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Foram encontradas 120 questões.

2490869 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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A adoção urgente de medidas de combate a infecções que ameaçam um planeta cada vez mais globalizado é defendida por especialistas, inclusive no interior de órgãos multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), que tem entre seus órgãos especializados a Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste segundo semestre de 2014, o surto de uma doença já contabilizou mais de cinco mil mortes, tendo chegado a alguns países distantes das áreas de sua incidência. A referida doença e a região onde o surto surgiu são, respectivamente,

 

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2490868 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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O pouso de uma sonda na superfície de um cometa, em 2014, levou o mundo a voltar sua atenção, mais uma vez, para o espaço, quarenta e cinco anos após o homem ter chegado à Lua. Trata-se, entretanto, do prolongamento de um processo histórico, iniciado no pós-Segunda Guerra Mundial, denominado era espacial. Naquele contexto, escrevia-se mais um capítulo na disputa pelo poder mundial entre as duas superpotências, os Estados Unidos da América (EUA) e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Esse cenário de confrontação perdurou, com maior ou menor intensidade, até o desmonte do “socialismo real”, sendo conhecido como

 

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2490867 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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O ano de 2014 assinala o centenário do início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A racionalidade tecnológica havia produzido a mais devastadora das guerras que a humanidade conhecera, oferecendo aos combatentes uma capacidade de extermínio com extraordinária eficiência. Além dos milhões de mortos e feridos, o conflito inaugurou a era do massacre e facilitou a propagação de doenças, uma das quais chegou ao Brasil, onde fez milhares de vítimas, de pessoas simples ao presidente da República. Essa doença ficou conhecida como

 

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2490866 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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Entre outras manifestações de força e de rebeldia, dois acontecimentos impactantes marcaram as décadas iniciais da República brasileira, tendo por epicentro o Rio de Janeiro, a capital que entrava em processo de modernização urbana. Em ambos os movimentos, ainda que por motivos diferentes, a inviolabilidade dos corpos era a motivação fundamental que impelia a ação dos revoltosos. Essas ações ficaram conhecidas como

 

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2490865 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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A partir de meados do século XIX, o Ocidente conheceu notável desenvolvimento científico, assinalado pelo avanço do conhecimento nas mais diversas áreas, como a biologia e a química. Essa realidade assentava-se em transformações estruturais que ultrapassavam os limites da economia para envolver os mais diversos aspectos da vida social. O referido período é comumente chamado de

 

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2490864 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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Uma palavra que bem define o mundo contemporâneo é globalização. Trata-se de uma realidade historicamente construída, que, a partir da economia, gradativamente transforma o clássico conceito de fronteiras nacionais, amplia a capacidade de produção, alarga os mercados consumidores, sacramenta o papel da ciência e da tecnologia no sistema produtivo e, além de outros elementos, agiliza os mecanismos de circulação dos capitais, das mercadorias, do conhecimento e das pessoas. Entre os acontecimentos históricos fundamentais para que se chegasse ao atual estágio de globalização, incluem-se

 

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2490863 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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Negros

Negros que escravizam

e vendem negros na África

não são meus irmãos.

Negros senhores na América

a serviço do capital

não são meus irmãos.

Negros opressores,

em qualquer parte do mundo,

não são meus irmãos.

Só os negros oprimidos,

escravizados,

em luta por liberdade,

são meus irmãos.

Para estes, tenho um poema grande como o Nilo.

Solano Trindade. O poeta do povo. São Paulo: Ediouro, 2008, p. 41

Nos projetos que o Modernismo brasileiro, como um movimento estético e também político, propôs, constava a ideia de que a literatura poderia ser uma ferramenta de inclusão. No poema Negros, de Solano Trindade, o trecho “não são meus irmãos”, presente em três estrofes, demonstra que o poeta rejeita não só essa proposta de inclusão, mas também

 

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2490862 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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Kehinde

O meu nome é Kehinde porque sou uma ibêji* e nasci por último. Minha irmã nasceu primeiro e por isso se chamava Taiwo. Antes tinha nascido meu irmão Kokumo, e o nome dele significava “não morrerás mais, os deuses te segurarão”. O Kokumo era um abiku**, como a minha mãe. O nome dela, Dúróorîîke, era o mesmo que “fica, tu serás mimada”. A minha avó Dúrójaiyé tinha esse nome porque também era uma abiku, e o nome dela pedia “fica para gozar a vida, nós imploramos”. Assim são os abikus, espíritos amigos há mais tempo do que qualquer um de nós pode contar, e que, antes de nascer, combinam entre si que logo voltarão a morrer para se encontrarem novamente no mundo dos espíritos. Alguns abikus tentam nascer na mesma família para permanecerem juntos, embora não se lembrem disso quando estão aqui no ayê, na terra, a não ser quando sabem que são abikus. Eles têm nomes especiais que tentam segurá-los vivos por mais tempo, o que às vezes funciona. Mas ninguém foge ao destino, a não ser que Ele queira, porque, quando Ele quer, até água fria é remédio.

* ibêji: assim são chamados os gêmeos, entre os povos iorubás.

** abiku: criança nascida para morrer

Ana Maria Gonçalves. Um defeito de cor. Rio de Janeiro: Record, 2007

No fragmento do romance Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher que vem escravizada para o Brasil no século XIX, a presença da multiculturalidade nas práticas das personagens, um dos legados da modernidade para a literatura brasileira contemporânea, é evidenciada

 

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2490861 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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O livro e a América

Talhado para as grandezas,

Pra crescer, criar, subir,

O Novo Mundo nos músculos

Sente a seiva do porvir.

— Estatuário de colossos —

Cansado doutros esboços

Disse um dia Jeová:

“Vai, Colombo, abre a cortina

Da minha eterna oficina...”

“Tira a América de lá”.

(...)

Por uma fatalidade

Dessas que descem de além,

O sec’lo que viu Colombo

Viu Guttenberg também.

Quando no tosco estaleiro

Da Alemanha o velho obreiro

A ave da imprensa gerou...

O Genovês salta os mares...

Busca um ninho entre os palmares

E a pátria da imprensa achou...

Por isso na impaciência

Desta sede de saber,

Como as aves do deserto

As almas buscam beber...

Oh! Bendito o que semeia

Livros... livros à mão cheia...

E manda o povo pensar!

O livro caindo n’alma

É germe — que faz a palma,

É chuva — que faz o mar.

Castro Alves. Espumas flutuantes. Cotia: Ateliê Editorial, 2005, p. 75.

Nos dois versos finais do fragmento apresentado, as metáforas construídas em orações paralelas expressam a ideia de que

 

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2490860 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
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O livro e a América

Talhado para as grandezas,

Pra crescer, criar, subir,

O Novo Mundo nos músculos

Sente a seiva do porvir.

— Estatuário de colossos —

Cansado doutros esboços

Disse um dia Jeová:

“Vai, Colombo, abre a cortina

Da minha eterna oficina...”

“Tira a América de lá”.

(...)

Por uma fatalidade

Dessas que descem de além,

O sec’lo que viu Colombo

Viu Guttenberg também.

Quando no tosco estaleiro

Da Alemanha o velho obreiro

A ave da imprensa gerou...

O Genovês salta os mares...

Busca um ninho entre os palmares

E a pátria da imprensa achou...

Por isso na impaciência

Desta sede de saber,

Como as aves do deserto

As almas buscam beber...

Oh! Bendito o que semeia

Livros... livros à mão cheia...

E manda o povo pensar!

O livro caindo n’alma

É germe — que faz a palma,

É chuva — que faz o mar.

Castro Alves. Espumas flutuantes. Cotia: Ateliê Editorial, 2005, p. 75.

No fragmento do poema O livro e a América, de Castro Alves, a América é apresentada como espaço de

 

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