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Foram encontradas 150 questões.

1542965 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Documento específico de solicitação feita a uma autoridade, redigida respeitando as normalidades legais onde se realiza um pedido, especifico para solicitação na qual o indivíduo se coloca como subordinado, deve conter o cargo da autoridade a quem é dirigido, caracteriza-se por ser um texto breve:
 

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1540831 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Analise a imagem. Utilizando o Microsoft Excel, calcule os resultados das células G2 e H2. Tendo como regras:
1 - A célula G2 receberá a soma dos valores da matriz B2 até E5;
2 - A célula H2 receberá a média dos valores de B2 e E5;
Enunciado 1540831-1
 

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1535819 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Na administração de materiais, reduzir perdas é o objetivo principal, que garante a redução de custos e efetivo controle nas operações; para tanto se fez necessária a integração das seguintes áreas, na empresa, respectivamente:
 

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1522121 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Uma das palavras a seguir não operou o diminutivo sintético irregular de acordo com a Norma Padrão. Qual?
 

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1518998 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Texto para a questão.
AS GRANDES VIRADAS DO MUNDO DO CONHECIMENTO (fragmento)
O mundo é mestiço. Nele, as linguagens estão sincretizadas. Mas nós, professores, continuamos com a crença de que todos somos iguais; afinal, só se faz um tipo de avaliação, só se ministra um tipo de aula; só se ensina de uma única maneira; só se exige um único comportamento em sala de aula; só se considera nota boa o 10.
Em relação ao resultado de uma avaliação, esteja ela sob qual feitio estiver, quase não fazemos qualquer investigação, ainda que fosse por que todos não tiraram 10, porque como alunos também nos foi negada a transposição significativa das notas diante de nossos atos. O que nos ficou foi: “notas baixas são de quem não estudou/não estuda; notas altas são de quem estudou/estuda”. Era esse o único discurso. Sem dar conta do caráter ipsativo de que toda avaliação deveria estar eivada para promoção, reduzimos nossos olhares a valores quantitativos, como o é nossa sociedade, e isso ainda perdura em nossos imaginários coletivos docentes. E aí, quando eles não conseguem aquela nota, esmorecem e acham a aula chata. Todas as disciplinas em que eles tiram notas baixas são consideradas por eles próprios como aulas chatas.
Os alunos gostam, sim, de escola. Eles não gostam é de aula que não tem nada a ver com eles. Quando Foucault (1979) propõe a necessidade de “criar e imaginar novos esquemas de politização”, podemos estender isso às práticas discursivas, escolares e acadêmicas que revelam nossas próprias maneiras de ser, a partir de uma nova ordem: a transglobalização. Isto é, práticas e atividades discursivas escolares e acadêmicas que ultrapassem, por exemplo, os limites da construção do conhecimento pelo conhecimento e venham ao encontro da produção do conhecimento significativo e para o longo da vida.
A ideia é acreditar que desaprender para aprender ou reaprender é uma forma de alteridade, porque desloca o eixo em que se encontram professores e alunos para uma centrifugação de saberes a serviço da desapropriação nuclear do saber – discursivamente constituídas em representatividades como o são os professores e os livros didáticos.
Esses empoderamentos históricos vão de encontro às falas e aos discursos dos alunos em qualquer agência de formação, porque não os inclui. Por conta da transglobalização, nossas práticas e atividades discursivas se tecem e são tecidas por novas tramas interpessoais, refletindo novos vieses de subjetividade sobre a escola, a universidade e as salas de aula de ambas.
A questão é que tudo isso obedece às grandes viradas por que passou/passa o mundo: a virada semiótica, a virada crítica e a virada discursiva ou enunciativa. Todas elas desenhadas a partir do contexto sociocultural que lhes indicam o modo e as condições de produção dos sentidos forjados. Um tipo de força que impulsiona para novas formas de aprendizagem e de ensino.
A força que moveu e move essas viradas são as práticas sociais em cujo centro estão todas as linguagens. Dessa forma, uma aula pode e deve ser objeto de estudos de todas as áreas, e a Linguística Aplicada (LA) vem tentando espraiar isso para além das questões do ensino e da aprendizagem: para as questões políticas, por exemplo, em que se entrecruzam e se pulverizam tanto as questões pedagógicas e didáticas que poucos professores/educadores conseguem notá-las, como o alcance de seus esquemas de produção de sentido político.
Se se observar bem, uma sala de aula é palco, é arena, é campo de atuação, é cenário de máscaras, tanto como o é a vida extraescolar. Para lá convergem muitas subjetividades e de lá provêm. É lá onde estão muitas contribuições que refletem a sociedade em que estamos: uma sociedade sem fronteiras, sem territórios e com inúmeras práticas discursivas às vezes até sobrepostas e avessas à ideia homogeneizante de um constructo ideal.
Ora! Se a sala de aula pode ser vista sob métodos e técnicas de investigação, e se o passaporte para isso é a língua e/ou outras formas de linguagens do complexo processo comunicativo, a LA é capaz de reunir, a um só tempo, divergências de domínios discursivos, partindo das práticas discursivas que se dão neste específico mercado linguístico como é uma sala de aula, numa profusão de linguagens.
Davis e Elder (2004), ao territorializarem os campos fecundos da LA, fazem-nos compreender esse “olhar externo com o objetivo de explicar ou até melhorar problemas sociais”. Assim, a LA pode contribuir com o cruzamento de teorias dos mais diversos campos do conhecimento, sob a intenção desvelada de compreender fenômenos escolares e acadêmicos, de forma a otimizar as práticas de aprendizagens e de ensino já que essas também vão melhorar as práticas sociais porque são práticas sociossemióticas.
Bem mais do que objeto de análise à luz da descritividade, da normatividade e/ou da prescritividade, como as centralizou a aula de Língua Portuguesa, a língua e as demais linguagens são instrumentos de ação e de poder (BOURDIEU, 1998). As trocas sígnicas de que se eivaram/eivam as aulas, durante todo o processo de ensino, refletem a ideia de que as aulas são ainda vistas como atos de comunicação porque só um diz e só um escuta; ou seja, apenas um diz o que sabe; e o Outro, julgado como quem não sabe, apenas ouve. As aulas não são vistas como atos interlocutivos em que ambos devem coparticipar da construção do conhecimento posto, mas que pode ser deposto, pois estamos lidando com conhecimento e não com a verdade. A verdade não é a minha verdade tampouco o que me fizeram crer que o era. Àquilo a que chegamos após uma pesquisa científica é apenas a compreensão mais óbvia a que eu, você ou outro cientista chegaria, a partir dos conhecimentos que aí estão, do encaminhamento lógico que se deu à pesquisa, do singular olhar que se deu ao objeto.
Há, e sempre há de haver, muitos folheios no processo ensino e aprendizagem que estão além da Pedagogia, como o há compreensões dos números para além da Matemática. Para estes especialistas é tão difícil ver seus objetos de estudo nas mãos de outros estudiosos quanto o é estes virem tais objetos em suas áreas. A territorialidade epistemológica é limitada para ambos os casos. No momento, os linguistas aplicados conseguem fazê-lo, justamente porque veem em todas as cenas e tipologias de linguagem, seja em que ambiente o for, a possibilidade de análise crítica de conhecimentos dados sob o formato de informações, de conhecimentos cristalizados, administrados sob o formato de verdades indiscutíveis em discursos, em textos.
Atravessar para ver a praia do outro lado, ou ainda, os outros lados do rio (o de cima e o de baixo também), pode e deve ser a saída para compreendermos o que, normalmente, isolamos, porque não compreendemos. A humanidade sempre fez isto: pôs para fora o que lhe foge à compreensão. Muitos professores fazem isso com os alunos que, por exemplo, não sabendo como incluir o aluno preguiçoso, o que vive ouvindo música, o que brinca ao celular, nem o que não consegue compreender sua aula, o que responde a mais “eficiente/eficaz” de suas aulas, o que não fez o exercício proposto aula anterior, põem-no para fora de sala. É muito mais pô-lo para fora por vários motivos: ele não vai mais perturbar; ele começa a entender que quem manda é você e os demais também entendem assim; ele provavelmente não repetirá mais a “graça”, quando retornar à próxima aula. Mas em momento algum ele foi olhado como aquele que poderia ter contribuído com a aula, com a turma, pois sequer fora ouvido. Ele foi isolado como o fazemos com as próprias ciências que rodeiam nossos objetos de ensino.
A constituição do conhecimento é múltipla, como podemos perceber quando qualquer assunto isolado, visto à luz de outra ciência, tem outras variantes. A essência do conhecimento se dá por meio de linguagens, e todas elas são culturais e políticas; todas estão eivadas de identidades que não podem ser mais negadas ou fingidas de que não existem.
A função da LA é problematizar e politizar o que está aí. E, em se tratando de educação formal e do evento aula, bem como de sua (inter)generecidade textual discursiva, muito ela tem a contribuir, uma vez que reúne as condicionantes (sujeitos/partícipes; local e momento histórico/contexto, quereres e fazeres/propósitos sociodiscursivos) a uma só vez, vendo-as em feixe e não de forma estanque tampouco analisadas sob uma única forma de ver o objeto aula, dentro do epievento Educação.
Tudo diz, tudo é texto; o que nos falta, como professores, é compreender de forma mais ampla as linguagens, e isso é urgente, pois continuamos desvalorizando saberes sempre dantes desvalorizados.
LISBÔA, Wandré de. TEXTUATIVIDADE. Belém: ALVES, 2016.
Sobre o trecho: “Se se observar bem, uma sala de aula é palco, é arena, é campo de atuação, é cenário de máscaras, tanto como o é a vida extraescolar.”, a única análise linguística adequada é:
 

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1518693 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
No período: “Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.”, a propósito das duas ocorrências do vocábulo uma podemos afirmar:
 

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1518406 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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No filme “Em busca da felicidade”, o ator Will Smith interpreta um americano desempregado que busca um trabalho. Em uma das cenas, o personagem sai da cadeia (estava preso por não pagar pensão) e vai direto a uma entrevista de emprego. Com a roupa que dormiu na prisão e sujo de tinta, ele apresenta-se na companhia e é entrevistado pelos executivos que, em um primeiro momento, o olham com desconfiança; porém, seguem com a seleção. Sobre a imagem profissional, quais dos fatores abaixo influenciam positivamente, em um primeiro momento, em uma entrevista de trabalho?
 

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1516467 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Luiza aplicou R$ 50.000,00 no sistema de juros simples, à taxa de 4 % a.t. (ao trimestre), durante um período de dois anos. O valor recebido por ela, ao final desse investimento foi:
 

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1515413 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Algumas cidades utilizam como regra para ficarem mais organizadas números pares, de um lado, e ímpares, do outro lado da rua, seguindo o mesmo sentido e de maneira sucessiva. Sabendo que a cidade da figura abaixo utiliza essa regra de organização, é correto afirmar que:
Enunciado 1515413-1
 

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1509398 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Em suas atividades físicas diárias na Orla da cidade, Marcos gasta 45 minutos caminhando, 25 minutos pedalando e 15 minutos de corrida. Se ele iniciou essas atividades às 15h 40min, é correto afirmar que, ao terminar, era:
 

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