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4201582 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Pref. Colônia Leopoldina-AL

A próxima questão deve ser respondida tendo por base a tirinha a seguir.

Enunciado 4749521-1

Snoopy, o personagem que, na tirinha acima, vai à frente da tropa:

 

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4201581 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Pref. Colônia Leopoldina-AL

A próxima questão deve ser respondida tendo por base a tirinha a seguir.

Enunciado 4749520-1

Considere o trecho a seguir:

Prestem muita atenção”

Qual é a ordem alfabética das palavras contidas na frase acima?

 

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4201580 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Pref. Colônia Leopoldina-AL

Analise o trecho a seguir:

A vida é a arte do encontro embora haja tanto desencontro pela vida.



(Vinícius de Moraes).

Assinale a ÚNICA alternativa abaixo que apresenta um termo classificado gramaticalmente como “artigo”, presente na frase acima.

 

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4201553 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
No trecho "talentos valiosos acabam desperdiçados", considere a classe e a função sintática das palavras "valiosos" e "desperdiçados". É correto afirmar que, respectivamente:
 

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4201552 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
A respeito da concordância nominal em trechos do texto, analise as afirmativas.

I.Em "a parcela de pessoas idosas", o adjetivo "idosas" concorda com "pessoas", no feminino plural, e não com "parcela", ainda que este seja o núcleo da expressão principal.
II.Em "visões distintas", a substituição de "visões" por "pontos de vista" exigiria a forma "distintos", em razão da alteração do núcleo nominal para o masculino plural.
III.Em "uma forma de discriminação chamada etarismo", a forma "chamado" também estaria adequada, pois o particípio poderia concordar com "etarismo", termo masculino singular.

Está correto o que se afirma apenas em:
 

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4201551 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Cada uma das alternativas a seguir retoma algum elemento efetivamente presente no texto. Assinale a única que traduz a ideia principal, e não um aspecto secundário ou uma extrapolação.
 

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4201550 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Com base no texto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.Ao relacionar o crescimento da população idosa ao avanço do etarismo no Brasil, o texto sugere que essa forma de discriminação decorre principalmente do envelhecimento demográfico e se manifesta, no ambiente profissional, de modo mais relevante contra trabalhadores mais velhos.

PORQUE

II.O texto amplia a compreensão do etarismo ao apresentá-lo como uma discriminação fundada na idade, sustentada por estereótipos, preconceitos e práticas discriminatórias, podendo atingir tanto pessoas idosas quanto jovens.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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4201549 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Quanto à classificação morfológica dos substantivos retirados do texto, observando-se também a distinção entre concreto e abstrato, os termos Brasil, Equipe, Espelho e Preconceito classificam-se, respectivamente, como:
 

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4201548 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Considerando as ideias do texto "Quando a idade vira barreira", assinale a alternativa que apresenta um pequeno texto escrito com maior clareza, coesão e progressão lógica das ideias.
 

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4201547 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando a idade vira barreira
O ambiente de trabalho costuma funcionar como um espelho da sociedade e, por isso, reproduz dentro de si os mesmos preconceitos que circulam fora dele. À medida que a população envelhece, ganha força no Brasil uma forma de discriminação chamada etarismo, ou idadismo, que consiste em tratar alguém de modo desigual por causa da idade. Em pouco mais de dez anos, a parcela de pessoas idosas no país subiu de 10,8% para 15,8%, segundo dados oficiais.
Especialistas explicam que o etarismo se sustenta em três pilares: o estereótipo, ligado ao modo como pensamos; o preconceito, relacionado ao modo como sentimos; e a discriminação, que se refere ao modo como agimos. Embora seja comum associá-lo apenas aos mais velhos, esse preconceito também atinge os jovens da Geração Z, muitas vezes julgados, sem provas, como pouco comprometidos. Nos dois casos, talentos valiosos acabam desperdiçados.
O caminho apontado para enfrentar o problema é a solidariedade entre as gerações. Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação. Assim, a diversidade etária deixa de ser um obstáculo e se torna uma riqueza, desde que haja, de parte a parte, uma atitude essencial: a empatia.
MENDONÇA, Silvia. Desafiando o etarismo: como a colaboração entre gerações pode transformar o mercado de trabalho. Brasília: Tribunal Superior do Trabalho, 1º out. 2024. Disponível em: https://www.tst.jus.br/-/desafiando-o-etarismo-como-a-colaboracao-entr e-geracoes-pode-transformar-o-mercado-de-trabalho. Acesso em: 6 jun. 2026. (Texto adaptado.) 
Leia: "Quando uma equipe reúne integrantes de idades diferentes, a convivência aproxima visões distintas e estimula a inovação." A vírgula empregada logo após "diferentes" justifica-se porque:
 

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