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Nos termos do regime jurídico dos servidores públicos do município de Barretos, o adicional por tempo de serviço é devido ao servidor estável à razão de:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: VUNESP
Orgão: IPMB
- Orçamento PúblicoAspectos Gerais do Orçamento PúblicoConceito e Natureza Jurídica do Orçamento Público
Muito se fala sobre a importância do orçamento público para a plena realização dos direitos e garantias fundamentais. A esse respeito, é correto afirmar, com base na legislação e jurisprudência nacionais, que
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Em 1803, um homem chamado George Forster foi enforcado em Londres após ter sido condenado por assassinato. Seu corpo foi então levado _ uma universidade de medicina para ser dissecado. Além da dissecação, o cadáver foi usado para experiências com o uso de eletricidade. Um jornal da época relatou que, ao ser exposto _ energia elétrica, a mandíbula do cadáver começou a tremer, os músculos da face se contorceram e um olho chegou a abrir. Quem assistiu _ esse experimento disse que o corpo parecia estar prestes a voltar _ vida. Mary Shelley, a autora de Frankenstein, estava habituada _ experiências como essa que ocorreram na mesma época.
De acordo com a norma-padrão, a lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
Criadores
O Dr. Victor Frankenstein finalmente procurou um advogado. Que o recebeu com surpresa, e depois se desculpou:
– É que eu vi o nome “Frankenstein” na minha agenda e pensei...
– Que eu era o monstro, não é? Todo mundo se engana. Frankenstein sou eu, não o monstro que eu criei. Ele não tem nome, mas se apresenta como “Frankenstein”, e está fazendo uma carreira artística de sucesso, ganhando muito dinheiro. Com o meu nome! É sobre isso que vim consultá-lo.
– O senhor quer que...
– Que ele pare de usar o nome “Frankenstein”. E me pague por ter usado o nome sem a minha permissão, todos esses anos. Quero meus direitos de criador! Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei vida ao monstro. Tudo sem receber um tostão! Ou, ao menos, um “muito obrigado”.
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
(Luis Fernando Verissimo, Ironias do Tempo)
Assinale a alternativa em que a flexão do verbo destacado está em conformidade com a norma-padrão.
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
Criadores
O Dr. Victor Frankenstein finalmente procurou um advogado. Que o recebeu com surpresa, e depois se desculpou:
– É que eu vi o nome “Frankenstein” na minha agenda e pensei...
– Que eu era o monstro, não é? Todo mundo se engana. Frankenstein sou eu, não o monstro que eu criei. Ele não tem nome, mas se apresenta como “Frankenstein”, e está fazendo uma carreira artística de sucesso, ganhando muito dinheiro. Com o meu nome! É sobre isso que vim consultá-lo.
– O senhor quer que...
– Que ele pare de usar o nome “Frankenstein”. E me pague por ter usado o nome sem a minha permissão, todos esses anos. Quero meus direitos de criador! Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei vida ao monstro. Tudo sem receber um tostão! Ou, ao menos, um “muito obrigado”.
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
(Luis Fernando Verissimo, Ironias do Tempo)
Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de concordância nominal.
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
Criadores
O Dr. Victor Frankenstein finalmente procurou um advogado. Que o recebeu com surpresa, e depois se desculpou:
– É que eu vi o nome “Frankenstein” na minha agenda e pensei...
– Que eu era o monstro, não é? Todo mundo se engana. Frankenstein sou eu, não o monstro que eu criei. Ele não tem nome, mas se apresenta como “Frankenstein”, e está fazendo uma carreira artística de sucesso, ganhando muito dinheiro. Com o meu nome! É sobre isso que vim consultá-lo.
– O senhor quer que...
– Que ele pare de usar o nome “Frankenstein”. E me pague por ter usado o nome sem a minha permissão, todos esses anos. Quero meus direitos de criador! Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei vida ao monstro. Tudo sem receber um tostão! Ou, ao menos, um “muito obrigado”.
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
(Luis Fernando Verissimo, Ironias do Tempo)
A regência nominal está consoante à norma-padrão em:
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
Criadores
O Dr. Victor Frankenstein finalmente procurou um advogado. Que o recebeu com surpresa, e depois se desculpou:
– É que eu vi o nome “Frankenstein” na minha agenda e pensei...
– Que eu era o monstro, não é? Todo mundo se engana. Frankenstein sou eu, não o monstro que eu criei. Ele não tem nome, mas se apresenta como “Frankenstein”, e está fazendo uma carreira artística de sucesso, ganhando muito dinheiro. Com o meu nome! É sobre isso que vim consultá-lo.
– O senhor quer que...
– Que ele pare de usar o nome “Frankenstein”. E me pague por ter usado o nome sem a minha permissão, todos esses anos. Quero meus direitos de criador! Fui eu que juntei e costurei as partes do seu corpo, fui eu que dei vida ao monstro. Tudo sem receber um tostão! Ou, ao menos, um “muito obrigado”.
– Vamos ver o que se pode fazer – disse o advogado.
(Luis Fernando Verissimo, Ironias do Tempo)
Em suas considerações, o Dr. Frankenstein pondera que
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
Os substantivos que flexionam no plural da mesma forma que o substantivo “recém-chegado” são:
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de colocação pronominal.
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
Nas passagens – Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país... – e – ... e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás... –, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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