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Leia o caso clínico a seguir.
Criança do sexo masculino, de 10 anos, com quadro gripal arrastado e, após atenuação, fez queixa de febre alta, queda do estado geral e presença de estertores crepitantes em base pulmonar esquerda. Radiografia apresentou pneumonia lobar. Iniciada terapia com amoxicilina+clavulanato por sete dias, com melhora progressiva do quadro. Após 20 dias da conclusão do esquema antibioticoterápico, reiniciou tosse, sendo avaliada em unidade básica de saúde e, a pedido da mãe, realizada nova radiografia de torax, que evidencia opacidade homogenea à esquerda. |
A medida a ser tomada é:
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Leia o caso clínico a seguir.
Criança de seis anos com historia de febre baixa há duas semanas, hiporexia e adinamia. No início do quadro, passou por avaliação médica com prescrição de amoxicilina. Mãe tem percebido manutenção do quadro mesmo com o término da antibioticoterapia. Ao exame físico: linfonodos palpáveis em cadeias cervical anterior, cervical posterior, axilares e inguinais, de 0,5 a 1,0 cm de diâmetro, sem flogose, não coalescentes e não aderidos. Abdome: baço palpável a 3 cm do rebordo costal esquerdo. |
A principal hipótese e o exame mais apropriado são:
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Lactente do sexo feminino, de quatro meses, sob cuidados da avó paterna. Segue em uso de leite de vaca integral, diluído em função da dificuldade de aquisição de fórmulas lácteas. A avó informa que a mãe da lactente é moradora de rua, com cerca de 40 anos, alcoolista e usuária de drogas ilícitas, não tendo realizado nenhuma consulta de pré-natal, com parto natural na rua, sem assistência médica. O lactente apresentou baixo peso ao nascer e baixo ganho ponderal desde então, apresentando, nesse período, internação por desidratação e anemia. Exame físico: peso, comprimento e perímetro cefálico no percentil 3 da curva de referencia, fendas palpebrais curtas, prega epicantica, labio superior fino, sopro sistolico em foco aórtico 2+/6+. |
Com base nos dados apresentados, o mais provável é que a lactente seja portadora de:
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Idoso procura unidade básica de saúde no final da tarde com relato de dor torácica e epigástrica, náuseas e vômitos, iniciados às 6h30 da manhã do mesmo dia. No prontosocorro, foi avaliado com prescrição de omeprazol e bromoprida. Com piora da dor, foi trazido pelo filho a essa unidade. Informa que houve, além de piora da dor, dois episódios de pré-síncope. Antecedente pessoal: hipertenso, diabético, tabagista com angioplastia prévia. Em uso de insulina NPH, enalapril e acido acetilsalicilico e sinvastatina. Exame físico: mau estado geral, corado, perfusão periférica lentificada, sudoreico, PA = 88x54 mmHg, FC = 56 BPM, FR = 24 irpm, jugular túrgida. Coração: bulhas ritmicas normofoneticas sem sopros; pulmoes: murmúrio vesicular presente e simetrico sem ruidos adventicios. ECG: supradesnivelamento de derivaçoes DII, DIII, AVF, V3r e V4r e zona inativa de V1 a V4. |
Nas medidas imediatas, deve ser adotado o seguinte procedimento:
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Paciente do sexo masculino, de 44 anos, é conduzido por equipe não médica após mal-estar súbito em comércio vizinho ao posto de saúde. O acompanhante descreve que, no trajeto, o paciente havia se queixado de náuseas e cefaleia intensa. Houve perda de consciência precedida por vômitos. Antecedentes pessoais: tabagista 15 maços/ano e hipertensão arterial sistêmica, sem uso regular de medicamentos. Exame físico: PA = 194x128 mmHg, FC = 124 BPM, T = 37 ºC, FR = 22 IRPM; exame neurologico: inconsciente, não respondendo a estímulos verbais, pupilas isofotorreagentes; nuca rígida e hemiplégico à direita. Não foram observados reflexos osteotendineos. |
Qual é o diagnótico para esse paciente?
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Paciente do sexo masculino, de 62 anos, com histórico de doença coronariana crônica. É tabagista (55 anos/maço) e durante internação para tratamento de pneumonia cessou o tabagismo, retornando ao hábito após a alta, com discreta redução do nível tabágico. Avaliação de Fagerstron com pontuação de oito (dependencia elevada à nicotina). Informa relato inespecífico de desmaio e crise convulsiva. |
Qual é a melhor conduta para o caso descrito?
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Paciente de 63 anos, do sexo masculino, procura unidade básica para análise de exames solicitados previamente. No dia do retorno, está sem queixas, porém faz relato de sedentarismo e inadequação dietética. Ao exame físico, apresenta: PA = 142x84 mmHg, FC = 82 batimentos por minuto, peso = 104, altura = 1,74 m, circunferência abdominal = 104. Exames laboratoriais: glicose em jejum = 105 mg/dl; glicose apos sobrecarga 75 gramas de glicose/2 horas = 210 mg/dl; HbA1c = 6,6%; ureia = 58 mg/dl; creatinina = 1,4 mg/dl; TGO = 38UI/l, TGP = 42 UI/l; fosfatase alcalina = 110 UI/l, HDL = 133 = UI/l; bilirrubina total = 1,94 mg/dl, LDL-C = 116 mg/dl, HDL-C = 28 mg/dl, triglicérides = 220 mg/dl. |
Nesse caso, qual deve ser a conduta?
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Jovem do sexo feminino, de 16 anos, tem sido acompanhada em ambulatório com diagnóstico de obesidade, dislipidemia e gastrite. Sedentária, com baixa aderência às mudanças de estilo de vida solicitadas. Possui em antecedentes familiares: mãe, diabetes e hipertensão; pai, obesidade, dislipidemia e hipertensão. Exame físico: bom estado geral, corada, hidratada; IMC > percentil 97 (OMS, 2005), PA = 130x85 mmHg (> percentil 95). Pele: lesões hipercrômicas, intensificada em dobras da pele, de aspecto grosseiro e aveludado na região do pescoço e das axilas. |
Este quadro clínico está associado à seguine alteração:
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Quanto aos esquemas de imunização disponíveis, devese levar em conta que:
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O achado de dois eventos médicos epidemiologicamente relacionados entre si e limitados a uma área claramente definida como escola, casa de repouso ou quarteirão, pode ser chamado de:
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