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Foram encontradas 150 questões.

1618710 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Um dos conflitos do assessor de Comunicação é quando ele exerce o cargo de jornalista, em outra empresa jornalística. Sobre isso, o artigo 7 do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros afirma que:
 

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1618450 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Muitos estudiosos citam como uma das vantagens do jornalismo on-line ou webjornalismo, a utilização do hipertexto. No que consiste o hipertexto?
 

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1618068 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Maria solicitou ao setor de compras da empresa, em que trabalha, um notebook com as seguintes configurações de hardware: 2.8 GHz, 2 MB, 2 TB, 64 bits, 10/100.
 

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1617975 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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As redes Wi-Fi conhecidas como redes sem fio, são muito vulneráveis. As redes no padrão IEEE802.11g contém um protocolo que melhora a segurança da Rede. Qual é esse protocolo?
 

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1617951 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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A alternativa em que há uma relação de causalidade é:
 

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1617326 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Considerando a instalação e configurações padrões no Sistema Operacional Windows 7, encontraremos alguns aplicativos nativos. Qual desses aplicativos não é nativo do Windows?
 

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1616664 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
Depois da leitura desse texto, podemos afirmar que:
 

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1615496 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
No trecho: “O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal”, a oração sublinhada é, em relação à palavra Chimpanzé, uma:
 

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1615215 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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O Côvado foi uma medida de comprimento usada por diversas civilizações antigas. Era baseado no comprimento do antebraço, da ponta do dedo médio até o cotovelo. Sabendo que o côvado real dos romanos tinha medida de 45 cm, a única conversão errada dessa medida para outra unidade de comprimento diferente é:
 

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1615049 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Mesmo num período de crescimento da internet, o rádio ainda se apresenta como um grande divulgador de notícias, principalmente em áreas afastadas dos centros urbanos. O assessor de Comunicação deve ter em mente de que forma este veículo de comunicação se propõe a apresentar as informações ao público. Neste contexto, o radiojornalismo apresenta várias características. Qual afirmação abaixo não é característica do radiojornalismo?
 

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