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O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso
Por Rachel Hosie
- De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo”, o vocábulo “nenhum” está retomando:
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O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso
Por Rachel Hosie
- De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “pensa em quantos termos você puder começando com a mesma letra: ‘brinquedo’, ‘bota’, ‘batata’...” o emprego das reticências tem qual função, no contexto em que ocorre?
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O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso
Por Rachel Hosie
- De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “formação de imagens diversas em série”, qual é a principal função das aspas duplas no contexto do segundo parágrafo, onde o excerto se encontra?
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- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto sobre o truque mental para dormir, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O embaralhamento cognitivo busca reproduzir os padrões de pensamentos vagos, soltos e sem conexão lógica que o cérebro passa a produzir de forma natural no momento em que começamos a adormecer.
II. No processo de embaralhamento cognitivo, o cérebro se assemelha, em alguns aspectos importantes (embora não em todos), ao estado observado no início do sono comum.
III. Há pesquisas que comprovam que o processo de embaralhamento cognitivo apresenta a mesma eficácia tanto para insônia quanto para problemas ocasionais para dormir.
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- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes assertivas sobre o texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O embaralhamento cognitivo foi desenvolvido na Universidade Simon Fraser, pela psicóloga Eleni Kavaliotis.
( ) A composição hipnagógica acontece na fronteira que separa a vigília do sono.
( ) O embaralhamento cognitivo é eficaz porque redireciona o foco da atenção, afastando-a dos pensamentos que atrapalham o processo de pegar no sono.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho “Desta forma, o embaralhamento cognitivo é projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica”, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma expressão que poderia substituir “Desta forma” mantendo-se o mesmo sentido no contexto em que ocorre.
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- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nos trechos abaixo, retirados do texto.
● “___ anos, a técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra”.
● “você prossegue para a segunda letra, ‘O’. E raramente chego acordada ___ terceira”.
● “Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir”.
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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy
- Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
- na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
- de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
- leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
- chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
- noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
- acelera o aprendizado.
- Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
- de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
- espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
- relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
- em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
- aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
- já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
- Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
- dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
- Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
- Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
- a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
- revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
- As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
- estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
- inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
- significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
- um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
- dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
- aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
- Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
- instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
- universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
- humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
- adicional, feedback e amplitude de acesso.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa que apresenta a palavra que está corretamente grafada.
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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy
- Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
- na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
- de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
- leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
- chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
- noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
- acelera o aprendizado.
- Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
- de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
- espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
- relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
- em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
- aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
- já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
- Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
- dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
- Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
- Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
- a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
- revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
- As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
- estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
- inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
- significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
- um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
- dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
- aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
- Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
- instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
- universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
- humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
- adicional, feedback e amplitude de acesso.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando trechos retirados do texto, analise as assertivas abaixo:
I. Em “consegui aprimorar minhas técnicas de leitura e escrita quando era criança”, o verbo “aprimorar” pertence à mesma família do substantivo “primor”.
II. No trecho “Talvez isso explique por que relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram”, a palavra feed está grafada em itálico por ser uma palavra de origem estrangeira.
III. Em “As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido” o termo “onde” poderia ser substituído por “aonde” sem prejuízo de sentido no contexto em que ocorre.
Quais estão corretas?
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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy
- Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
- na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
- de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
- leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
- chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
- noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
- acelera o aprendizado.
- Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
- de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
- espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
- relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
- em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
- aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
- já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
- Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
- dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
- Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
- Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
- a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
- revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
- As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
- estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
- inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
- significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
- um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
- dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
- aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
- Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
- instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
- universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
- humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
- adicional, feedback e amplitude de acesso.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada palavra sublinhada à sua respectiva classe gramatical.
Coluna 1
1. Verbo.
2. Substantivo.
3. Pronome.
4. Advérbio.
Coluna 2
( ) “As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país estrangeiro”.
( ) “Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris”.
( ) “e só pudéssemos usar nossas habilidades inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta”.
( ) “Os benefícios do aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo já foram bem estabelecidos”.
( ) “eu me reuni com dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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