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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira de 1996
sofreu alterações com a Lei 11.645/2008, que ordenou a
obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e
indígena nas redes regulares de educação básica. Essa legislação
determina que o conteúdo programático das escolas deve incluir o
estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos
povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o
negro e o índio na formação da sociedade nacional. O objetivo é
lançar luz sobre as diversas contribuições dos negros e dos povos
indígenas nas áreas social, econômica e política, pertinentes à
história do Brasil.
Sobre o enunciado acima, assinale a afirmação verdadeira.
Sobre o enunciado acima, assinale a afirmação verdadeira.
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A estrutura das sociedades e o modo como a mudança social
se dá em cada sociedade são temas importantes da sociologia
desde o seu início. A estrutura de uma sociedade é o modo como
diferentes grupos, estratos ou classes sociais estão organizados,
divididos e classificados, em geral, de forma hierárquica ou
piramidal, a partir de critérios econômicos de distinção. A mudança
social para os estudos sociológicos, por sua vez, diz respeito aos
modos de transformação de uma sociedade e, por vezes, isto
significa a modificação da estrutura social e de suas hierarquias e
divisões. Assim, estrutura e mudança sociais são temas sociológicos
intrinsecamente correlatos.
Partindo do exposto, é correto afirmar que
Partindo do exposto, é correto afirmar que
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A questão agrária no Brasil tem sido alvo de debates
constantes no âmbito acadêmico, político e midiático, em razão de
temas importantes como o agronegócio e a reforma agrária. No
que diz respeito aos conceitos de agronegócio e reforma agrária,
avalie as seguintes afirmações:
I. O agronegócio é definido como modelo econômico da agropecuária industrial capitalista cujo objetivo é garantir a alimentação da população brasileira, especialmente dos mais pobres, configurando-se como o principal mecanismo de erradicação da fome no Brasil.
II. A Reforma Agrária tem como objetivo a democratização do acesso à terra, através de uma distribuição mais equitativa para a população, o que beneficia o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
III. A luta por Reforma Agrária no Brasil, para além do acesso à terra, é um projeto de desenvolvimento social, político, educacional e de soberania alimentar para todos. É um projeto de enfrentamento à lógica do agronegócio.
IV. O desenvolvimento do agronegócio no Brasil se deu através da substituição do modelo tradicional de agricultura familiar por um sistema agropecuário industrial e globalizado, em que o alimento é tratado como mercadoria a ser comercializada no mercado externo, com objetivo de gerar lucro para os latifundiários, empresários e capitalistas.
É correto o que se afirma somente em
I. O agronegócio é definido como modelo econômico da agropecuária industrial capitalista cujo objetivo é garantir a alimentação da população brasileira, especialmente dos mais pobres, configurando-se como o principal mecanismo de erradicação da fome no Brasil.
II. A Reforma Agrária tem como objetivo a democratização do acesso à terra, através de uma distribuição mais equitativa para a população, o que beneficia o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
III. A luta por Reforma Agrária no Brasil, para além do acesso à terra, é um projeto de desenvolvimento social, político, educacional e de soberania alimentar para todos. É um projeto de enfrentamento à lógica do agronegócio.
IV. O desenvolvimento do agronegócio no Brasil se deu através da substituição do modelo tradicional de agricultura familiar por um sistema agropecuário industrial e globalizado, em que o alimento é tratado como mercadoria a ser comercializada no mercado externo, com objetivo de gerar lucro para os latifundiários, empresários e capitalistas.
É correto o que se afirma somente em
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Pierre Bourdieu, em seus estudos sociológicos, analisou
diferentes formas de relações de dominação, hierarquia e de
distinção no espaço social; espaço este que possui posições
sociais hierárquicas diferentes, mas que, para serem ocupadas, é
preciso que os agentes sociais possuam uma variada composição
de capitais. Para este sociólogo, para além do capital econômico,
existem o capital cultural, o capital simbólico e o capital social.
Em síntese, o capital cultural é próprio dos que têm acesso ao conhecimento e à educação formal; o capital simbólico significa ter prestígio e reconhecimento; e o capital social trata do acesso às relações que podem se converter em oportunidades. Considerando os diferentes tipos de capital, segundo Pierre Bourdieu, avalie as seguintes assertivas:
I. Os conhecimentos gastronômicos e de culinária de um chef de cozinha são formas de capital cultural.
II. Apreciar música clássica e frequentar shows de ópera são elementos característicos de capital social.
III. Residir em condomínios ditos de luxo e ir a restaurantes chiques são exemplos de capital simbólico.
É correto o que se afirma em
Em síntese, o capital cultural é próprio dos que têm acesso ao conhecimento e à educação formal; o capital simbólico significa ter prestígio e reconhecimento; e o capital social trata do acesso às relações que podem se converter em oportunidades. Considerando os diferentes tipos de capital, segundo Pierre Bourdieu, avalie as seguintes assertivas:
I. Os conhecimentos gastronômicos e de culinária de um chef de cozinha são formas de capital cultural.
II. Apreciar música clássica e frequentar shows de ópera são elementos característicos de capital social.
III. Residir em condomínios ditos de luxo e ir a restaurantes chiques são exemplos de capital simbólico.
É correto o que se afirma em
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A categoria conceitual de Amefricanidade de Gonzalez
(1988) propõe ultrapassar limitações de caráter territorial,
linguístico e ideológico, e possui, assim, implicações políticas e
culturais democráticas. Primeiro, porque considera a América
como um todo, Sul, Central, Norte e Insular; e segundo, porque
busca incorporar todo um processo histórico de intensa dinâmica
cultural de adaptação, resistência, reinterpretação e criação que
é afrocentrada. Em consequência, o termo amefricanas(os)
encaminha a construção de uma identidade étnica que é
contemporânea, mas ligada tanto aos antepassados que foram
trazidos forçosamente para as Américas como aos modelos
africanos.
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, nº 92/93, jan/jun 1988.
Sobre essa Amefricanidade, é correto afirmar que
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, nº 92/93, jan/jun 1988.
Sobre essa Amefricanidade, é correto afirmar que
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
No que diz respeito às relações de produção e forças
produtivas, assinale a opção que completa corretamente as
lacunas do seguinte texto:
As relações de produção e as forças produtivas, em uma sociedade, formam o que Karl Marx denomina de _________ 1 , que é a sua base material ou econômica. Esta base sustenta a vida social, política e cultural, as estruturas jurídico-políticas e ideológicas que, em conjunto, formam a/o _________ 2 , segundo este pensador. Ambas configuram a manutenção da dominação em uma sociedade dividida entre classes sociais produtoras e exploradoras.
As relações de produção e as forças produtivas, em uma sociedade, formam o que Karl Marx denomina de _________ 1 , que é a sua base material ou econômica. Esta base sustenta a vida social, política e cultural, as estruturas jurídico-políticas e ideológicas que, em conjunto, formam a/o _________ 2 , segundo este pensador. Ambas configuram a manutenção da dominação em uma sociedade dividida entre classes sociais produtoras e exploradoras.
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Para um grupo de pensadores e intelectuais, desde o final
do século XX, tem persistido um colonialismo, demonstrado em
efeitos práticos, materiais e simbólicos, que precisa ser
combatido e superado, mesmo após o fim das colonizações
formais ao redor do mundo. Esses intelectuais representam o
pensamento decolonial que se opõe à hegemonia do
pensamento ocidental e eurocêntrico que ressignifica ainda
opressões com base em argumentos como “progresso” e “avanço
civilizacional”. “O pensamento decolonial rejeita a análise
dominante de que os europeus produziram conhecimentos pretensamente universais que foram espalhados pelo mundo,
reconhecendo a diversidade de perspectivas e saberes
produzidos por grupos historicamente silenciados”.
MODERNA PLUS – Sociologia em Movimento. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2024.
Acerca do pensamento decolonial, assinale a afirmação verdadeira.
MODERNA PLUS – Sociologia em Movimento. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2024.
Acerca do pensamento decolonial, assinale a afirmação verdadeira.
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“Enquanto as gangues e quadrilhas de traficantes se
moviam em territórios estáticos, e enquanto cada grupo
dominava seu pedaço, matando sem mexer no pedaço do outro,
as facções invadem, matam, ocupam e expulsam moradores de
suas casas. Os líderes de gangues e os traficantes locais sempre
tiveram um peso dentro da comunidade, mas sua capacidade de
agência era limitada, e as negociações com eles eram
consideradas como algo “tranquilo”. Em muitas comunidades,
prevaleciam apenas os acordos tácitos de não delação dos
esquemas ilegais. Desde as facções, esse equilíbrio foi quebrado,
e os moradores relatam que as pessoas que fazem o crime
querem “botar moral” e determinar o que pode e não pode ser
feito na comunidade. [...]. É possível hoje falar de uma
socialização pela violência que, desde os tempos das gangues,
perdura como meio de fazer o crime e, consequentemente, fazer
a própria vida nas periferias de Fortaleza. Obviamente, existem
muitas outras coisas que compõem as periferias da cidade. Isso
não impede de observar, entretanto, que o homicídio não é um
elemento estranho a pessoas que sofrem e praticam crimes
cruéis contra a própria população com a qual compartilham as
dores e os sofrimentos sociais. [...]. Por isso, acredito que existe
algo de insurgente no fenômeno das facções, mas também
profundas conexões com as modalidades de dominação que
impõem o governo dos mais pobres para geração de variadas
maneiras de cooperação, atualizando discriminações, desigualdades e injustiças em larga escala.”
PAIVA, Luíz Fábio S. “Aqui não tem gangue, tem facção”: as transformações sociais do crime em Fortaleza. Cadernos CRH, Salvador, v. 32, nº 85, p. 165-184, jan/abr 2019.
Considerando esse enunciado, assinale a afirmação verdadeira.
PAIVA, Luíz Fábio S. “Aqui não tem gangue, tem facção”: as transformações sociais do crime em Fortaleza. Cadernos CRH, Salvador, v. 32, nº 85, p. 165-184, jan/abr 2019.
Considerando esse enunciado, assinale a afirmação verdadeira.
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“A comunicação de massa se modela mediante a
autocomunicação de massa através da Internet [...]. A dinâmica
de construção de uma mensagem simples e facilmente debatível
em um universo multiforme conduz à personalização da política.
É em torno da liderança possível de alguém que se constrói a
confiança na bondade de um projeto. Assim, a forma de luta
política mais eficaz é a destruição dessa confiança através da
destruição moral e da imagem de quem se postula como líder. As
mensagens negativas são cinco vezes mais eficazes em sua
influência do que as positivas. [...]. Daí a prática de operadores
políticos profissionais no sentido de buscar materiais prejudiciais
para determinados líderes políticos, manipulando-os e até
fabricando-os para aumentar o efeito destrutivo. [...]. Tal prática
gera um efeito secundário devastador: o de inspirar o sentimento
de desconfiança e reprovação moral sobre o conjunto dos
políticos e da política, contribuindo assim para a crise da
legitimidade.”
CASTELLS, Manuel. Ruptura: a crise da democracia liberal. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
Assim, pensando com Castells (2018), é correto afirmar que essa crise na legitimidade da política é, também, uma crise
CASTELLS, Manuel. Ruptura: a crise da democracia liberal. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
Assim, pensando com Castells (2018), é correto afirmar que essa crise na legitimidade da política é, também, uma crise
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Conforme Giiddens (2012), uma distinção importante entre
as diferentes perspectivas teóricas da Sociologia envolve o nível
de análise a que cada uma é direcionada. Este autor trata da
distinção entre o que denomina de microssociologia e de
macrossociologia. Em resumo, a análise micro, nos estudos
sociológicos, foca no comportamento cotidiano das pessoas em
situações de interação social e a análise macro concentra-se, de
outro modo, nos sistemas sociais de grande escala como as
relações socioeconômicas e as estruturas institucionais e políticas
de uma sociedade. Apesar de serem distintos, Giddens afirma
que esses dois níveis estão intimamente conectados em qualquer
realidade social estudada.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6ª ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
No que diz respeito a esses níveis de análise sociológica, assinale a afirmação verdadeira.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6ª ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
No que diz respeito a esses níveis de análise sociológica, assinale a afirmação verdadeira.
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