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4060684 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
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A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos

Pinóquio é mundialmente conhecido pelas extravagâncias de seu nariz. Sua estranha história, transportada da literatura infantojuvenil para as telas do cinema e do streaming, tem encantado (e aterrorizado) crianças e adultos há mais de cem anos. Apesar de toda sua popularidade, no entanto, várias de suas lições, referências e simbolismos costumam passar despercebidos por grande parte do público.

As aventuras do menino-marionete extrapolam — e muito — as fronteiras do entretenimento infantil. Publicada pela primeira vez em 1881, pela pena do italiano Carlo Collodi, e posteriormente adaptada pela Disney na famosa animação de 1940, a obra espelha-se em diversas outras tradições narrativas, como a mitologia, a tragédia e a epopeia, lançando o jovem Pinóquio à jornada do herói.

Encontramos, no cerne dessa trajetória, o ritual de passagem: a transformação simbólica do indivíduo imaturo (o ingênuo e irresponsável menino-marionete) em um ser humano completo (um menino de verdade), por meio da morte e do renascimento. Enquanto o Grilo Falante representa a consciência de Pinóquio, a Fada Azul parece representar a própria Justiça, ora ajudando, ora julgando o menino em seu processo de amadurecimento. [...]

Um dos temas centrais em Pinóquio é a autonomia do indivíduo, assim como as consequências dessa autonomia e as escolhas que se apresentam a partir dela.

Em sua essência, a jornada de Pinóquio consiste na transformação de uma marionete (isto é, um indivíduo controlável, dependente e imaturo) em um menino de verdade (no controle de seu destino, autônomo e maduro). Trata-se de uma trajetória comum a todos os seres humanos — ou, pelo menos, de uma representação alegórica do amadurecimento psicológico humano. [...]

Inspirado pelas elucubrações de Carl Jung, o psicólogo Jordan Peterson associa a condição de marionete à ideia de que todo ser humano é controlado, queira ele ou não, por forças internas ou externas, muitas delas desconhecidas ou além de sua compreensão. As cordas da marionete, assim, seriam os fatores que determinam o comportamento dos indivíduos — desde as pulsões psicológicas, vindas de dentro, até as pressões do ambiente, presentes mundo afora.

A Ilha dos Prazeres, em Pinóquio, é um exemplo de como as pessoas podem ser controladas por meio de suas cordas pulsionais, servindo de marionetes para manipuladores mal-intencionados. As crianças trazidas à ilha são seduzidas pelas tentações do prazer fácil, dos vícios, junto à promessa de que não haveria consequências. Os meninos bebem cerveja, fumam charuto e passam o dia vadiando, sem ir à escola nem fazer qualquer coisa de útil. Libertos de suas responsabilidades, e tendo seus vícios saciados (como a preguiça, a gula, etc.), eles não percebem que essas tentações são as iscas de uma armadilha.

Fonte: Fantástica Cultural - adaptado.

“As aventuras do menino-marionete extrapolam — e muito — as fronteiras do entretenimento infantil.” (2º parágrafo). O verbo sublinhado NÃO tem, nesse contexto, como sinônimo:
 

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4060683 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
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A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos

Pinóquio é mundialmente conhecido pelas extravagâncias de seu nariz. Sua estranha história, transportada da literatura infantojuvenil para as telas do cinema e do streaming, tem encantado (e aterrorizado) crianças e adultos há mais de cem anos. Apesar de toda sua popularidade, no entanto, várias de suas lições, referências e simbolismos costumam passar despercebidos por grande parte do público.

As aventuras do menino-marionete extrapolam — e muito — as fronteiras do entretenimento infantil. Publicada pela primeira vez em 1881, pela pena do italiano Carlo Collodi, e posteriormente adaptada pela Disney na famosa animação de 1940, a obra espelha-se em diversas outras tradições narrativas, como a mitologia, a tragédia e a epopeia, lançando o jovem Pinóquio à jornada do herói.

Encontramos, no cerne dessa trajetória, o ritual de passagem: a transformação simbólica do indivíduo imaturo (o ingênuo e irresponsável menino-marionete) em um ser humano completo (um menino de verdade), por meio da morte e do renascimento. Enquanto o Grilo Falante representa a consciência de Pinóquio, a Fada Azul parece representar a própria Justiça, ora ajudando, ora julgando o menino em seu processo de amadurecimento. [...]

Um dos temas centrais em Pinóquio é a autonomia do indivíduo, assim como as consequências dessa autonomia e as escolhas que se apresentam a partir dela.

Em sua essência, a jornada de Pinóquio consiste na transformação de uma marionete (isto é, um indivíduo controlável, dependente e imaturo) em um menino de verdade (no controle de seu destino, autônomo e maduro). Trata-se de uma trajetória comum a todos os seres humanos — ou, pelo menos, de uma representação alegórica do amadurecimento psicológico humano. [...]

Inspirado pelas elucubrações de Carl Jung, o psicólogo Jordan Peterson associa a condição de marionete à ideia de que todo ser humano é controlado, queira ele ou não, por forças internas ou externas, muitas delas desconhecidas ou além de sua compreensão. As cordas da marionete, assim, seriam os fatores que determinam o comportamento dos indivíduos — desde as pulsões psicológicas, vindas de dentro, até as pressões do ambiente, presentes mundo afora.

A Ilha dos Prazeres, em Pinóquio, é um exemplo de como as pessoas podem ser controladas por meio de suas cordas pulsionais, servindo de marionetes para manipuladores mal-intencionados. As crianças trazidas à ilha são seduzidas pelas tentações do prazer fácil, dos vícios, junto à promessa de que não haveria consequências. Os meninos bebem cerveja, fumam charuto e passam o dia vadiando, sem ir à escola nem fazer qualquer coisa de útil. Libertos de suas responsabilidades, e tendo seus vícios saciados (como a preguiça, a gula, etc.), eles não percebem que essas tentações são as iscas de uma armadilha.

Fonte: Fantástica Cultural - adaptado.

O texto faz um estudo filosófico, com base no livro “Pinóquio”, e alerta para certos comportamentos humanos que podem influenciar negativamente. A partir dos elementos simbólicos traduzidos da obra, referentes ao modo de vida, é CORRETO inferir que:
 

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4060682 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
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A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos

Pinóquio é mundialmente conhecido pelas extravagâncias de seu nariz. Sua estranha história, transportada da literatura infantojuvenil para as telas do cinema e do streaming, tem encantado (e aterrorizado) crianças e adultos há mais de cem anos. Apesar de toda sua popularidade, no entanto, várias de suas lições, referências e simbolismos costumam passar despercebidos por grande parte do público.

As aventuras do menino-marionete extrapolam — e muito — as fronteiras do entretenimento infantil. Publicada pela primeira vez em 1881, pela pena do italiano Carlo Collodi, e posteriormente adaptada pela Disney na famosa animação de 1940, a obra espelha-se em diversas outras tradições narrativas, como a mitologia, a tragédia e a epopeia, lançando o jovem Pinóquio à jornada do herói.

Encontramos, no cerne dessa trajetória, o ritual de passagem: a transformação simbólica do indivíduo imaturo (o ingênuo e irresponsável menino-marionete) em um ser humano completo (um menino de verdade), por meio da morte e do renascimento. Enquanto o Grilo Falante representa a consciência de Pinóquio, a Fada Azul parece representar a própria Justiça, ora ajudando, ora julgando o menino em seu processo de amadurecimento. [...]

Um dos temas centrais em Pinóquio é a autonomia do indivíduo, assim como as consequências dessa autonomia e as escolhas que se apresentam a partir dela.

Em sua essência, a jornada de Pinóquio consiste na transformação de uma marionete (isto é, um indivíduo controlável, dependente e imaturo) em um menino de verdade (no controle de seu destino, autônomo e maduro). Trata-se de uma trajetória comum a todos os seres humanos — ou, pelo menos, de uma representação alegórica do amadurecimento psicológico humano. [...]

Inspirado pelas elucubrações de Carl Jung, o psicólogo Jordan Peterson associa a condição de marionete à ideia de que todo ser humano é controlado, queira ele ou não, por forças internas ou externas, muitas delas desconhecidas ou além de sua compreensão. As cordas da marionete, assim, seriam os fatores que determinam o comportamento dos indivíduos — desde as pulsões psicológicas, vindas de dentro, até as pressões do ambiente, presentes mundo afora.

A Ilha dos Prazeres, em Pinóquio, é um exemplo de como as pessoas podem ser controladas por meio de suas cordas pulsionais, servindo de marionetes para manipuladores mal-intencionados. As crianças trazidas à ilha são seduzidas pelas tentações do prazer fácil, dos vícios, junto à promessa de que não haveria consequências. Os meninos bebem cerveja, fumam charuto e passam o dia vadiando, sem ir à escola nem fazer qualquer coisa de útil. Libertos de suas responsabilidades, e tendo seus vícios saciados (como a preguiça, a gula, etc.), eles não percebem que essas tentações são as iscas de uma armadilha.

Fonte: Fantástica Cultural - adaptado.

Considerando-se o propósito argumentativo dos elementos presentes no título, analisar os itens.

I. No que concerne ao traço “lições”, podemos listar a possibilidade de autonomia do indivíduo, assim como as consequências dessa autonomia e as escolhas que se apresentam a partir dela.

II. No que tange ao traço “segredos”, podemos entender a referência na transformação de uma marionete, que é controlável, dependente e imatura, em um menino de verdade.

III. No que diz respeito ao traço “simbolismos”, podemos mencionar a Ilha dos Prazeres como um exemplo de como as pessoas podem ser controladas mediante suas cordas pulsionais, servindo de marionetes para manipuladores mal-intencionados.

Está CORRETO o que se afirma:

 

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4060681 Ano: 2026
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
Na gestão de compras, qual é principal vantagem da modalidade compra por cotação para uma organização?
 

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4060680 Ano: 2026
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
Em relação à descentralização e à centralização de compras, é CORRETO afirmar que:
 

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4060679 Ano: 2026
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
Na administração de materiais, o ponto de pedido é um parâmetro utilizado para indicar o momento adequado de iniciar a reposição de um item, de modo a evitar a falta do produto durante o tempo de entrega. Considerar a seguinte situação hipotética: em determinado almoxarifado, a saída média diária de canetas é de 50 unidades. O prazo estimado para o recebimento de um novo lote é de 10 dias. Além disso, mantém-se uma reserva técnica de 100 unidades como medida preventiva. Com base nesses dados, assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o ponto de pedido para esse item.
 

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4060678 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
O ciclo vital do ato administrativo compreende sua criação, vigência e extinção, esta última podendo ocorrer de variadas formas. A cassação é a modalidade de extinção do ato administrativo que ocorre quando:
 

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4060677 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
O gênero abuso de poder comporta duas espécies, o desvio e o excesso. No desvio de poder, também chamado de desvio de finalidade, o agente competente atua visando interesse alheio ao público. Por outro lado, comete excesso de poder o agente que exorbita no uso de suas atribuições, indo além de sua competência. Com base no desvio e no excesso de poder, é CORRETO afirmar que:
 

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4060676 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
O poder disciplinar abrange a faculdade de a Administração Pública aplicar sanções aos servidores que cometem irregularidades no serviço público. Considerando isso, é INCORRETO dizer que se trata de:
 

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4060675 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Esteio-RS
Em conformidade com “Perguntas frequentes sobre o LicitaCon”, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Falta de transparência na publicidade do certame, adoção indevida de modalidade licitatória, irregularidade nos processos de dispensa e inexigibilidade de licitação são algumas das irregularidades que podem ser identificadas com o auxílio do LicitaCon.
( ) Todo e qualquer cidadão pode consultar pela internet as informações, dados e documentos relativos às licitações e contratos administrativos realizados, através de uma ferramenta de consulta desenvolvida para smartphones chamada LicitaCon Web.
( ) Os órgãos que não possuem sistema informatizado próprio para o gerenciamento de suas licitações e contratos terão disponibilizado o módulo online, denominado e-Validador.
( ) O LicitaCon conta com um módulo exclusivamente destinado aos auditores do TCE-RS, no qual estão disponíveis para consulta algumas trilhas de auditoria previamente formatadas, objetivando otimizar os trabalhos de campo.
 

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