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Foram encontradas 377 questões.

4237176 Ano: 2026
Disciplina: Direito Digital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
De acordo com o Decreto Municipal de Caxias do Sul nº 21.641/2021, que estabelece medidas preparatórias e ações iniciais e regulamenta a adequação às disposições contidas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) no âmbito do Poder Executivo e da Administrações Direta e Indireta do Município de Caxias do Sul, entre as atividades do encarregado pelo tratamento de dados pessoais estão:
I. Aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos e adotar providências.
II. Orientar os funcionários e os contratados do órgão ou da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais.
III. Determinar ao responsável por unidade administrativa a realização de estudos técnicos para elaboração das diretrizes previstas no relatório de impacto à proteção de dados pessoais.
Quais estão corretas?
 

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4237175 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
Segundo o Manual Metodológico — Gestão de Processos do Município de Caxias do Sul (2024), a gestão de riscos trata-se de(a):
 

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4237174 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são compostos por uma lista de 17 objetivos ambiciosos e interconectados que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo e estão divididos em prioridades, integrando as esferas social, ambiental e econômica. Qual é o primeiro objetivo?
 

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4237173 Ano: 2026
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
Com base no art. 5º da Lei Federal nº 13.460/2017, que dispõe sobre a participação, a proteção e a defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da Administração Pública, o usuário de serviço público tem direito à adequada prestação dos serviços, devendo os agentes públicos e prestadores de serviços públicos observar as seguintes diretrizes, entre outras, EXCETO:
 

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4237172 Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
Funções de hash são amplamente utilizadas na segurança da informação. Qual é a principal finalidade da aplicação de um hash em um arquivo?
 

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4237171 Ano: 2026
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS
No LibreOffice Writer, em sua versão em português, ao desejar que um conjunto de formatações (como fonte, tamanho e espaçamento) seja aplicado uniformemente a vários títulos de um documento, a ferramenta mais eficiente a ser utilizada é:
 

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4237170 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS

Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo

Por Agência Bori

O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da

doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um

estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas

com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no

International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais

direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.

Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em

bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para

avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para

investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente

presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial

terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à

capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em

combinação com outras abordagens.

Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o

crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes

quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é

particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas

alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além

da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia

citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,

atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.

Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,

publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais

precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares

únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao

tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.

De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas

distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não

codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência

aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro

da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de

“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.

Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em

pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos

disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a

confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta

Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação

clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes

com esses tumores”, conclui.

(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quatro pesquisadores, Ana, Bruno, Carla e Diego, apresentaram seus trabalhos em quatro cidades diferentes: Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e Vitória. Considere as proposições abaixo:
Ana não apresentou em Porto Alegre nem em Vitória.
Bruno apresentou em Curitiba.
Carla não apresentou em Florianópolis.
Diego apresentou em Vitória.

Sobre as proposições, é correto afirmar que:

 

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4237169 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS

Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo

Por Agência Bori

O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da

doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um

estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas

com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no

International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais

direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.

Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em

bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para

avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para

investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente

presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial

terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à

capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em

combinação com outras abordagens.

Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o

crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes

quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é

particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas

alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além

da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia

citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,

atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.

Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,

publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais

precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares

únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao

tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.

De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas

distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não

codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência

aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro

da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de

“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.

Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em

pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos

disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a

confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta

Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação

clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes

com esses tumores”, conclui.

(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Uma equipe de trabalhadores realiza determinado serviço em 15 dias, trabalhando 8 horas por dia. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho, se a jornada diária passar para 10 horas, o serviço será concluído em:
 

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4237168 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS

Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo

Por Agência Bori

O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da

doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um

estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas

com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no

International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais

direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.

Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em

bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para

avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para

investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente

presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial

terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à

capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em

combinação com outras abordagens.

Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o

crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes

quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é

particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas

alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além

da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia

citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,

atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.

Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,

publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais

precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares

únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao

tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.

De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas

distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não

codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência

aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro

da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de

“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.

Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em

pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos

disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a

confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta

Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação

clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes

com esses tumores”, conclui.

(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere a proposição abaixo:

“Se Pedro estuda, então Pedro é aprovado”.

A negação lógica dessa proposição é:

 

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4237167 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caxias Sul-RS

Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo

Por Agência Bori

O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da

doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um

estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas

com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no

International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais

direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.

Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em

bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para

avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para

investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente

presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial

terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à

capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em

combinação com outras abordagens.

Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o

crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes

quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é

particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas

alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além

da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia

citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,

atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.

Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,

publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais

precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares

únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao

tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.

De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas

distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não

codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência

aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro

da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de

“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.

Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em

pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos

disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a

confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta

Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação

clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes

com esses tumores”, conclui.

(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o emprego dos sinais de pontuação no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em “Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em bases de dados internacionais”, a vírgula após “resultados” separa uma oração dependente de uma oração principal.
II. Nas linhas 10 e 11, os travessões são empregados para isolar uma explicação intercalada.
III. As aspas utilizadas na palavra “desligar”, no trecho “moléculas capazes de ‘desligar’ especificamente esse RNA”, indicam que se trata da inserção de discurso direto, reproduzindo as palavras de alguém.
Quais estão corretas?
 

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