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Conforme o Art. 39 do Plano de Carreira do Magistério do Município de Capivari do Sul, além do vencimento, o professor ou profissional de suporte pedagógico fará jus às seguintes vantagens:

I. Gratificação pelo exercício de docência com alunos portadores de necessidades especiais, correspondente até 15% (quinze por cento).

II. Adicional de 5% (cinco por cento) de insalubridade para docentes lotados em instituições de ensino consideradas de difícil acesso.

III. Adicional por tempo de serviço que será de 1% (um por cento) do vencimento básico da carreira do magistério por 1 (um) ano de efetivo exercício, observado o limite de 30% (trinta por cento), e pago em rubrica própria.

Quais estão corretas?

 

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O Art. 32 do Plano de Carreira do Magistério do Município de Capivari do Sul estabelece que o titular de cargo de professor que não esteja em acumulação de cargo, emprego ou função pública poderá ser convocado para prestar serviço em regime suplementar, até o máximo de mais vinte horas semanais, nos casos de:

1. Exercer atividades junto à Secretaria Municipal de Educação, no apoio pedagógico.

2. Exercer atividades nas escolas de Educação Infantil com período integral.

3. Necessidade do ensino, e enquanto persistir essa necessidade.

4. Substituição permanente de professores em função docente, em seus impedimentos legais.

O resultado da somatória dos números correspondentes às informações corretas é:

 

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De acordo com o Art. 17 do Plano de Carreira do Magistério do Município de Capivari do Sul, a avaliação de desempenho e de aperfeiçoamento profissional será realizada:

 

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Segundo o Art. 11 do Plano de Carreira do Magistério do Município de Capivari do Sul, o merecimento para promoção à classe seguinte será avaliado pelos seguintes critérios, EXCETO:

 

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De acordo com o Art. 3º do Plano de Carreira do Magistério do Município de Capivari do Sul, são princípios básicos da carreira do magistério público municipal, EXCETO:

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 10, 22 e 26 do texto.

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

O pronome “isso” (l. 09) retoma que expressão ou situação presente no texto?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os símbolos das linhas 02, 04 e 13 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e as relações de sentido apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Dado o contexto em que se apresenta, a palavra “constrangimento” (l. 15) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, por “vexame”.

II. De acordo com o texto, as medidas mais severas tomadas pela lei levaram ao aumento de casos de intolerância religiosa.

III. A expressão “arranca com o carro” (l. 14) é considerada uma coloquialidade.

Quais estão corretas?

 

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Família acusa motorista de aplicativo de intolerância religiosa no Rio de Janeiro

Por Jornal Nacional

  1. No Rio de Janeiro, uma família está acusando um motorista de aplicativo de intolerância
  2. religiosa. O ocorrido se deu da seguinte forma: o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha,
  3. que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta, para sentar-se no banco da frente. Segundo
  4. ela até então, o motorista não esboçou nenhuma reação.
  5. A família contou que a recusa em fazer a corrida começou no momento em que ele viu as
  6. outras pessoas com trajes de candomblé. As netas de Vera, de 8 e 13 anos, e a nora, Taís,
  7. estavam indo para uma festa religiosa: “Quando ele viu que minha nora e as meninas estavam
  8. com a roupa, se aproximando do carro, não deixou. Olhou para as meninas de cima a baixo e
  9. não deixou. E eu achei que isso foi um preconceito grande”, conta Vera Lúcia.
  10. Com recusa do motorista, começou uma discussão. As crianças ficaram sem saber se
  11. entravam ou não no carro. Nesse momento, no áudio da câmera de segurança, é possível
  12. perceber trechos de uma discussão, com a família dizendo que três passageiras poderiam ir ao
  13. banco de trás. A discussão seguiu por mais algum tempo. Até que gesticulando pela janela, o
  14. motorista arranca com o carro.
  15. “Um constrangimento, um preconceito nunca vivido. Foi doído de ver as meninas não
  16. querendo entrar em outro carro, com medo de o motorista se recusar de deixar a gente entrar
  17. por conta da nossa religião, por conta da nossa fé”, lamenta a comerciante Taís da Silva Fraga.
  18. A família foi até a polícia e registrou a ocorrência, que vai ser investigada pela Delegacia de
  19. Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Depois de analisar as imagens da câmera de segurança,
  20. os policiais estão tentando localizar o motorista e ouvir a versão dele sobre os fatos.
  21. Desde o início de 2023, uma nova lei tornou mais severas as penas para os crimes de
  22. intolerância religiosa. penas agora vão de 2 a 5 anos de reclusão. Segundo o Ministério dos
  23. Direitos Humanos, os ataques contra religiões de matriz africana aumentaram 45% em 2022,
  24. em relação aos últimos dados disponíveis, de 2020. “Se eu tiver que pegar um Uber com a minha
  25. roupa, vou pegar. Se eu tiver que sair para fazer alguma coisa, vou continuar saindo. E seu eu
  26. tiver que reportar autoridades, vou continuar reportando, como todo mundo deve fazer para
  27. a gente tentar acabar com esse preconceito”, afirma Taís.
  28. A Uber afirmou que a opção selecionada pela família acomoda até quatro pessoas, uma
  29. no banco da frente e três atrás. A empresa afirmou que não tolera qualquer forma de
  30. discriminação e que desativou a conta do motorista enquanto aguarda as investigações.

(Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/05/01/familia-acusa-motorista-deaplicativo-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e as relações de sentido apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O intertexto presente entre as linhas 15 e 17 traz uma expressão popular, “a gente”, que substitui o pronome “nós”, sem precisar de adequações relacionadas à concordância nominal e verbal.

II. A expressão “no momento em que” (l. 05) oferece uma ideia de tempo e pode ser substituída, sem prejuízo do seu significado, por “quando”.

III. Pode-se dizer que o propósito comunicativo do texto é informativo, pois ele informa sobre a situação de preconceito vivida por uma família e sinaliza para o leitor algumas informações sobre as penas para esse tipo de crime.

Quais estão corretas?

 

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