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Foram encontradas 610 questões.

716593 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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Assinale a opção correta, de acordo com o Estatuto dos Servidores Municipais de Maceió (Lei nº. 4.973/2000).
 

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716589 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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Dadas as afirmativas seguintes que compreendem ações de enfermagem voltadas ao paciente que apresenta fraturas,
I. Imobilizar a vítima mantendo a tração e o alinhamento dentro dos limites do conforto e da dor.
II. Imobilizar a região agredida com talas, tipoias e ataduras, de acordo com a situação, permitindo a manutenção da circulação local.
III. Controlar o sangramento, proteger o ferimento e executar manobras de tração e alinhamento, inclusive nas fraturas expostas.
verifica-se que está(ao) correta(s) apenas
 

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712480 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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A Lei nº 8159/91 define documento corrente como:
 

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712210 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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Segundo a Portaria nº 104, de 25 de janeiro de 2011, do Ministério da Saúde, as Doenças de Notificação Compulsória Imediata devem ser notificadas às Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde em, no máximo, 24 (vinte e quatro) horas a partir da suspeita inicial. Dentre as opções abaixo, não corresponde a Doença de Notificação Compulsória Imediata:
 

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Sermão do bom ladrão (fragmento)
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém, ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
[...]
O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno. Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem; estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco; estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos. Ditosa Grécia, que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas! Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão, por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes? De um, chamado Seronato, disse com discreta contraposição Sidônio Apolinar: Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo, para roubar ele só.
(Pe. Antônio Vieira, “Sermão do bom ladrão”, apud E. Gomes, Trechos Escolhidos, Rio de Janeiro: Agir, 1971, p. 81-2)
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício [...].
Em termos do emprego ou não do acento indicativo da crase, assinale a opção incorreta.
 

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709750 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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Considere as definições abaixo, que estão relacionadas com a execução de uma obra de engenharia.
I. Documento indispensável para identificar a responsabilidade técnica pela execução de uma determinada obra.
II. Documento, emitido pela Prefeitura, que garante a autorização para o início da construção de uma edificação.
III. Documento, emitido pela Prefeitura, que comprova que uma edificação foi construída seguindo-se as exigências legais estabelecidas para a aprovação de projetos.
Assinale a opção cujas definições estão respectivamente corretas.
 

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709367 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
Enunciado 709367-1
Centrando a atenção para as imagens do quadrinho de Maurício de Sousa, marque a opção correta quanto à reação da personagem, ao saber que Chico Bento está plantando uma árvore de Esperança.
 

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707582 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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O poder de polícia que o Estado exerce pode incidir em duas áreas de atuação: na administrativa e na judiciária. Dadas as afirmativas seguintes,
I. A principal diferença entre as duas está no caráter preventivo da polícia administrativa e no repressivo da polícia judiciária.
II. A polícia administrativa se rege pelo Direito Administrativo.
III. A polícia judiciária se rege pelo Direito Processual.
IV. A polícia administrativa incide sobre bens, direitos ou atividades.
verifica-se que
 

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Como entrou no Céu o primeiro advogado
Logo que Santo Ivo morreu, encaminhou-se ao Céu e bateu à porta, que São Pedro não se atreveu a abrir, subestimando as razões do bom santo.
– Faço o que quiseres – repetia o porteiro do Céu –, mas não acho que deva permitir a entrada a um advogado, não só porque nem um tem assento entre os santos, mas também porque, muito ao contrário, juraria que se encontram no inferno todos os de tua profissão.
Santo Ivo não se desconcertou; antes, como bom advogado, teve tão convincentes razões para rebater as de São Pedro que este lhe permitiu finalmente entrar no Céu, mas com a condição de permanecer junto à porta.
O hóspede entrou calmamente, sentou-se no lugar indicado por São Pedro, que foi participar a Nosso Senhor o sucedido...
– Fizeste mal! Muito mal, Pedro! – respondeu Deus, quando acabou de escutá-lo. – Havia resolvido que nenhum advogado entraria no Céu, e tinha cá minhas razões para isso. Mas já que está, deixa ficar; sem embargo, não deixes que ele se misture com os outros santos, pois do contrário acabarão no Céu a paz e a boa harmonia. Não o deixes passar além da porta.
Aborrecido e cabisbaixo, voltou São Pedro aonde estava Santo Ivo e comunicou-lhe as ordens dadas pelo Senhor. O Santo advogado encolheu os ombros e, à guisa de passatempo, começou a entabular conversa com São Pedro.
– Que posto ocupas aqui no Céu?
– Não sabes? Sou o porteiro.
– Por quanto tempo?...
– Para todo o sempre.
– Deixa disso. Só se tiveres algum contrato firmado...
– Não há contrato nem coisa que o valha, e para dizer a verdade não há necessidade disso.
– Como assim? Então não estás vendo, grande ingênuo, que qualquer dia Deus pode ter a ideia de te destituir, sem mais nem menos, do cargo que com zelo vens desempenhando há tanto tempo, sem que possas fazer valer teus direitos?
São Pedro coçou a orelha, e, mais amofinado que antes, foi novamente falar com Deus.
– Vamos lá, que é que pensas?
– Preciso de um contrato em que se declare que sou o porteiro do Céu para todo o sempre. Até hoje temos deixado as coisas andar à vontade; mas se vos der na ideia, qualquer dia me destituís do cargo que com tanto zelo...
- Não te dizia eu? Tudo isso são trapaças daquele advogadozinho que tens na porta e que soube encher-te a cabeça.
E ajuntou depois, tomando uma resolução:
– Anda, Pedro, corre e manda-o entrar imediatamente, pois prefiro tê-lo perto de mim a vê-lo junto à porta.
Eis como entrou no Céu o primeiro advogado.
(Barão de Itararé, Máximas e mínimas do Barão de Itararé, Rio de Janeiro: Record, 1985, p. 178. org. de Afonso Félix de Souza).
Acerca da tipologia, estrutura e organização do texto e dos parágrafos, assinale a opção correta.
 

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A Constituição Federal prevê expressamente os seguintes princípios da Administração Pública:

 

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