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Foram encontradas 130 questões.

1326721 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Considere uma planilha do Microsoft Excel 2003, versão português, com as seguintes células preenchidas, conforme figura abaixo:
Enunciado 1326721-1
Analise as seguintes afirmativas sobre o conteúdo destas células:
I. O conteúdo da célula A1 pode ser “=SE(B1>C1;1;0)”.
II. O conteúdo da célula D1 pode ser “=B1*C1”.
III. O conteúdo da célula C1 pode ser “=SOMA(A1;B1)”.
São VERDADEIRAS as afirmativas:
 

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1326694 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Escutar é bem mais do que ouvir, é captar o verdadeiro sentido, compreendendo e interpretando a essência, o conteúdo da comunicação. O ato de escutar está diretamente relacionado com a nossa capacidade de perceber o outro. E, para percebermos o outro, o cliente que está diante de nós, precisamos nos despojar das barreiras que atrapalham e empobrecem o processo de comunicação. Assinale a opção que não representa uma barreira:
 

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1326626 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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São teclas de atalho disponíveis no Internet Explorer 7, versão português, EXCETO:
 

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1326578 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O local de trabalho da telefonista deve ser o mais agradável da empresa. Alguns cuidados especiais devem ser tomados em relação aos equipamentos desta profissional. São eles, EXCETO:
 

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1326573 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Em relação aos botões da barra de ferramentas Desenho do Microsoft Excel 2003, versão português, correlacione as colunas a seguir:
Enunciado 1326573-1
Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:
 

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1326176 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
Com relação ao texto, coloque como VERDADEIRA (V) ou FALSA (F), para cada uma destas assertivas.
( ) A expressão “Eu disse Inglaterra” reforça o que foi mencionado anteriormente na frase.
( ) Em “Assustador? Não” com a pergunta e a resposta o autor busca estabelecer uma relação mais direta com o leitor.
( ) As aspas em “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!” servem para indicar a fala do produtor do texto.
( ) Em “ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD”, o autor faz uso da siglagem, escrita abreviada de nomes compostos representados por iniciais dos elementos que os compõem.
( ) O autor do texto, ao grafar a palavra “puzzles” deixa de usar o termo correspondente em português e, por isso, demonstra incapacidade criativa e pouco domínio do léxico.
A sequência CORRETA é:
 

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1326141 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Em relação ao Exercício Financeiro, segundo a Lei 4.320/64:
I. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil.
II. Pertencem ao exercício financeiro as receitas nele empenhadas.
III. Pertencem ao exercício financeiro as despesas nele legalmente pagas.
Analisando as assertivas acima, afirma-se que:
 

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1325911 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Ao atender um cliente insatisfeito, nervoso, descontrolado, que grita, o atendente deve ter uma postura oposta.
Escreva (F) para falso e (V) para verdadeiro nas características fundamentais para tratar com este cliente. Assinale a opção CORRETA na ordem de cima para baixo.
( ) deixar que ele fale tudo, sem interromper. Isto é uma espécie de catarse, que significa esvaziar, livrar-se do problema.
( ) pode-se confrontá-lo, apesar disso levar a uma discussão cuja dimensão poderia ser incalculável.
( ) anotar as causas da sua insatisfação, como forma de respeito ao problema e credibilidade no assunto, mas não encaminhar as anotações.
( ) dar encaminhamento e seguimento ao assunto, evitando o dissabor do problema ficar maior por falta de solução ou descaso.
( ) ser cortês, assumindo uma postura natural.
 

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1325804 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O homo semântico
Antônio Barreto
Jarbinhas, poeta, passou a vida inteira escrevendo discursos. Redator aposentado, depois de viúvo, conversava com os chinelos. Botava pijama e lia os livros que deixara para saborear na idade da sabedoria. Porém, vez ou outra, baixava nele aquela saudade do passado rebordado de metrificadas glórias.
Saudara Murilo Rubião com multiversos hendecassílabos. Cultivara, com os melhores adubos da metáfora, o gênero epistolar de Murilo Mendes. Levara uma flor gramática para Henriqueta Lisboa (sua recôndita paixão).
De modo que dessas requentadas recordações Jarbinhas se socorria quando a solidão apertava por demais o gogó das noites mais velozes. Até que um dia o telefone tocou. E o Lemos (ex-colega de repartição, que nunca havia lido nada, a não ser o livro de ponto) convidou Jarbinhas para uma festa qualquer, em homenagem a um jovem deputado que iria tomar posse em Brasília. Detalhe: o discurso de saudação seria dele, Jarbas Augusto da Silva, o Tinhosão, o culto.
Glória das glórias! Nosso herói passou o resto da tarde lapidando as idéias, montando o esqueleto que sustentaria seus melhores verbetes. Palavras têm vida própria, ele sabia. Por isso caprichou na oficina, empinando substantivos, lustrando adjetivos, engraxando verbos, lixando artigos e parafusando pronomes. De madrugada, já cansado, burilou pela última vez o texto, colocando umas borboletas sirigaitas nos advérbios de tempo, para que a memória dos ouvintes registrasse lato sensu, a eternidade daquele momento.
Mesmo não conhecendo o jovem destinatário de sua peça oratória, não importava o lustro: ele, Jarbinhas, sabia como não ser mendace nessas horas. E foi dormir com uma frase: “ Os velhos tempos voltaram...”
Dia seguinte, vestiu o terno azul marinho, botou no pulso o Patek Phillipe, beijou a medalhinha de São Judas protetor e se mandou para o aeroporto da Pampulha, com PTA na mão.
No hotel, com um banho frio, se recompôs. E, na horinha marcada, nosso britânico herói já adentrava o Salão Nobre do próprio hotel, lugar escolhido para a festa.
Como detestava postergações! Cheio de retóricas na alma, já foi logo procurando pelo Lemos no abelhal zunzunzum de gente e outros bichos. (Aqui, diga-se de passagem: a maioria composta por jovens mensageiros ambulantes da língua de Hamlet, o que já vinha estampado nas camisetas e no boné virado.) Mas havia também barbicarecas de brinco, cabeloiros pintados, hunos nasaltrespassados, visigodos tatuados e bárbaras moçoilas vestidas de nadaquase. Democraticamente, todos dançavam o mesmo “ba-be-bi-bo-bu”, algo bem da moda. Confuso, assustado, Jarbinhas foi salvo pelo Lemos, que apareceu com um “cabelos amarrados na nuca” a tiracolo. E apresentou:
Esse é o nosso novo e digníssimo deputado, Jarbas. Filho de Ronivon e Valdirene. Irmão de Onaireves Filho, Jerry Wanderley e Cheroques Júnior... Neto de Alceni com Cameli. Todos na política, mas cada um por seu partido. Não é uma beleza?
Ao que o guapo e amistoso mancebo deputado respondeu, perguntando (ou perguntou, respondendo, tanto faz) e estendendo a mão:
E aí vovô? É o senhor então que veio detonar o lero? Muito prazer. Eu sou o Xobas Farias Maltas. Qualquer azarão pro seu lado é só me bater um grambel, falô? Transo tudo numa boa. E a galera é massa! Pega leve... Comigo num tem boné! Rá!
Salvo novamente pelo Lemos, que era o mestre de cerimônias da tribo, Jarbinhas se dirigiu ao microfone para a saudação, mas já sem nenhum plural. Tirou do paletó as oito laudas de seu impecável arrazoado linguístico e teve um súbito. E lascou:
“Senhor deputado! Tu és o quelso do pental ganírio saltando as rimpas do ferrim calério, carpindo as taipas do furor salírio nos rubios calos do pijom sidério! És o bartólio do bocal empírico que ruge e passa no festim, em ticoteios de partano estírio, rompendo as gâmbias do hortomogenério! Rá, eu tô maluco! God save the King-Kong! Alea jacta est! E tenho dito!” ─ E encerrou o papo por aí.
Sem entender por quê, foi aplaudido, apupado, ovacionado e urrado. Minutos depois, convidado oficialmente, Jarbinhas assumiu o posto de Redator dos Improvisos do nobre deputado.
Os novos tempos voltaram. E, naquela noite, Jarbinhas semancou.
SETTE, Graça (Org.) Transversais do mundo. Leitura de um tempo. Crônicas de Antônio Barreto. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
VOCABULÁRIO
Alea jacta est!: A sorte está lançada (frase em Latim)
arrazoado: discurso com que defende uma causa
ba-be-bi-bo-bu: verso de letra de música
God save the King-Kong: Deus salve o King-Kong
guapo: bonito, garboso
hendecassílabos: versos de 11 sílabas métricas
homo: homem
hunos, visigodos, bárbaros: povos rudes
lato sensu: sentido amplo
língua de Hamlet: língua inglesa
lustro: polimento, refinamento
mendace: falso, hipócrita
postergações: atrasos
tinhosão: teimosão
verbetes: palavra ou expressão dicionarizada
Há fatores sociais e/ou geográficos que determinam diferenças de linguagem que podem dificultar a comunicação entre pessoas. Todas as alternativas abaixo exemplificam esses fatores, EXCETO:
 

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1325456 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Assinale V para verdadeiro e F para falso e marque a letra correspondente na ordem de cima para baixo:
I ( ) A inscrição, em Conselho Regional, poderá ser remida;
II ( ) O número de inscrição principal atribuído a técnico em prótese dentária será precedida da sigla do Conselho Regional, ligada por hífem às letras “TSB”;
III ( ) A inscrição provisória é aquela a que está obrigado o profissional recém-formado, ainda não possuidor de diploma;
IV ( ) Os cirurgiões-dentistas estrangeiros não podem se inscrever nos Conselhos Regionais.
 

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