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A ação para a aplicação das sanções previstas na Lei
nº 8.429/1992 − Lei de Improbidade Administrativa –
prescreve em:
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De acordo com a Lei nº 8.137/1990, é CORRETO afirmar
que se trata de crime contra as relações de consumo:
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A respeito do demonstrativo do balanço patrimonial,
segundo a Lei nº 4.320/1964 − Normas Gerais de Direito
Financeiro, é CORRETO afirmar que o ativo financeiro
compreenderá:
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Segundo a Lei Complementar nº 5.231/2011, a vacância
do cargo público poderá decorrer, entre outras hipóteses,
de:
I. Exoneração.
II. Aposentadoria.
III. Licença para tratamento de saúde.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Exoneração.
II. Aposentadoria.
III. Licença para tratamento de saúde.
Está CORRETO o que se afirma:
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Sobre as regras aplicáveis aos servidores públicos,
segundo a Constituição Federal, assinalar a alternativa
CORRETA.
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Tendo em vista a regência do verbo “preferir”, analisar os
itens.
I. Prefiro mais felicidade que mais dinheiro.
II. Prefiro estudar a trabalhar.
III. Prefiro amor a ódio.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Prefiro mais felicidade que mais dinheiro.
II. Prefiro estudar a trabalhar.
III. Prefiro amor a ódio.
Está CORRETO o que se afirma:
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Considerando o emprego de certas expressões, analisar os
itens.
I. Em princípio, os livros do Ensino Médio deveriam ensinar gramática.
II. Seu aluno faz tampouco exercício, por quê?
III. Nunca fui de encontro às ideias dele, pois são excelentes.
IV. Levam-se encomendas a domicílio.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Em princípio, os livros do Ensino Médio deveriam ensinar gramática.
II. Seu aluno faz tampouco exercício, por quê?
III. Nunca fui de encontro às ideias dele, pois são excelentes.
IV. Levam-se encomendas a domicílio.
Está CORRETO o que se afirma:
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01/02 - Dia do Publicitário
O profissional da área da comunicação responsável
pelo planejamento, criação e execução de campanhas
publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O
objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o
anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado.
É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la,
de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja,
fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas
necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a
concorrência de outros produtos.
Até 1965, a profissão de publicitário era exercida
pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática
na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os
mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a
imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi
promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão,
em razão de terem surgido cursos superiores na área da
Comunicação Social, com especialização em publicidade e
duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário
possui ampla formação na área de ciências humanas —
psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias
específicas como redação publicitária, linguagem publicitária
e criação que complementam os conhecimentos necessários
para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em
1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação
Publicitária (CONAR), organização não governamental que
[1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a
publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao
consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3]
se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o
CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos
conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e
ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a
modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de
direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
O campo de atuação do publicitário são as agências
de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências,
ele pode se especializar em diversas áreas: na área do
atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções
deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação,
desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também
optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou
por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia
pesquisas de mercado e determina a melhor forma de
comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina
em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e
em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.
Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”,
Paulinas Editora. - Adaptado.
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01/02 - Dia do Publicitário
O profissional da área da comunicação responsável
pelo planejamento, criação e execução de campanhas
publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O
objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o
anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado.
É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la,
de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja,
fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas
necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a
concorrência de outros produtos.
Até 1965, a profissão de publicitário era exercida
pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática
na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os
mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a
imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi
promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão,
em razão de terem surgido cursos superiores na área da
Comunicação Social, com especialização em publicidade e
duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário
possui ampla formação na área de ciências humanas —
psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias
específicas como redação publicitária, linguagem publicitária
e criação que complementam os conhecimentos necessários
para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em
1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação
Publicitária (CONAR), organização não governamental que
[1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a
publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao
consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3]
se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o
CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos
conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e
ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a
modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de
direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
O campo de atuação do publicitário são as agências
de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências,
ele pode se especializar em diversas áreas: na área do
atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções
deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação,
desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também
optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou
por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia
pesquisas de mercado e determina a melhor forma de
comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina
em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e
em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.
Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”,
Paulinas Editora. - Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
01/02 - Dia do Publicitário
O profissional da área da comunicação responsável
pelo planejamento, criação e execução de campanhas
publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O
objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o
anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado.
É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la,
de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja,
fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas
necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a
concorrência de outros produtos.
Até 1965, a profissão de publicitário era exercida
pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática
na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os
mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a
imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi
promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão,
em razão de terem surgido cursos superiores na área da
Comunicação Social, com especialização em publicidade e
duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário
possui ampla formação na área de ciências humanas —
psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias
específicas como redação publicitária, linguagem publicitária
e criação que complementam os conhecimentos necessários
para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em
1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação
Publicitária (CONAR), organização não governamental que
[1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a
publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao
consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3]
se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o
CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos
conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e
ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a
modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de
direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
O campo de atuação do publicitário são as agências
de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências,
ele pode se especializar em diversas áreas: na área do
atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções
deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação,
desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também
optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou
por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia
pesquisas de mercado e determina a melhor forma de
comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina
em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e
em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.
Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”,
Paulinas Editora. - Adaptado.
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