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4239460 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

A base de um retângulo excede sua altura em 2 cm. Sabendo-se que sua área é 35 cm², quanto mede (em cm) a diagonal do retângulo?

 

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4239459 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Considere a função real f(x) = 3 + 4 ⋅ sen (2x). O período da função f é:

 

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4239458 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Um hospital recebeu 960 luvas descartáveis, 1.440 máscaras cirúrgicas e 720 aventais descartáveis. Deseja-se organizar esses materiais em kits idênticos, sem misturar itens de tipos diferentes entre os kits e sem que sobre qualquer material. Sabendo-se que todos os kits devem conter a mesma quantidade de itens de cada tipo e que o número de kits deve ser o maior possível, quantos kits poderão ser montados?

 

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4239457 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Assinale a alternativa que apresenta o resultado obtido ao simplificar a expressão abaixo:

3x2 − 4x / x2 − 1 ÷ 3x − 4 / x2 + 2x + 1

 

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Um capital de R$ 800,00 foi aplicado a juros simples durante 12 meses, produzindo R$ 192,00 de juros. Qual foi a taxa mensal de juros dessa aplicação?
 

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4239455 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta os sinais de pontuação que substituem, correta e respectivamente, os símbolos ▲, ■ e ★ no trecho abaixo, retirado do texto:

“Afinal de contas ▲ ele mostra algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos devolver a sensação de estar vivos ★E isso é muito”.

 

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4239454 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

No período “Outro dia, vi um vídeo que me emocionou”, retirado do texto, qual é a classificação da oração subordinada que o compõe?
 

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4239453 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Sobre o trecho retirado do texto “o contato com animais reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina”, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. O sujeito das formas verbais “reduz”, “diminui” e “pode aumentar” é o termo “o contato com animais”.

II. As expressões “níveis de cortisol” e “a percepção de estresse” exercem a função de objeto direto de formas verbais do trecho.

III. A expressão “como a ocitocina” exerce função de adjunto adverbial de modo, pois indica a maneira como o hormônio atua no organismo humano.

 

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4239452 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Sobre o trecho “Cresce também o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da ansiedade e da depressão”, retirado do texto, assinale a alternativa correta.
 

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4239451 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “efeito” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão necessárias para manter a correção gramatical do texto?

“Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão, ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações”.

 

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