Foram encontradas 196 questões.
A questão baseia no texto apresentado abaixo
[ . . .] O Ronaldinho joga futebol como menino. Não sei a origem do costume de se colocar o sufixo “inho” ao final do nome dos jogadores de futebol. “Inho” é um sufixo diminutivo, carinhoso, acriançante. Mas quando se vê um jogo não há “inhos” em campo. É um jogo bruto, cheio de trapaças, malandragens, pontapés, empurrões, rasteiras, palavrões e, por vezes, sopapos. Acho que o sufixo apropriado aos jogadores de futebol deveria ser “ão”.
O único a merecer o sufixo “inho “é o Ronaldinho. Porque ele é uma criança. Está sempre sorrindo. Ele ri mesmo quando a jogada não dá certo. Ronaldinho é uma alegria sorridente. Que ele jamais tenha a ideia louca de ir a um ortodontista para consertar os dentes! O segredo do seu sorriso iria para o brejo. Pouco se me dá o time em que ele está jogando. Eu torço sempre para o Ronaldinho, mesmo que ele não faça gols nem determine a política econômica do Brasil. Sou assim, um torcedor “idiota”. Não torço por time algum. Torço é pelo Ronaldinho.[...]
Disponível em htpp://bonsfluidos.abril.uol.com.br/livre/edições/0086/preview12.shtml. Acesso em: 25/3/2010)
Na passagem “Ronaldinho é uma alegria sorridente” as palavras destacadas estão empregadas em sentido
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1814519
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Considerando a Resolução n° 182/97 que dispõe sobre o regimento interno padrão dos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – CREFITOS, é incorreto afirmar que:
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1814465
Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CREFITO-12
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Considerando, o seguinte conceito “É um conjunto de métodos que são usados para proporcionar uma melhor integração e uma melhor gestão de todos os parâmetros da rede: transportes, estoques, custos, etc. Esses parâmetros estão presentes nos fornecedores, na sua própria empresa e finalmente nos clientes”. Estamos tratando de
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
O lenhador e a raposa
Um lenhador acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e, portanto, não era um animal confiável, e quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: “Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho!”
Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com sua boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou um machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta.
Disponível em www.possibilidades.com>br/parabolas/lenhador.asp
Considerando o fragmento “A raposa sorrindo como sempre com sua boca totalmente ensanguentada”, a palavra destacada é formada pelo processo de:
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O Coração Roubado
Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, meu pai me deu um presente muito cobiçado: O coração, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, Best-seller mundial do gênero infanto-juvenil. Na página de abertura lá estava a dedicatória do velho, com sua inconfundível letra esparramada. Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, é tanto que a levava ao grupo escolar da Barra Funda para reler trechos do recreio.
Justamente no último dia de aula, o das despedidas, depois da festinha de formatura, voltei para a classe a fim de reunir meus cadernos e objetos escolares, antes do adeus. Mas onde estava O coração? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colega na certa o furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. Ia informar a diretoria quando, passando pelas carteiras, vi a lombada do livro, bem escondido sob uma pasta escolar. Mas... era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei. Desmascarar um ídolo? Podia ser até que não acreditassem em mim. Muitos invejavam o Plínio. Peguei o exemplar e o guardei em minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido. Lembro do abraço que Plínio me deu à saída. Parecia estar segurando as lágrimas. Balbuciou algumas palavras emocionadas. Mal pude retribuir, meus braços se recusavam a apertar o cínico.
Chegando em casa minha mãe estranhou que eu não estivesse muito feliz. Não, eu amargava minha primeira decepção. Afinal, Plínio era um colega que devíamos imitar pela vida afora, como costumava dizer a professora. Seria mais difícil sobreviver sem o seu exemplo. Por outro lado, considerava se não errara em não delatá-lo. “Vocês estão todos enganados, e a senhora também, sobre o caráter de Plínio. Ele roubou meu livro e depois ainda foi me abraçar...” Passados muitos anos reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia rápida carreira na Justiça. Recebia cumprimentos. Brrr. Magistrado de futuro o tal que furtara meu presente de fim de ano! Que toldara muito cedo minha crença na humanidade! Decidi falar a verdade. Caso alguém se referisse a ele, o que passou a acontecer, eu garantia que se tratava de um ladrão. Se roubava já no curso primário, imaginem agora... Sempre que o rumo de uma conversa levava às grandes decepções, aos enganos de falsas amizades, eu contava, a quem quisesse ouvir, o episódio do embusteiro do Grupo Escolar Conselheiro Antônio Prado, em breve desembargador ou secretário de Justiça.
– Não piche assim o homem – advertiu-me minha mulher. – Por que não? É um ladrão! – Mas quando pegou seu livro era criança. – O menino é o pai do homem – rebatia, vigorosamente.
Plínio fixara-se como um marco para mim. Toda vez que o procedimento de alguém me surpreendia, a face oculta de uma pessoa era revelada, lembrava-me irremediavelmente dele. Limpinho. Penteadinho. E com a mão de gato se apoderando de meu livro.
Certa vez tomaram a sua defesa:
– Plínio, um ladrão? Calúnia! Retire-se da minha presença! Quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu endereço atual. Durante a mudança alguns livros despencaram de uma estante improvisada. Um deles O coração, de Amicis. Saudades. Havia quantos anos que não o abria? Quarenta ou mais? Lembrei da dedicatória de meu falecido pai. Ele tinha boa letra. Procurei-a na página de rosto. Não a encontrei. Teria a tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a caligrafia paterna:
“Ao meu querido filho Plínio, com todo amor e carinho de seu pai.”
In: REY, Marcos. O coração roubado e outras crônicas. Ática: São Paulo, 1994.
A frase no texto “O menino é o pai do homem” sugere, sobretudo
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Considerando-se, os Atos Administrativos – estudo da teoria do Ato Jurídico –, qual das assertivas abaixo conceitua de forma correta o Ato Jurídico:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
[ . . .] O Ronaldinho joga futebol como menino. Não sei a origem do costume de se colocar o sufixo “inho” ao final do nome dos jogadores de futebol. “Inho” é um sufixo diminutivo, carinhoso, acriançante. Mas quando se vê um jogo não há “inhos” em campo. É um jogo bruto, cheio de trapaças, malandragens, pontapés, empurrões, rasteiras, palavrões e, por vezes, sopapos. Acho que o sufixo apropriado aos jogadores de futebol deveria ser “ão”. O único a merecer o sufixo “inho “é o Ronaldinho. Porque ele é uma criança. Está sempre sorrindo. Ele ri mesmo quando a jogada não dá certo. Ronaldinho é uma alegria sorridente. Que ele jamais tenha a ideia louca de ir a um ortodontista para consertar os dentes! O segredo do seu sorriso iria para o brejo. Pouco se me dá o time em que ele está jogando. Eu torço sempre para o Ronaldinho, mesmo que ele não faça gols nem determine a política econômica do Brasil. Sou assim, um torcedor “idiota”. Não torço por time algum. Torço é pelo Ronaldinho.[...]
Disponível em htpp://bonsfluidos.abril.uol.com.br/livre/edições/0086/preview12.shtml. Acesso em: 25/3/2010)
Segundo o autor pode-se afirmar:
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Para fins de organização junto aos registros administrativos e domiciliares, o Ministério do Trabalho e Emprego instituiu a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), que no conjunto de ocupações similares e codificadas pertencentes ao fisioterapeuta não inclui o seguinte código-ocupação:
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Conforme estabelecido na Resolução COFFITO n° 29/82, existem determinadas penalidades para cada infração que podem ser cometidas pelo terapeuta ocupacional no exercício da profissão e/ou pela pessoa jurídica. Análise os itens abaixo e marque a alternativa que relaciona de forma adequada qual (is) a (s) penalidade (s) correspondente (s) à sua infração.
I - Recusar ou abster-se de prestar assistência por motivo ligado à etnia, nacionalidade, credo político, religião, sexo ou condição socioeconômica.
II - Desrespeitar o direito do paciente de decidir sobre sua pessoa e seu bem-estar.
III - Desrespeitar ou tratar com descortesia, injustificadamente, colega ou outro profissional, com quem tenha ligação em razão da prestação de serviços na condição de empregador, sócio, colaborador ou empregado, ou consentir no desrespeito ou descortesia.
IV - Violar segredo sobre fato sigiloso de que tenha conhecimento ou concorrer para violação ou deixar de exigir do pessoal sob sua direção a observância do sigilo.
V - Negar assistência à comunidade em caso de guerra, catástrofe, epidemia ou grave crise social, ou pleitear vantagem pessoal para a prestação dessa assistência.
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Um dos instrumentos usados no esporte mais famoso do Brasil é a trave, conforme mostrado na figura abaixo. Esta recebe a chamada rede que impede a passagem da bola, o que identifica o gol. O total de metros quadrados de rede necessário para cobrir a trave com as medidas apresentadas é:
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