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Para Auad e Corsino (2018), o termo “interseccionalidade” questiona os mecanismos de legitimação, designando a interdependência das relações de poder, de raça, de gênero e de classe, o que contribui para a reflexão da sub-representação das meninas e mulheres na Educação Física Escolar.
Para os autores, as formas de transgressão engendradas por alunas e docentes que buscam uma prática pedagógica capaz de cruzar as fronteiras cristalizadas pela tradição a partir de uma perspectiva de Educação Física Escolar que propicie o debate e a transformação dos arranjos de gênero polarizados e binários relaciona-se à/ao
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Maldonado et al. (2022), na obra Educação Física Escolar e justiça social: experiências curriculares na educação básica, apresentam três projetos educativos organizados nas aulas de Educação Física no Ensino Médio integrado nos Institutos Federais.
Essas experiências político-pedagógicas foram produzidas em diálogo com a área das Linguagens da Educação Básica por qual motivo?
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A Educação Física Escolar, a partir de aportes teóricos das ciências naturais, realiza a sua atuação pedagógica partindo do indivíduo em direção à sociedade.
Todavia, com os pressupostos epistemológicos das ciências humanas, esse processo passou a considerar também a influência da sociedade sobre as pessoas.
Dessa forma, Daolio (2015) trouxe uma vasta contribuição para a Educação Física a partir da contribuição de um antropólogo que estudou o corpo e as ações humanas por um tríplice ponto de vista: as dimensões fisiológica, psicológica e sociológica.
Quem foi o pesquisador que trouxe essa contribuição?
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Mendonça, Rodrigues e Silva (2021), na obra Ensino da Educação Física e formação humana, mencionam que os fundamentos epistemológicos, políticos e pedagógicos do currículo crítico-superador da Educação Física dialogam com os preceitos da formação omnilateral do ser humano.
De que forma os autores e a autora sustentam essa relação?
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Barboza, Paiva e Souza Júnior (2022), na obra Educação Física Escolar e justiça social: experiências curriculares na educação básica, analisam como o currículo crítico-superador da Educação Física problematiza as relações de gênero que atravessam as práticas corporais.
No contexto histórico em que esse aparato curricular foi publicado (década de 1990), a temática de gênero foi abordada
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Ao se inspirar na produção intelectual de Paulo Freire, Nogueira (2021) organiza alguns princípios epistemológicos, políticos e pedagógicos de uma Educação Física libertadora.
A autora defende que
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A produção científica mais recente sobre saúde na Educação Física Escolar mostra que o principal foco desses estudos ainda está nos aspectos biológicos do exercício físico, reforçando uma visão reducionista e instrumental da função social do componente curricular. Destarte, uma visão mais ampliada sobre esse tema começa a surgir na literatura da área e se concretiza na escola (MANTOVANI; MALDONADO; FREIRE, 2021).
Nesse contexto, os autores e a autora dessa pesquisa mencionam que, para essa mudança paradigmática se concretizar, seria essencial que esse debate absorvesse a fundamentação teórica da
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Medeiros et al. (2020), no livro Por uma perspectiva crítica na Educação Física Escolar: ensaiando possibilidades, descrevem os resultados de um estudo etnográfico realizado em um Instituto Federal do Rio Grande do Sul sobre a função social de Educação Física no Ensino Médio integrado. Os autores evidenciaram que as aulas do componente curricular reproduzem uma lógica de mercado neoliberal, por meio de uma prática pedagógica tradicional fielmente centrada no professor/treinador, contrariando o aparato legislativo da referida instituição.
Qual é a principal justificativa para essa contradição?
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Nos anos mais recentes, a preocupação com um ensino de Educação Física sensível às marcas da sociedade pós-moderna possibilitou a organização de um currículo da área inspirado nas teorias pós-críticas da educação. Aguiar e Neira (2016), na obra Educação Física Cultural, mencionam que essa proposta curricular considera as práticas corporais enquanto textos da cultura, que são atravessadas por relações de poder de classe social, gênero, etnia, religião, geração, nível de habilidade entre outras.
Na concepção da autora e do autor, quais são os campos de inspiração do currículo cultural da Educação Física?
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Rocha et al. (2021, p. 20), na obra Educação Física Escolar Crítica: experiências em diálogo, fazem a seguinte indagação: “Como podem os professores de Educação Física Escolar críticos manterem uma unidade na luta por sociedades transformadas com aportes teórico-conceituais diversos e experiências docentes em contextos escolares particulares?”.
A partir dessa questão, de que forma esses autores realizam a defesa dessa problemática?
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