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Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Homem, 54 anos, é atendido pelo SAMU após episódio súbito de hematêmese volumosa, ocorrido há cerca de 30 minutos. Familiares relatam antecedente de cirrose hepática alcoólica com episódios prévios de ascite e encefalopatia hepática. Ao exame: sonolento, FC: 124 bpm, PA: 92 × 58 mmHg. Extremidades frias. Abdome: distendido, com macicez móvel. Durante o atendimento, apresenta novo episódio de vômito com grande quantidade de sangue escuro, associado a queda do nível de consciência.
Assinale a alternativa que contém a provável etiologia do quadro, as prioridades de conduta no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e as medidas iniciais esperadas no ambiente hospitalar.
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Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Homem, 36 anos, é atendido pelo SAMU após ser encontrado em via pública, confuso e prostrado, cerca de 6 horas após ter participado de uma competição amadora de crossfit em dia de calor intenso. Relato de uso recente de anti-inflamatório não esteroidal e suplemento proteico. Nega trauma direto significativo. Ao exame: confuso, Glasgow 13 (E4 V4 M5), FC: 118 bpm, PA: 96 × 60 mmHg, FR: 22 irpm, SpO₂: 95% em ar ambiente. Temperatura: 38,5 °C. Aparente dor muscular difusa, principalmente em coxas e panturrilhas. Urina coletada em sonda vesical de alívio: coloração castanho-escura. Durante o transporte, são obtidos dados iniciais: Glicemia capilar: 102 mg/dL, diurese inicial reduzida. Na admissão hospitalar, exames laboratoriais mostram: Creatina Quinase (CK) Total: 18.000 U/L; Creatinina: 2,3 mg/dL; Potássio: 6,1 mEq/L; Cálcio: 7,6 mg/dL. Gasometria: acidose metabólica leve.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a alternativa que CORRETAMENTE integra o diagnóstico, suas prováveis causas e a conduta adequada no atendimento pré-hospitalar e hospitalar inicial.
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Homem, 41 anos, previamente hígido, é atendido pelo SAMU após episódio de crise convulsiva tônico-clônica generalizada iniciado há cerca de 7 minutos, sem recuperação do nível de consciência entre os eventos. Familiares relatam que o paciente apresentou uma crise inicial seguida, após breve intervalo, de novos episódios convulsivos contínuos. Ao exame: inconsciente, Glasgow 7 (E1 V2 M4), FR: 10 irpm, respiração irregular, FC: 122 bpm, PA: 146 × 92 mmHg. SpO₂: 88% em ar ambiente. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Movimentos tônico-clônicos generalizados persistentes. Glicemia capilar: 96 mg/dL. A equipe realiza oxigenoterapia, monitorização cardiorrespiratória e acesso venoso periférico calibroso.
Considerando o quadro clínico apresentado, é CORRETO afirmar sobre o diagnóstico, o reconhecimento do estado de mal epiléptico e a conduta adequada nas fases pré-hospitalar e hospitalar inicial, de acordo com diretrizes atuais, que:
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Mulher, 28 anos, asmática desde a infância, em uso irregular de corticosteroide inalatório, é atendida pelo SAMU com dispneia progressiva, iniciada há cerca de 12 horas, associada a chiado difuso e dificuldade para falar frases completas. Relata uso repetido de broncodilatador inalatório em domicílio, sem melhora significativa. Ao exame: Consciente, ansiosa, fala entrecortada. Uso de musculatura acessória. FR: 34 irpm; FC: 132 bpm, SpO₂: 89% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sibilos difusos com áreas de murmúrio vesicular diminuído bilateralmente.
Após a primeira nebulização com beta-agonista de curta duração associada a anticolinérgico e oxigênio suplementar, observam-se: SpO₂: 93%, FR: 30 irpm, FC: 128 bpm, persistência de esforço respiratório.
Considerando o quadro clínico, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a classificação da crise asmática, as condutas prioritárias no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e a abordagem adequada na admissão hospitalar.
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Homem, 58 anos é atendido pelo SAMU com dor abdominal intensa em epigástrio, iniciada há cerca de 10 horas, com irradiação para dorso, associada a vômitos incoercíveis. De antecedentes, é etilista crônico (destilados diariamente), dislipidemia em uso irregular de estatina e colelitíase conhecida. Ao exame: fácies de dor, FC: 124 bpm, PA: 92 × 58 mmHg, FR: 28 irpm, SpO₂: 93% em ar ambiente, Temperatura: 38,1 °C. Abdome com dor intensa à palpação profunda em epigástrio, sem rigidez. Condutas iniciais são realizadas e o paciente é transportado. Na admissão hospitalar, exames laboratoriais iniciais mostram: Lipase: 3.400 U/L, Hematócrito: 52%, Ureia: 64 mg/dL, Creatinina: 2,1 mg/dL, Cálcio total: 7,4 mg/dL, AST: 280 U/L, ALT: 410 U/L, BT: 3,2 mg/dL.
Após 6 horas de internação, evolui com necessidade de O₂ para manter SpO₂ > 94%, diurese < 0,4 mL/kg/h e dor abdominal menos intensa, porém com piora do estado geral.
Considerando o quadro apresentado, assinale a alternativa que CORRETAMENTE integra o diagnóstico, a classificação de gravidade, a etiologia mais provável e as condutas adequadas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e no hospital.
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• Paciente A
Dor intensa em membro inferior esquerdo;
Extremidade fria e pálida;
Pulsos distais ausentes;
Sensibilidade tátil discretamente reduzida em pododáctilos;
Força muscular preservada;
Dor exacerbada à palpação, sem rigidez muscular.
• Paciente BDor muito intensa em membro inferior direito;
Extremidade fria, pálida e marmórea;
Pulsos distais ausentes;
Hipoestesia extensa do pé e da perna distal;
Déficit motor evidente (dificuldade para dorsiflexão do pé);
Dor espontânea menos intensa no momento da avaliação.
Considerando a classificação de gravidade da isquemia aguda, o prognóstico do membro e a conduta mais adequada no atendimento pré-hospitalar, é CORRETO afirmar que:
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Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
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Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.
Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?
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Mulher, 29 anos é atendida pelo SAMU em domicílio, 5 dias após tireoidectomia total por bócio multinodular. Refere início súbito de parestesias periorais e em extremidades, seguido de espasmos musculares dolorosos nas mãos. Evoluiu com ansiedade intensa e dificuldade para falar. Ao exame: consciente, ansiosa, mãos em posição de espasmo carpopedal. Sinal de Trousseau positivo. ECG no monitor: QTc prolongado. A acompanhante informa que a paciente recebeu alta hospitalar há 48 horas e não iniciou suplementação prescrita.
Diante do quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada no ambiente pré-hospitalar?
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Homem, 64 anos, encontrado em domicílio após episódio de síncope. Histórico de doença coronariana e insuficiência cardíaca. Ao atendimento inicial pelo SAMU, apresenta-se consciente, porém confuso. Após estabilização primária, são observados os seguintes parâmetros: Glasgow: 13 (O3 V4 M6); PA: 86 × 52 mmHg (PAM ≈ 63 mmHg), após 500 mL de cristaloide; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 92% com O₂ suplementar a 4 L/min. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Lactato capilar: 4,1 mmol/L. ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST. Durante a avaliação secundária, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica, apesar das medidas iniciais.
Considerando os critérios de gravidade e os princípios do atendimento pré-hospitalar, qual é a conduta MAIS adequada em relação ao transporte?
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