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Foram encontradas 50 questões.

2287962 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Leia o seguinte excerto de um artigo acadêmico sobre avaliação.
Um outro problema para a avaliação em língua estrangeira é o sistema educacional que empacota a aprendizagem em meses e bimestres. No ensino básico, geralmente, não é o professor que determina quando e como irá avaliar seus alunos, pois as escolas, geralmente, determinam que todos os professores devem avaliar os alunos através de X testes, aplicados na semana Y, dentro do mês Z. A escola não apenas determina a época da avaliação, mas, também, o tipo de instrumento. Em muitos casos, os testes de múltipla escolha, ou provas abertas são obrigatórios, ficando descartada qualquer possibilidade de uma avaliação que adote formas alternativas como portifólios, diários de aprendizagem, amostras de interações por e-mail ou chat, ou desenvolvimento de projetos, privilegiando o processo e não o produto.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira; SADE, Liliane A. Avaliação, cognição e poder. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 6, n. 2, 2006, p. 50.
O texto evidencia alguns fatos a respeito de avaliação escolar, dentre eles que
 

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No contexto das profundas transformações da sociedade contemporânea, novas exigências foram acrescentadas à escola e ao trabalho do professor. Neste contexto,
 

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2287896 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto

Enunciado 3128230-1

Levando em consideração que os textos são permeados pelos discursos efetivamente produzidos em cada época, refletindo-os ou distorcendo-os, na tira,

 

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2287772 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto 1

Felicidade clandestina

Menalton Braff

A gente tenta resistir, se esforça, mas a literatura é um grande diálogo em que se tem de enfrentar vozes, muitas vozes, remotas ou recentes, um emaranhado de vozes onde tentamos distinguir alguns dos interlocutores. Os temas nos chegam da vida e dos livros. Capitulamos para acabar refazendo o que está feito. Não é a primeira vez que a realidade me traz de volta a ficção como se fora esta cópia daquela. A Clarice Lispector tomava muito cuidado com as palavras porque ela sabia que as palavras engendram vidas. Mas a Clarice era maga, ela fabricava coisas.

Confesso que a princípio me assustei. Chegou aquele bando em revoada, invadindo tudo, tomando conta do espaço, expulsando-nos dali. Um dos meninos era da cor da terra, trajava uma camiseta parda e usava uma bermudinha sem cor. Me parece que era meio igual aos outros todos.

Escolhi um ponto estratégico, de onde pude observar aquela batalha, que, apesar do susto, me interessava. De onde me abriguei, pude ver os vendedores do estande, o cabelo de alguns literalmente de pé (que agora é moda), o cabelo de todos eletrizado, assim como seus olhos. Tinham ordens para não interferir, a não ser que o prejuízo se tornasse iminente. Durante uns quinze minutos não tiveram sossego.

Uns quinze minutos. Esse foi o tempo necessário para que o bando chegasse, olhasse, visse e saísse. Em seu rastro, sinal de destruição nenhum. Além dos vendedores, consegui focalizar um dos meninos que acabavam de chegar. Foi direto a uma prateleira, não levou mais de quinze segundos para escolher um livro, sentou-se ali mesmo, no chão, pois não dava mais para esperar. Abriu o livro, com aquelas duas mãozinhas quase impossíveis, e se pôs a ler a história, a ver as figuras, não sei. De onde estava, apenas via que seus lábios se moviam e que seus olhos brilhavam. Um brilho tão intenso que tudo em volta começou a flutuar ao ritmo de uma sinfonia ilimitada. O rostinho terroso, então, começou a se transfigurar, assumindo uma expressão gloriosa.

Eu estava com pressa, pois havia uma multidão de umas duas ou três pessoas à espera de um autógrafo alguns estandes adiante. Quem disse que eu conseguia sair do lugar? Naquele instante, o mundo em volta perdeu inteiramente o significado: só aquele menino e seu livro pulsavam em meus sentidos. Ele ria, me parece que falava, não sei se lambia ou cheirava o livro. De repente ele o fechou e olhou para cima, cismarento. Tentei acompanhar seu olhar. Para onde estaria ele viajando agora?

Quando o menino reabriu o livro, percebi em seu rosto sinais de concentração. Voltou à leitura com o cuidado de um soldado estudando o terreno. Acho que havia, finalmente, resolvido algum mistério ou, pelo menos, havia-se deparado com algum, que era preciso desvendar.

Seus colegas dispersaram-se pelos estandes vizinhos, onde outros vendedores puseram cabelos e olhos de pé, mas sem interferir, como lhes fora ensinado. Relanceei o olhar pelo recinto da feira e imaginei o Brasil todo ali dentro e achei que aquilo era uma luz... vá que seja... no fim do túnel.

Olhei de volta para onde estivera o menino e vi apenas um livro aberto com as folhas movendo-se. Se não me engano, ouvi uma voz de criança, que vinha lá de dentro. O menino resolvera penetrar em seu mistério.

Disponível em:<http://www.cartacapital.com.br/cultura/felicidade-clandestina-5044.html>. Acesso em: 7 out. 2014.

Texto 2

O primeiro beijo

Clarice Lispector

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. [...] Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Lispector, Clarice. O primeiro beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. (Trecho).

Considere os textos 1 e 2 para responder à questão.

Nas atividades discursivas que se dão entre sujeitos por meio de textos, ganha destaque o uso de certos mecanismos com vistas à referenciação. Com relação a esses mecanismos, no trecho

 

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Segundo a LDB/1996, a educação tem por finalidade:
 

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2287213 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO

Texto 1

Enunciado 3033303-1

Texto 2

Enunciado 3033303-2

Comparando os aspectos verbais e não verbais presentes nos textos 1 e 2, constata-se

 

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No tocante às políticas nacionais de avaliação em larga escala, a Prova Brasil compreende uma
 

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2287151 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Read the text below to answer question.
You can't always get what you want
Changes of some sort are inevitable if you want a book to fit your aims, your setting, and most of all your learners. There are various actions you can take to tailor a selected coursebook to fit your teaching situation.
Change
Make small changes to the existing material in the coursebook.
Remove
Remove a coursebook activity from the lesson.
Replace
Replace one activity with another related one which is more suitable.
Add
Add an extra activity in an area not covered sufficiently in the book.
TANNER, Rosie; GREEN, Catherine. Tasks for Teacher Education: a reflective approach. Harlow: Longman, 1998. p.122. (Adaptado).
The content of the excerpt implies that teachers
 

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2287131 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Read the following excerpt from a seminal paper on matters of teaching and answer the question.
Read the following extract of a seminal article concerning teaching materials and answer questions 43, 44 and 45. In addition it seems necessary to take a preliminary look at two different approaches to the question of the role of teaching materials. On the one hand there is the DEFICIENCY view. According to this view, we need teaching materials to save learners from our deficiencies as teachers, to make sure, as far as possible, that the syllabus is properly covered and that exercises are well thought out, for example. This way of thinking might lead, at one extreme, to the idea that the ‘best’ teachers would neither want nor need published teaching materials. At the other extreme we would have ‘teacher-proof’ materials that no teacher, however deficient, would be able to teach badly with. On the other hand, there is the DIFFERENCE view, which holds that we need teaching materials as ‘carriers’ of decisions best made by someone other than the classroom teacher, not because the classroom teacher is deficient, as a classroom teacher, but because the expertise required of materials writers is importantly different from that required of classroom teachers - the people who have to have the interpersonal skills to make classrooms good places to learn in. For some this conception may seem to ‘reduce’ the teacher to the role of mere classroom manager. For others, it ‘frees’ the teacher to develop the expertise needed for dealing with practical and fundamental issues in the fostering of language learning in the classroom setting”.
ALLWRIGHT, Dick. What do we want teaching materials for? ELT Journal, vol. 36, n.1, October, 1981, p. 6.
The use of the transition expressions 'On the one hand' and 'On the other hand' underlined in the text are used as cohesive devices to express how ideas are related. In the context in which they are used, they are
 

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2287018 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Read the text below to answer question.
You can't always get what you want
Changes of some sort are inevitable if you want a book to fit your aims, your setting, and most of all your learners. There are various actions you can take to tailor a selected coursebook to fit your teaching situation.
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TANNER, Rosie; GREEN, Catherine. Tasks for Teacher Education: a reflective approach. Harlow: Longman, 1998. p.122. (Adaptado).
A palavra “inevitable” no trecho “Changes of some sort are inevitable [...]” significa
 

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