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Foram encontradas 150 questões.

1614565 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Os processos de armazenagem em uma empresa podem se tornar diferencial competitivo, em um cenário de concorrência forte, onde, a cada dia, as grandes organizações investem recursos tecnológicos para a redução de problemas e, tem como foco disponibilizar os produtos, no menor custo possível, nas condições adequadas. Para se ter uma boa gestão de almoxarifado é necessário:
 

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1612118 Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Em uma solicitação de atendimento, o usuário relatou que o computador está fora da rede, entretanto consegue realizar todas as suas tarefas. Qual dispositivo precisa ser trocado?
 

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1612051 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre a organização Administrativa do Estado assinale a alternativa correta:

 

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1611907 Ano: 2016
Disciplina: Direito Civil
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre as pessoas Jurídicas, no Código Civil, assinale a alternativa correta:
 

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1606935 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Ao efetuar as operações !$ \dfrac {2} {5} + \dfrac {1} {6} \div \dfrac {2} {3} !$ obtém-se resultado igual a:
 

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1598049 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Maria redigiu um documento importante no Microsoft Word. Haviam diversas páginas nesse arquivo. Ela precisa imprimir apenas as páginas 1,7,9, 11 até 18. Maria clicou sobre o Menu Arquivo, Imprimir e Impressão Personalizada. Qual a forma certa para essa impressão?
 

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1598005 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Analise a imagem abaixo. No Microsoft Excel, Na célula F2, quais são as fórmulas que podem ser inseridas?
Enunciado 1598005-1
 

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1596254 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Em uma feira alimentícia gastei R$ 4,65 com arroz, R$ 5,25 com feijão e R$ 2,70 com farinha. Ao chegar no caixa, recebi um desconto de !$ \dfrac {1} {6} !$ do total desses gastos.
O valor recebido de troco para pagamento com uma nota de R$ 20,00, foi de:
 

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1594602 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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O artigo 12 do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros trata de alguns deveres dos jornalistas, no Brasil, e cita a função da assessoria de imprensa:
 

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1586112 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
No fragmento: “Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.”, as duas ocorrências do artigo definido a diante do substantivo chimpanzé se deram porque:
 

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