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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O texto defende a ideia de que o pavão ostenta sua beleza de maneira exibicionista, da mesma forma que o artista exibe seu esplendor — sua arte — com luxo e vaidade.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
No trecho “aquelas cores todas”, o termo “todas” poderia ser deslocado para imediatamente antes de “aquelas” — escrevendo-se todas aquelas cores —, sem prejuízo da correção gramatical do trecho.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O fato de os três parágrafos se iniciarem de forma semelhante, com o emprego do verbo considerar, é um recurso que contribui para a progressão de ideias do texto e para a continuidade da reflexão feita pelo autor.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
A expressão “recebendo a luz de teu olhar” poderia ser reescrita como que recebe a luz de teu olhar, sem alteração dos sentidos do texto e de sua coerência.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
Com o emprego do vocábulo “seu”, no trecho “seu grande mistério é a simplicidade”, o autor faz referência ao pavão mencionado no primeiro parágrafo.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O termo “como em” poderia ser substituído por conforme, sem prejuízo dos sentidos do texto.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
A vírgula empregada logo após “artista” poderia ser substituída pelo sinal de dois-pontos, sem prejuízo da coerência do texto e da correção gramatical do segundo parágrafo.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O texto realiza uma comparação entre o pavão, o grande artista e o ser amado (o narrador), associando a cada um desses três elementos uma maneira diferente de alcançar o esplendor: o pavão, por meio da fragmentação da luz a partir de minúsculas bolhas d'água; o artista, por meio de um processo artístico no qual se alcança o máximo de matizes com o mínimo de elementos; e o ser amado, pelo ato de receber, por meio de seus olhos, a luz do olhar de sua amada.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O trecho “suscita e esplende e estremece e delira” é constituído por uma sequência de formas verbais coordenadas que se referem ao mesmo sujeito sintático.
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E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga. O Pavão. In: Ai de ti, Copacabana. 28.a ed. Rio de Janeiro: Record, 2010 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
O texto se caracteriza como uma crônica porque realiza uma reflexão a partir de um acontecimento cotidiano; nesse sentido, o autor conclui que o pavão é um arco-íris de plumas com base em um episódio pontual: seu encontro com esse animal.
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