Foram encontradas 510 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Provas
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Provas
Provas
As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica os sinais de pontuação que substituem corretamente as figuras no trecho a seguir, retirado do texto.
"Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias?"
Provas
As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Caderno Container