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4239450 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

No trecho “Ou seja, esse é um recurso com efeitos terapêuticos”, retirado do texto, qual é, respectivamente, a classificação gramatical dos vocábulos “esse”, “com” e “terapêuticos”?
 

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4239449 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

No trecho retirado do texto “Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras”, o advérbio “até” expressa a ideia de:
 

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4239448 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

No trecho retirado do texto “As cenas me desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou”, qual é a figura de linguagem empregada pelo autor?
 

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4239447 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

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Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Sobre palavras retiradas do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Por ter um dígrafo consonantal, a palavra “aqueles” apresenta mais letras do que fonemas.

( ) A palavra “trazidos” não apresenta encontro consonantal.

( ) Em “hormônio”, o h inicial não representa um fonema.

( ) A palavra “ansiedade” não apresenta hiato em nenhuma de suas sílabas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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4239446 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a regra de acentuação gráfica da palavra “vínculo” e uma palavra acentuada pela mesma regra.
 

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4239445 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o sentido das palavras no contexto em que foram empregadas no texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras sublinhadas nos trechos abaixo, retirados do texto, a seus respectivos sinônimos.



Coluna 1

1. “para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais”.

2. “Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados”.

3. “Mas eles reforçam a sensação de não estar sozinho”.



Coluna 2

( ) Impressão.

( ) Ligação.

( ) Amparo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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4239444 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

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Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, a respeito dos recursos coesivos, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4239443 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Carlos Barbosa-RS

Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam

Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa correta sobre a classificação do texto quanto ao seu gênero e ao tipo textual predominante.
 

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4239442 Ano: 2026
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Por Arthur Guerra

Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Com base no texto, analise as assertivas a seguir:

I. A inserção de experiências pessoais na construção do texto produz um efeito de aproximação com o leitor.

II. Entre os objetivos do autor está o de convencer o leitor da relevância do vínculo entre seres humanos e animais para o bem-estar emocional.

III. Pode-se inferir que o vínculo afetivo é apresentado como um elemento relevante para a promoção do bem-estar emocional.

Quais estão corretas?

 

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Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital

havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me

desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença

pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.

Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição

médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no

Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não

raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O

isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes

voltam a se sentir amados.

A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais

reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um

hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso

com efeitos terapêuticos.

Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,

ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também

o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da

ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de

suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.

Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação

de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.

Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra

algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos

devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.

(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando as ideias expostas no texto e a sua organização argumentativa, assinale a alternativa correta.
 

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