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Relacione as colunas e assinale a alternativa com a
sequência correta.
1. Artigo.
2. Parágrafo.
3. Incisos.
4. Alíneas.
5. Itens.
( ) São utilizados(as) como elementos discriminativos de artigo ou parágrafo se o assunto nele tratado não puder ser condensado no próprio artigo ou não se mostrar adequado a constituir parágrafo.
( ) É a unidade básica para apresentação, divisão ou agrupamento de assuntos em um texto normativo.
( ) São desdobramentos de alíneas.
( ) São representados(as) por letras e constituem desdobramentos dos incisos e dos parágrafos.
( ) Constitui, na técnica legislativa, a imediata divisão de um artigo.
1. Artigo.
2. Parágrafo.
3. Incisos.
4. Alíneas.
5. Itens.
( ) São utilizados(as) como elementos discriminativos de artigo ou parágrafo se o assunto nele tratado não puder ser condensado no próprio artigo ou não se mostrar adequado a constituir parágrafo.
( ) É a unidade básica para apresentação, divisão ou agrupamento de assuntos em um texto normativo.
( ) São desdobramentos de alíneas.
( ) São representados(as) por letras e constituem desdobramentos dos incisos e dos parágrafos.
( ) Constitui, na técnica legislativa, a imediata divisão de um artigo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Saudade (Rachel de Queiróz)
Conversávamos sobre saudade. E de repente me
apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso
independente de qualquer recordação de felicidade ou
de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudades
de nada. Nem da infância querida, nem sequer das
borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem
morreu. De quem morreu sinto é a falta, o prejuízo da
perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no
passado, e sim a presença atual. Saudade será isso?
Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não,
nem com eles.
A vida é uma coisa que tem que passar, uma obrigação
de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai
pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura
lamentar o tempo em que se devia muito mais.
Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como
é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou
exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua
verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes,
pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe
digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio
que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma
cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se
acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que
vamos ter saudades de um trapo velho que não nos
cabe mais?
Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe
digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada.
Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar
não é perder, é usar até consumir.
E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a
média, não tive quinhão por demais pior que o dos
outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim
mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros
mais tarde; no fim, iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade, mas
a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto
que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será,
nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer
confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade,
nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o
período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos
desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos
desenganos e por isso mesmo dos grandes heroísmos.
É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo, e ao
mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A
idade em que se descobre a solidão irremediável de
todos os viventes. Em que se pesam os valores do
mundo por uma balança emocional, com medidas
baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que uma
grama; e por essas medidas pode-se descobrir a
diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo
e uma arroba de plumas.
Nem sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do
mundo, se consegue manter essa mentira maior de
todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre
tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade madura a que chegamos você e eu,
é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já
pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se
exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas
são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai
se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Aí, um dos
piores tormentos dos jovens é justamente o desapego
das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que
é novo, o tédio do possuído.
E depois há o capítulo da morte, sempre presente em
todas as idades. Com a diferença de que a morte é a
amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os
jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando
pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar
devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no
rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem
de viagem e de cada porto nos manda um postal, para
indicar que já embarcou.
Não, meu bem, não tenho saudades. Nem sequer do
primeiro dia em que nos vimos, daqueles primeiros e atormentados dias de insegurança e deslumbramento.
Considero uma benção e um privilégio esse passado que
ficou para atrás de nós, vencido. Afinal, já andamos
bastante caminho, temos direito ao sossego, a esta
desambição, esta paz. Vivemos, não foi? Fizemos muito.
E nem por isso deixamos de ainda ter muito o que fazer.
A velhice que vai chegar com as suas doenças e
trabalhos. E ainda virá a grande crise da morte em que
um de nós, necessariamente, terá que ajudar o outro.
Espero que aquele que ficar só, embora triste, se sinta
tranquilo, na segurança de que a sua vez não tarda. Que
aí, só lhe resta a pagar a última prestação.
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/9127/saudade
Os pronomes de tratamento indicam o grau de formalidade existente entre os interlocutores. O pronome 'você', por exemplo, é empregado, em geral, em situações de menor formalidade ou de proximidade. No entanto, determinadas autoridades exigem formas específicas de tratamento. Com base nisso, complete as lacunas a seguir com os pronomes adequados.
I. O trono inglês é ocupado por, ___.
II. As reformas ministeriais são propostas por ___, o presidente da República.
III. ___ é muito estimado por mim, disse a rainha ao príncipe.
IV. Solicito a ___que assine o ofício referente à verba para a merenda escolar.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima.
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Sobre a forma de tratamento empregada na comunicação, oral ou escrita, com agentes públicos da
administração pública federal direta e indireta, e sobre a forma de endereçamento de comunicações
escritas a eles dirigidas, é correto afirmar:
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O Decreto nº 9.758/2019, que dispõe sobre a forma de tratamento e de endereçamento nas
comunicações com agentes públicos da administração pública federal, não se aplica:
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Com o intuito de padronizar sua identificação
em comunicações eletrônicas internas e externas, um
Assistente Administrativo decidiu configurar uma
assinatura institucional para o seu correio eletrônico.
Ao buscar conformidade com as diretrizes de sobriedade e eficiência do Manual de Redação da Presidência da República, o agente público deve estruturar esse bloco de assinatura de modo que ele:
Ao buscar conformidade com as diretrizes de sobriedade e eficiência do Manual de Redação da Presidência da República, o agente público deve estruturar esse bloco de assinatura de modo que ele:
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Um Assistente Administrativo foi incumbido
de redigir um oÍício endereçado ao Governador do Estado.
Com o objetivo de adequar o documento às normas de
redação oficial, o agente público consultou o Manual de
Redação da Presidência da República, sanando dúvidas
sobre o tom, o fecho e as formas de tratamento. Com base
nas diretrizes de impessoalidade e clareza do referido
Manual, a orientação CORRETA que deve nortear a
redação desse ofício é a de que:
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
A redação oficial deve obedecer a certos atributos fundamentais para garantir compreensão e uniformidade na comunicação administrativa. De acordo com tal premissa, são consideradas características da redação oficial:
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
O Manual de Redação da Presidência da República
estabelece as diretrizes para a produção de
comunicações oficiais na Administração Pública
Federal, orientando a linguagem, a estrutura e o padrão
dos documentos expedidos pelos órgãos e entidades
públicas. Em relação às normas que regem a
comunicação formal, assinale a alternativa correta.
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4198087
Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Provas:
Na redação oficial, os documentos administrativos
seguem uma padronização quanto à sua estrutura e
finalidade. Sobre esse tema, assinale a alternativa
INCORRETA:
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4198081
Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Provas:
A redação oficial é utilizada na comunicação entre
órgãos públicos e deve seguir padrões específicos para
garantir clareza e uniformidade. Qual das alternativas
abaixo apresenta uma característica CORRETA da
redação oficial?
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