sobre o aperfeiçoamento da estrutura...” (2º par.), a conjunção integrante em destaque inicia uma oração subordinada subjetiva no contexto.
IV. Em “A portaria também prevê a participação das seccionais e conselhos federais, que terão prazo de 15 dias para encaminhar sugestões ao colegiado.” (6º par.), o vocábulo em destaque foi usado para expressar valor de finalidade no contexto.
A partir da análise feita sobre os elementos coesivos em destaque acima, pode-se constatar como correto o que foi dito somente em:
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TEXTO I
OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário.
Grupo deve articular e reunir propostas de mudanças
Davi Vittorazzi
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para promover a reforma do Poder Judiciário. A iniciativa ocorre em meio às discussões de mudanças na estrutura da Justiça, que deve também estar em pauta nas eleições deste ano. Segundo a portaria que instaura o grupo, a finalidade é articular propostas já aprovadas pela OAB sobre o tema. O documento foi publicado em 14 de abril.
A instituição justifica que, nos últimos anos, vem “amadurecendo reflexões institucionais relevantes sobre o aperfeiçoamento da estrutura, do funcionamento e dos mecanismos de controle do Poder Judiciário, em temas que dizem respeito à própria conformação do Estado Democrático de Direito”.
O colegiado será responsável por coordenar a atuação institucional da OAB, mobilizar a advocacia e consolidar contribuições das seccionais para o encaminhamento das medidas. Para o presidente nacional da instituição, Beto Simonetti, a atuação da entidade busca dar sequência às deliberações já consolidadas internamente.
“A OAB já aprovou em plenário seu apoio a itens fundamentais da reforma do Judiciário, como a adoção de mandatos fixos para ministros do STF, limitação das decisões monocráticas e estabelecimento de regras para a atuação de parentes de juízes na advocacia”, afirmou o presidente da entidade. “Uma comissão sobre o tema foi formalmente constituída pelo Conselho Federal da OAB. Qualquer discussão sobre reforma do Judiciário só será legítima, no entanto, se envolver a advocacia.”
A comissão de reforma do Judiciário
A secretária-geral da OAB Nacional, Rose Morais, vai presidir a comissão. Também integram o grupo os conselheiros federais Breno Augusto Pinto de Miranda (MT), Marilena Indira Winter (PR) e Silvia Virginia Silva de Souza (SP), além dos presidentes das seccionais Daniela Borges (BA), Márcio Nogueira (RO) e Rafael Lara Martins (GO).
A portaria também prevê a participação das seccionais e conselhos federais, que terão prazo de 15 dias para encaminhar sugestões ao colegiado, com apoio técnico da assessoria jurídica do Conselho Federal. As seccionais de São Paulo e Rio Grande do Sul já apresentaram contribuições. Os documentos serão analisados em conjunto com as demais propostas.
Fonte: VITTORAZZI, Davi. OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário. https://revistaoeste.com/politica/oab-cria-comissao-parapressionar-reforma-do-judiciario
Leia as afirmações abaixo sobre o texto I antes de julgar o que se pede.
( ) Em “O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão...” (1º par.), a expressão em destaque sofreu processo de abreviação vocabular.
( ) Em “A instituição justifica que, nos últimos anos, vem amadurecendo reflexões institucionais relevantes...” (2º par.), o vocábulo em destaque sofreria alteração caso o contexto de elaboração fosse “Reflexões institucionais relevantes vêm amadurecendo nos últimos anos”.
( ) Em “O colegiado será responsável por coordenar a atuação institucional da OAB, mobilizar a advocacia e consolidar contribuições das seccionais para o encaminhamento das medidas.” (3º par.), nota-se que os dois vocábulos em destaque sofreram o mesmo processo de formação de palavras e pertencem à mesma classe gramatical.
( ) Em “A OAB já aprovou em plenário seu apoio a itens fundamentais da reforma do Judiciário...” (4º par.), o substantivo em destaque foi formado por um processo de derivação regressiva em relação ao respectivo verbo.
( ) Em “... e estabelecimento de regras para a atuação de parentes de juízes na advocacia.” (4º par.), a palavra em destaque tem como justificativa de acentuação o fato de ser uma paroxítona.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência:
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