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As mais diversas religiões, especialmente as monoteístas, comungam de dois elementos comuns: o conceito de revelação e a aceitação de um corpo literário normativo, ou seja, um cânone. Tendo como referência a noção de escrituras sagradas, julgue o próximo item.
O xintoísmo, de origem japonesa, não tem uma escritura sagrada.
O xintoísmo, de origem japonesa, não tem uma escritura sagrada.
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Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal,
nada tem de religioso. Mas, no momento em que alguém lhe dá o
nome de altar, ela passa a ser circundada de uma aura misteriosa,
e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se
oferecem sacrifícios.
R. Alves. O que é religião. São Paulo: Abril Cultural/Brasiliense, 1984, p. 26 (com adaptações).
Para adquirir conhecimento de dada religião, é prescindível inteirar-se de sua origem (no tempo e no espaço), seus fundadores, seus mitos, suas teologias, seus ritos e suas práticas.
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Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal,
nada tem de religioso. Mas, no momento em que alguém lhe dá o
nome de altar, ela passa a ser circundada de uma aura misteriosa,
e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se
oferecem sacrifícios.
R. Alves. O que é religião. São Paulo: Abril Cultural/Brasiliense, 1984, p. 26 (com adaptações).
A religião nasce de um forte anseio interior do ser humano de comunicar-se com o transcendental e dele receber revelações sobre como organizar a vida e ordenar o mundo; nessa perspectiva, o fenômeno religioso não é redutível à ética ou à moralidade.
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O ensino religioso é compreendido como educação sobre
a religiosidade humana, devendo tratar pedagogicamente do
conhecimento espiritual que existe entre e para além de todas as
tradições místicas, religiosas e não religiosas, tematizando seus
conteúdos simbólicos nos espaços e tempos sagrados, bem como
os valores — e antivalores — que as espiritualidades, na prática,
desenvolvem ao longo da história.
G. Aragão e M. Souza. Transdisciplinaridade, o campo das Ciências da Religião
e sua aplicação ao Ensino Religioso. In: Estudos Teológicos, São Leopoldo,
v. 58, n.º 1, jan.-jun./2018, p. 42-56 (com adaptações).
A teologia da libertação tem, em seu ideário, a crítica ao sistema socialista, revelando que ele produz a idolatria ao Estado, e a crítica à ideologia do controle estatal e da planificação da economia.
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Ninguém pode negar que o racismo é o maior assassino no
mundo moderno. No entanto, observa-se uma considerável
resistência em vê-lo como um problema profundo para a religião
do cristianismo. (...) Teólogos e filósofos brancos escrevem
numerosos livros e artigos sobre teodiceia, indagando por que
Deus permite sofrimentos em massa, mas eles dificilmente
mencionam os horrendos crimes que os brancos cometeram
contra pessoas de cor no mundo moderno. Por que teólogos
brancos ignoram o racismo?
James H. Cone. Theology’s great sin: silence in the face of white supremacy.
In: D. N. Hopkins e E. P. Antonio. The Cambridge Companion to Black theology. Cambridge: Cambridge University Press, 2012, p. 143-155 (tradução livre).
A teologia negra, no contexto brasileiro, reveste-se de considerável importância na medida em que problematiza as diversas desigualdades no país, no que tange ao trato com corpos e territórios historicamente marginalizados.
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As mais diversas religiões, especialmente as monoteístas, comungam de dois elementos comuns: o conceito de revelação e a aceitação de um corpo literário normativo, ou seja, um cânone. Tendo como referência a noção de escrituras sagradas, julgue o próximo item.
Em virtude de seu caráter divino, as escrituras sagradas de diferentes religiões não servem para legitimar estruturas de poder e dominação.
Em virtude de seu caráter divino, as escrituras sagradas de diferentes religiões não servem para legitimar estruturas de poder e dominação.
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As mais diversas religiões, especialmente as monoteístas, comungam de dois elementos comuns: o conceito de revelação e a aceitação de um corpo literário normativo, ou seja, um cânone. Tendo como referência a noção de escrituras sagradas, julgue o próximo item.
No âmbito do cristianismo, que considera como sua escritura sagrada a Bíblia, a qual compreende os livros do Antigo Testamento e do Novo Testamento, estão superadas as discussões em torno de quantos livros, de fato, compõem o cânone, por conseguinte protestantes, evangélicos, pentecostais e católicos adotam a mesma, única e verdadeira escritura sagrada.
No âmbito do cristianismo, que considera como sua escritura sagrada a Bíblia, a qual compreende os livros do Antigo Testamento e do Novo Testamento, estão superadas as discussões em torno de quantos livros, de fato, compõem o cânone, por conseguinte protestantes, evangélicos, pentecostais e católicos adotam a mesma, única e verdadeira escritura sagrada.
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As mais diversas religiões, especialmente as monoteístas, comungam de dois elementos comuns: o conceito de revelação e a aceitação de um corpo literário normativo, ou seja, um cânone. Tendo como referência a noção de escrituras sagradas, julgue o próximo item.
O hinduísmo, por ter um panteão de inúmeros deuses, nunca constituiu um corpo de textos que pudessem ser considerados escrituras sagradas.
O hinduísmo, por ter um panteão de inúmeros deuses, nunca constituiu um corpo de textos que pudessem ser considerados escrituras sagradas.
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Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal,
nada tem de religioso. Mas, no momento em que alguém lhe dá o
nome de altar, ela passa a ser circundada de uma aura misteriosa,
e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se
oferecem sacrifícios.
R. Alves. O que é religião. São Paulo: Abril Cultural/Brasiliense, 1984, p. 26 (com adaptações).
A religião, ou o fenômeno religioso, origina-se desse ato de dar nomes às coisas, em que se discriminam as que têm importância secundária das que conferem sentido à existência, à vida e à morte; nessa perspectiva, o sagrado não é das coisas, mas passa a estar naquelas que o ser humano assim nomeia.
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O ensino religioso é compreendido como educação sobre
a religiosidade humana, devendo tratar pedagogicamente do
conhecimento espiritual que existe entre e para além de todas as
tradições místicas, religiosas e não religiosas, tematizando seus
conteúdos simbólicos nos espaços e tempos sagrados, bem como
os valores — e antivalores — que as espiritualidades, na prática,
desenvolvem ao longo da história.
G. Aragão e M. Souza. Transdisciplinaridade, o campo das Ciências da Religião
e sua aplicação ao Ensino Religioso. In: Estudos Teológicos, São Leopoldo,
v. 58, n.º 1, jan.-jun./2018, p. 42-56 (com adaptações).
A teologia do pluralismo religioso é o novo nome adotado para a teologia das religiões, ramo que se desenvolveu na década de 1960 e que promove uma reflexão à luz da fé sobre a pluralidade das religiões.
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