Foram encontradas 90 questões.
Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a
Em tuas faces a
Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;
Enquanto com
O ar, que fresco Adônis3 te namora,
Te espalha a rica
Quando vem passear-te pela fria4;
Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trota5 a toda a ligeireza
E imprime em toda a flor sua pisada.
Oh, não aguardes que a
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
Com finalidade expressiva, o eu lírico associa duas palavras contraditórias entre si, configurando assim um paradoxo, em:
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Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora,
Em tuas faces a rosada Aurora1,
Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;
Enquanto com gentil descortesia2
O ar, que fresco Adônis3 te namora,
Te espalha a rica trança voadora,
Quando vem passear-te pela fria4;
Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trota5 a toda a ligeireza
E imprime em toda a flor sua pisada.
Oh, não aguardes que a madura idade
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
O soneto de Gregório de Matos caracteriza-se, sobretudo, pelo seu teor
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Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).
Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora,
Em tuas faces a rosada Aurora1,
Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;
Enquanto com gentil descortesia2
O ar, que fresco Adônis3 te namora,
Te espalha a rica trança voadora,
Quando vem passear-te pela fria4;
Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trota5 a toda a ligeireza
E imprime em toda a flor sua pisada.
Oh, não aguardes que a madura idade
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.
No soneto, o eu lírico explora o tema
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Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “santo do pau oco”.
Santo do pau oco
A
O segmento sublinhado exerce a função sintática de sujeito da forma verbal destacada em:
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Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “santo do pau oco”.
Santo do pau oco
Para escapar dos escorchantes1 tributos, os donos de minas e os grandes senhores de terras colocavam ouro em pó, pedras preciosas e outras riquezas no interior de imagens ocas de santos, feitas de madeira.
Muitas vezes,
Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto o termo destacado em:
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Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “santo do pau oco”.
Santo do pau oco
Muitas vezes, desse hábito insólito nascia o contrabando entre Brasil e Portugal.
Considerando o contexto, está empregado em sentido irônico a palavra destacada em:
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Para responder a questão, leia a cantiga “Ai, dona fea, foste-vos queixar” do trovador João Garcia de Guilhade (1239-1288).
[Texto original]
Ai, dona fea, fostes-vos queixar
que vos nunca louvo em meu cantar;
mais ora quero fazer un cantar
em que vos loarei toda via;
e vedes como vos quero loar:
dona fea, velha e sandia!
Dona fea, se Deus mi pardon,
pois avedes tan gran coraçon
que vos eu loe, en esta razon
vos quero já loar toda via;
e vedes qual será a loaçon:
dona fea, velha e sandia!
Dona fea, nunca vos eu loei
em meu trobar, pero muito trobei;
mais ora já un bon cantar farei,
en que vos loarei toda via;
e direi-vos como vos loarei:
dona fea, velha e sandia!
[Texto em linguagem atual]
Ai, mulher feia, você se queixou
de que eu nunca a louvei em minha poesia;
mas agora eu vou fazer uma cantiga
em que eu a louvarei completamente;
e veja como a quero louvar:
mulher feia, velha e louca!
Mulher feia, Deus me perdoe,
pois você tem tão grande desejo
de que eu a louve, por este motivo
quero agora louvá-la completamente;
e veja qual será a louvação:
mulher feia, velha e louca!
Mulher feia, nunca a louvei
em minha poesia, e muito escrevi;
mas agora farei uma bela cantiga,
em que a louvarei completamente;
e vou dizer a você como a louvarei:
mulher feia, velha e louca!
Depreende-se da cantiga de João Garcia de Guilhade que a mulher retratada reclamou com o eu lírico porque
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Para responder a questão, leia a cantiga “Ai, dona fea, foste-vos queixar” do trovador João Garcia de Guilhade (1239-1288).
[Texto original]
Ai, dona fea, fostes-vos queixar
que vos nunca louvo em meu cantar;
mais ora quero fazer un cantar
em que vos loarei toda via;
e vedes como vos quero loar:
dona fea, velha e sandia!
Dona fea, se Deus mi pardon,
pois avedes tan gran coraçon
que vos eu loe, en esta razon
vos quero já loar toda via;
e vedes qual será a loaçon:
dona fea, velha e sandia!
Dona fea, nunca vos eu loei
em meu trobar, pero muito trobei;
mais ora já un bon cantar farei,
en que vos loarei toda via;
e direi-vos como vos loarei:
dona fea, velha e sandia!
[Texto em linguagem atual]
Ai, mulher feia, você se queixou
de que eu nunca a louvei em minha poesia;
mas agora eu vou fazer uma cantiga
em que eu a louvarei completamente;
e veja como a quero louvar:
mulher feia, velha e louca!
Mulher feia, Deus me perdoe,
pois você tem tão grande desejo
de que eu a louve, por este motivo
quero agora louvá-la completamente;
e veja qual será a louvação:
mulher feia, velha e louca!
Mulher feia, nunca a louvei
em minha poesia, e muito escrevi;
mas agora farei uma bela cantiga,
em que a louvarei completamente;
e vou dizer a você como a louvarei:
mulher feia, velha e louca!
A cantiga de João Garcia de Guilhade deixa-se caracterizar como
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Para responder a questão, examine a tirinha.

(
Ao se adaptar a fala do menino no 1º quadrinho para o discurso indireto, chega-se ao seguinte texto:
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Para responder a questão, examine a tirinha.

(
O efeito de humor da tirinha está centrado na ambiguidade da palavra
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