Foram encontradas 1.916 questões.
No século XIX, a arte ocidental foi um verdadeiro
laboratório de modernidade: um campo de forças no qual
academias e salões oficiais ainda regulavam a legitimação
pública, enquanto novas sensibilidades, técnicas e públicos
redesenhavam o que se entendia por “assunto”, “estilo” e
“valor” artísticos. Acerca desse assunto, julgue as frases
abaixo:
I. A infraestrutura institucional (sobretudo o Salon de Paris e as academias) manteve, por décadas, um quase-monopólio de gosto e patronagem, estabelecendo hierarquias (a pintura de história acima de gêneros como retrato, paisagem e natureza-morta) e modos de acabamento “corretos”; porém, essa mesma pressão catalisou dissidências e circuitos paralelos, como o célebre Salon des Refusés de 1863, deslocando o centro do debate para a crítica e para o espaço público moderno;
II. O Expressionismo, consolidado no século XIX, constituiu uma poética do instante visual e da contingência urbana, dissolvendo contornos e instituindo novos critérios de acabamento, como a tela compreendida não mais como janela ilusionista, mas como campo perceptivo;
III. O Pós-Impressionismo, na virada do século XIX para o XX, explicitou a pluralização da vanguarda: Seurat e Signac sistematizaram uma “ciência” do olhar (divisionismo/neo-impressionismo); Cézanne reconstruiu a solidez do visível por meio de modulações que anteciparam a autonomia da forma; Gauguin e os sintetistas elevaram a planicidade e o signo; Van Gogh intensificou a expressividade cromática como vetor psíquico; os Nabis integraram cor, superfície e decoração.
Está(ão) correta(s), apenas, a(s) seguinte(s) proposição(ões).
I. A infraestrutura institucional (sobretudo o Salon de Paris e as academias) manteve, por décadas, um quase-monopólio de gosto e patronagem, estabelecendo hierarquias (a pintura de história acima de gêneros como retrato, paisagem e natureza-morta) e modos de acabamento “corretos”; porém, essa mesma pressão catalisou dissidências e circuitos paralelos, como o célebre Salon des Refusés de 1863, deslocando o centro do debate para a crítica e para o espaço público moderno;
II. O Expressionismo, consolidado no século XIX, constituiu uma poética do instante visual e da contingência urbana, dissolvendo contornos e instituindo novos critérios de acabamento, como a tela compreendida não mais como janela ilusionista, mas como campo perceptivo;
III. O Pós-Impressionismo, na virada do século XIX para o XX, explicitou a pluralização da vanguarda: Seurat e Signac sistematizaram uma “ciência” do olhar (divisionismo/neo-impressionismo); Cézanne reconstruiu a solidez do visível por meio de modulações que anteciparam a autonomia da forma; Gauguin e os sintetistas elevaram a planicidade e o signo; Van Gogh intensificou a expressividade cromática como vetor psíquico; os Nabis integraram cor, superfície e decoração.
Está(ão) correta(s), apenas, a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma escola municipal, a equipe docente organiza um
projeto temático sobre sustentabilidade, envolvendo áreas
como Ciências, Geografia e Artes. A professora de Artes
propõe a criação de instalações com materiais reutilizáveis,
dialogando com o conteúdo das demais disciplinas.
Considerando esse contexto, qual alternativa apresenta uma visão coerente sobre o trabalho interdisciplinar no ensino de Artes?
Considerando esse contexto, qual alternativa apresenta uma visão coerente sobre o trabalho interdisciplinar no ensino de Artes?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Durante uma atividade com uma turma, a professora
propõe que os alunos analisem diferentes obras visuais,
como cartazes políticos, esculturas religiosas e grafites
urbanos. A intenção é explorar os sentidos e propósitos da
produção artística.
Com base nesse cenário, qual das alternativas está de acordo com as funções que a arte pode desempenhar?
Com base nesse cenário, qual das alternativas está de acordo com as funções que a arte pode desempenhar?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O esforço de reaproximação com a vida empreendido por
algumas gerações de artistas contemporâneos não tornou a
arte de nossos dias mais compreensível e comunicável do que
aquela desenvolvida na era de sua autonomia. Ao contrário, a
arte hoje parece ter ainda maior dificuldade de ser apreendida
pelo público do que a produção moderna, e a demanda por
explicações parece ter aumentado consideravelmente.”
COCCHIARALE, F. Sobre a relação entre arte e a palavra – o olhar e a explicação. In: PÁDULA, C; TORNAGHI, M.; QUEIROZ, T. (Orgs.). O Mundo é mais do que isso: mediação e a complexa rede de significações da arte e do mundo. Rio de Janeiro: EAV, 2014.
O público demanda mais explicações para a arte contemporânea porque
COCCHIARALE, F. Sobre a relação entre arte e a palavra – o olhar e a explicação. In: PÁDULA, C; TORNAGHI, M.; QUEIROZ, T. (Orgs.). O Mundo é mais do que isso: mediação e a complexa rede de significações da arte e do mundo. Rio de Janeiro: EAV, 2014.
O público demanda mais explicações para a arte contemporânea porque
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A Arte Conceitual problematiza justamente essa concepção
de arte, seus sistemas de legitimação, e opera não com
objetos ou formas, mas com ideias e conceitos”
FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, o que é Arte Conceitual.
FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, o que é Arte Conceitual.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais
pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a
relação que eles, como instituições (e, portanto,
representações dos valores atribuídos à arte), têm com as
esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das
sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo
dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras
dos artistas por via das exposições de arte. Também num
momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos
modos de exposição e nos chamarem a atenção para os
espaços nos quais exibem arte para realizar suas
proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a
necessidade em apreender tais fenômenos, bem como
revisitar outros momentos da produção artística com novas
lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço
privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em
primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção
contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos,
já no contexto modernista, como uma espécie de centro
deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras
de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da
Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por
fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no
momento de reorganização do mundo naquela década de
1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela
guarda e curadoria do acervo mais importante de arte
moderna do país, que se originou naquele momento.”
MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista
do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“A historiografia da arte vem se interessando cada vez mais
pela dimensão histórica dos museus de arte, isto é, qual a
relação que eles, como instituições (e, portanto,
representações dos valores atribuídos à arte), têm com as
esferas sociais, políticas e (por que não?) econômicas das
sociedades ocidentais. Ela também se dedica mais ao estudo
dos modos de circulação, apresentação, emulação das obras
dos artistas por via das exposições de arte. Também num
momento em que assistimos aos artistas fazerem uso dos
modos de exposição e nos chamarem a atenção para os
espaços nos quais exibem arte para realizar suas
proposições, o campo da história da arte vê cada vez mais a
necessidade em apreender tais fenômenos, bem como
revisitar outros momentos da produção artística com novas
lentes. [...] O Brasil aparece no cenário atual como espaço
privilegiado de debates em torno da arte moderna. Em
primeiro lugar, porque nossa arte moderna tem sido vista como uma espécie de “cânon alternativo” para a produção
contemporânea. Em segundo lugar, porque posicionamo-nos,
já no contexto modernista, como uma espécie de centro
deslocado/periférico, capaz de criar instâncias divulgadoras
de arte moderna de alcance internacional (caso exemplar da
Bienal de São Paulo desde sua primeira edição em 1951). Por
fim, criamos instituições e constituímos acervos justamente no
momento de reorganização do mundo naquela década de
1940. A Universidade de São Paulo (USP) é responsável pela
guarda e curadoria do acervo mais importante de arte
moderna do país, que se originou naquele momento.”
MAGALHÃES, Ana Gonçalves. Uma nova luz sobre o acervo modernista
do MAC USP. Revista USP, São Paulo, n. 90, jun./ago. 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O campo de produção de sentido das coisas que nos afetam
no nosso dia-a-dia, inclusive a arte, não é um campo com
resultados unívocos, mas é um campo de batalha entre
leituras ou interpretações às vezes até contraditórias.”
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Na arte ocidental, a ideia de desconstrução, segundo Minor,
pode ser vista no quadro de Picasso Les demoiselles
d’Avignon. A pintura, em si, cria um paradoxo, porque
desconstrói, no sentido histórico, uma vez que Picasso
fragmenta o espaço. A fim de desconstruir ainda mais o
significado da pintura de Picasso, Minor sugere que se
pergunte ‘o que sabia e pensava Picasso sobre máscaras
africanas? Ele capturou algo essencial nas máscaras ou, pelo
contrário, as interpretou erroneamente? De que parte da África
elas são? Em que elas diferem das máscaras ibéricas?’”
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando-se a leitura da imagem abaixo, avaliar se
as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a
sequência correspondente.
( ) No bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro, um ceramista chileno começou a transformar uma antiga escadaria em uma obra de arte, seu nome era Jorge Selarón (1947-2013).
( ) Em 1994, ao ver os preparativos para enfeitar as ruas para a Copa, Selarón decidiu azulejar toda a escadaria, priorizando as cores da bandeira brasileira.
( ) Selarón transformou uma antiga escadaria em um lugar de comércio, lazer e turismo, usando a técnica do mosaico e da aquarela com temáticas diversas do mundo todo.
( ) Ao longo dos anos, seu trabalho começou a ser tão reconhecido que, além de receber convites para fazer o mesmo em outros lugares, sua obra se tornou um ponto turístico da cidade do Rio de Janeiro.
( ) No bairro de Santa Teresa, na cidade do Rio de Janeiro, um ceramista chileno começou a transformar uma antiga escadaria em uma obra de arte, seu nome era Jorge Selarón (1947-2013).
( ) Em 1994, ao ver os preparativos para enfeitar as ruas para a Copa, Selarón decidiu azulejar toda a escadaria, priorizando as cores da bandeira brasileira.
( ) Selarón transformou uma antiga escadaria em um lugar de comércio, lazer e turismo, usando a técnica do mosaico e da aquarela com temáticas diversas do mundo todo.
( ) Ao longo dos anos, seu trabalho começou a ser tão reconhecido que, além de receber convites para fazer o mesmo em outros lugares, sua obra se tornou um ponto turístico da cidade do Rio de Janeiro.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container