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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Apesar de certa retenção em 2012, o valor da maioria
dos metais tende a continuar em alta. Em seu último boletim
com previsões para o preço de commodities, divulgado em
janeiro, o Banco Mundial estima o aumento das cotações de
seis metais até 2025 (alumínio, ferro, chumbo, zinco, estanho
e níquel). Só o cobre e os preciosos (ouro, prata e platina)
devem baratear um pouco, mas nada que os devolva aos níveis
das décadas de 80 e 90 do século passado.
Qual a explicação para a reviravolta ocorrida no
mercado dos metais? “À medida que as nações ao redor do
mundo se industrializam e as populações se esforçam para
melhorar seus padrões de vida, a mineração vem para assumir
um papel mais central no cenário mundial”, é afirmado em um
relatório de 2012 da Deloitte, uma das maiores consultorias
globais.
Em outras palavras, o crescimento dos países
emergentes, liderado pela China, esquentou a compra de
metais, que estão por toda a parte. O ferro vira o aço que
fabrica máquinas, tratores, carros. O cobre é ótimo condutor de
eletricidade (a geração de energia segue a industrialização) e
matéria-prima de tubos de prédios e casas. A platina, além do
uso tradicional como joia, serve para refinar petróleo, outro
produto cuja procura cresce em ciclos de desenvolvimento.
Internet: www.fazenda.gov.br (com adaptações).
Não haveria prejuízo gramatical para o texto se a forma verbal “estima” (l.4) fosse empregada no pretérito perfeito do indicativo, estimou ; no entanto, seria perdida a noção de atualidade que a forma verbal original confere ao predicado.
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Considere que o problema de valor inicial (PVI) para a função seja \( V(t) \)\( \begin{cases} V''+3V'+2V=0\\\,\,\,\,V(0)=3\\\,\,\,\,V'(0)=4 \end{cases} \)Com base nessa informação, julgue o próximo item.
Se \( V(t) \) é a solução do PVI, então \( V(10) \) < \( 2^{-6} \).
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Apesar de certa retenção em 2012, o valor da maioria
dos metais tende a continuar em alta. Em seu último boletim
com previsões para o preço de commodities, divulgado em
janeiro, o Banco Mundial estima o aumento das cotações de
seis metais até 2025 (alumínio, ferro, chumbo, zinco, estanho
e níquel). Só o cobre e os preciosos (ouro, prata e platina)
devem baratear um pouco, mas nada que os devolva aos níveis
das décadas de 80 e 90 do século passado.
Qual a explicação para a reviravolta ocorrida no
mercado dos metais? “À medida que as nações ao redor do
mundo se industrializam e as populações se esforçam para
melhorar seus padrões de vida, a mineração vem para assumir
um papel mais central no cenário mundial”, é afirmado em um
relatório de 2012 da Deloitte, uma das maiores consultorias
globais.
Em outras palavras, o crescimento dos países
emergentes, liderado pela China, esquentou a compra de
metais, que estão por toda a parte. O ferro vira o aço que
fabrica máquinas, tratores, carros. O cobre é ótimo condutor de
eletricidade (a geração de energia segue a industrialização) e
matéria-prima de tubos de prédios e casas. A platina, além do
uso tradicional como joia, serve para refinar petróleo, outro
produto cuja procura cresce em ciclos de desenvolvimento.
Internet: www.fazenda.gov.br (com adaptações).
De acordo com o texto, apesar de somente os preços do cobre, do ouro, da prata e da platina terem garantias de queda até 2025, o preço desses metais dificilmente chegará ao patamar das décadas de 80 e 90 do século XX, quando atingiu os valores mais baixos da história.
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Apesar de certa retenção em 2012, o valor da maioria
dos metais tende a continuar em alta. Em seu último boletim
com previsões para o preço de commodities, divulgado em
janeiro, o Banco Mundial estima o aumento das cotações de
seis metais até 2025 (alumínio, ferro, chumbo, zinco, estanho
e níquel). Só o cobre e os preciosos (ouro, prata e platina)
devem baratear um pouco, mas nada que os devolva aos níveis
das décadas de 80 e 90 do século passado.
Qual a explicação para a reviravolta ocorrida no
mercado dos metais? “À medida que as nações ao redor do
mundo se industrializam e as populações se esforçam para
melhorar seus padrões de vida, a mineração vem para assumir
um papel mais central no cenário mundial”, é afirmado em um
relatório de 2012 da Deloitte, uma das maiores consultorias
globais.
Em outras palavras, o crescimento dos países
emergentes, liderado pela China, esquentou a compra de
metais, que estão por toda a parte. O ferro vira o aço que
fabrica máquinas, tratores, carros. O cobre é ótimo condutor de
eletricidade (a geração de energia segue a industrialização) e
matéria-prima de tubos de prédios e casas. A platina, além do
uso tradicional como joia, serve para refinar petróleo, outro
produto cuja procura cresce em ciclos de desenvolvimento.
Internet: www.fazenda.gov.br (com adaptações).
Depreende-se do texto que, ao se elevarem os padrões de vida das populações das nações industrializadas, a mineração passou a ocupar posição de destaque na economia mundial, fato comprovado pelo maior consumo de joias e pela utilização de cobre como matéria-prima de tubos de prédios e casas.
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Apesar de certa retenção em 2012, o valor da maioria
dos metais tende a continuar em alta. Em seu último boletim
com previsões para o preço de commodities, divulgado em
janeiro, o Banco Mundial estima o aumento das cotações de
seis metais até 2025 (alumínio, ferro, chumbo, zinco, estanho
e níquel). Só o cobre e os preciosos (ouro, prata e platina)
devem baratear um pouco, mas nada que os devolva aos níveis
das décadas de 80 e 90 do século passado.
Qual a explicação para a reviravolta ocorrida no
mercado dos metais? “À medida que as nações ao redor do
mundo se industrializam e as populações se esforçam para
melhorar seus padrões de vida, a mineração vem para assumir
um papel mais central no cenário mundial”, é afirmado em um
relatório de 2012 da Deloitte, uma das maiores consultorias
globais.
Em outras palavras, o crescimento dos países
emergentes, liderado pela China, esquentou a compra de
metais, que estão por toda a parte. O ferro vira o aço que
fabrica máquinas, tratores, carros. O cobre é ótimo condutor de
eletricidade (a geração de energia segue a industrialização) e
matéria-prima de tubos de prédios e casas. A platina, além do
uso tradicional como joia, serve para refinar petróleo, outro
produto cuja procura cresce em ciclos de desenvolvimento.
Internet: www.fazenda.gov.br (com adaptações).
Para reforçar o paralelismo sintático do terceiro parágrafo, pode-se substituir o pronome “cuja” (l.23) pela expressão que a , sem que haja prejuízo gramatical e alteração das ideias originais do texto.
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Considerando o sistema linear \( AX=B \), em que \( A=\begin{bmatrix} 2&3&1\\1&0&1\\-1&1&0\end{bmatrix}.X=\begin{bmatrix} x\\y\\z\end{bmatrix}e\,B=\begin{bmatrix} a\\b\\c\end{bmatrix} \), julgue o item seguinte.
\( λ \) = 2 é um autovalor da matriz \( A \).
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Os depósitos de ferro de Carajás
Os enormes depósitos de ferro da Serra dos Carajás
são associados à sequência vulcanossedimentar do Grupo
Grão-Pará descrita inicialmente por Tolbert et al. (1971) e
Beisiegel et al. (1973) como constituída de três unidades:
unidade vulcânica máfica inferior, denominada formação
Parauapebas; unidade de jaspilitos intermediária, denominada
formação Carajás; e unidade vulcânica máfica superior. Sills e
diques de rochas máficas a intermediárias são intrusivos nas
três unidades definidas. Ao longo da Serra dos Carajás, o grupo
Grão-Pará é dividido em três segmentos: Serra Norte, Serra
Leste e Serra Sul, onde o grau de metamorfismo varia
sensivelmente, sendo nitidamente mais elevado na Serra Sul.
Neste último segmento, a influência da zona de cisalhamento
de alto ângulo provocou a completa recristalização dos
jaspilitos, o que conduziu à formação de verdadeiros itabiritos.
O desenvolvimento atual da mineração a céu aberto do enorme
depósito de ferro de Carajás interessa principalmente no que se
refere aos corpos N4 e N8, nos quais o metamorfismo é ausente
e limitado a zonas de cisalhamento locais. Nessas áreas, o
protominério é constituído por uma camada de jaspilitos, com
espessura entre 100 m e 400 m, totalmente preservados, que
foram descritos por Meirelles (1986) e Meirelles e Dardenne
(1993).
Marcel Auguste Dardenne e Carlos Schobbenhaus. Depósitos minerais no tempo geológico e épocas metalogenéticas. In: L. A. Bizzi, C. Schobbenhaus, R. M. Vidotti e J. H. Gonçalves. Geologia, tectônica e recursos minerais do Brasil. CPRM, Brasília, 2003, p. 376 (com adaptações).
Considerando as informações e estruturas do texto acima, julgue os itens seguintes.
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O Brasil apresenta, ainda, baixo consumo de água tratada per capita , mas vem evoluindo ao longo dos anos. A disponibilidade de água tratada tem influenciado o aumento do consumo no território brasileiro, embora esse consumo permaneça fortemente relacionado a fatores sazonais.
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A terra voltou a tremer na segunda-feira (28/12/2012),
em Montes Claros, no norte de Minas Gerais, atingindo a
magnitude de 2,1 na escala Richter, conforme divulgado pelo
Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB).
Foi o sexto abalo registrado pela UnB desde 19/5/2012,
quando a magnitude medida por sismógrafos atingiu 4,5. Oito
casas foram interditadas pela defesa civil em uma comunidade
na periferia da cidade. Os tremores de menor intensidade que
se seguiram desde então são comuns após o registro de um
abalo de maior intensidade, segundo a UnB. Por isso os
geólogos já tinham previsto essa possibilidade. Nos cinco
tremores seguintes — com escalas de 3; 2,9; 2,7; 2,6 e 2,1,
respectivamente —, não houve registro de danos. Segundo o
Observatório da UnB, moradores de Montes Claros relataram
que sentiram a terra tremer. Os geólogos da UnB estão
estudando os abalos sísmicos que ocorrem em Montes Claros
desde 2008. O governo de Minas pediu ajuda também a
especialistas do Japão. Há uma falha geológica na região
mineira.
Paulo Peixoto. Novo tremor de terra é registrado em Montes Claros. In: Folha de S.Paulo, 29/5/2012. Internet: www1.folha.uol.com.br (com adaptações).
A palavra “periferia” (l.8) designa a região central da cidade de Montes Claros.
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A 1.500 km da costa do Rio de Janeiro, a
aproximadamente 2.000 m de profundidade, repousa, abaixo
do Oceano Atlântico, um pequeno continente perdido. Esse
pedaço de terra, chamado Elevado do Rio Grande e de
tamanho próximo ao do estado de São Paulo, provavelmente se
desprendeu do território que hoje forma o Brasil em algum
ponto da separação da África e da América, iniciada há cerca
de 60 milhões de anos. Por isso, recebeu o apelido de a
Atlântida Brasileira, em referência ao mítico continente que
teria sido submerso pelo mar. A suspeita de que a região não
era uma porção comum do fundo atlântico, mas uma parte
continental afundada, surgiu há dois anos, quando um trabalho
de dragagem feito pelo Serviço Geológico do Brasil encontrou
granito no local. A presença dessa espécie de rocha no elevado
surpreendeu os pesquisadores, uma vez que ela é típica de
terras não submersas.
HumbertoRezende. Atlântidabrasileira. In: CorreioBraziliense, 7/5/2013, Caderno Ciência, p. 18 (com adaptações).
O trecho “um pequeno continente perdido” (l.3) funciona, sintaticamente, como complemento da forma verbal “repousa” (l.2).
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Caderno Container