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Foram encontradas 50 questões.

Em uma atividade interdisciplinar, uma turma produziu 12 textos, distribuídos conforme o quadro:

Tipo de produto Quantidade
Artigo de opinião 5
Narrativa 4
Relatório 3
Total 12

Para iniciar uma roda de leitura, a professora selecionará aleatoriamente uma dessas produções. A probabilidade de ser selecionado um artigo de opinião ou uma narrativa é

 

 

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Durante um projeto de incentivo à participação estudantil, uma professora registrou a quantidade de contribuições pertinentes apresentadas pela turma nas cinco primeiras etapas:

Etapa Contribuições registradas
1ª 4
2ª 7
3ª 12
4ª 19
5ª 28

Para projetar as etapas seguintes, a professora considerou que a sequência continuaria obedecendo ao mesmo padrão de crescimento observado entre os valores registrados.

Mantido esse padrão, o número de contribuições previsto para a oitava etapa será

 

 

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4282416 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FLEM
Orgão: Pref. Riachão Jacuípe-BA
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Enunciado 4694513-1

Formative Assessment as Part of the Learning Process

Formative assessment takes place during

the learning process and is used to identify what

learners already understand, where difficulties remain,

and what should happen next. Unlike summative

assessment, whose primary purpose is usually to

record or certify achievement at the end of a period,

formative assessment provides information that can

be used to improve ongoing teaching and learning.

In the English classroom, teachers may gather

evidence of learning through observation, questioning,

short written tasks, classroom discussions, drafts,

self-assessment, and peer assessment. However, an

activity becomes formative only when the information

it produces influences subsequent decisions. A quiz

that merely generates a score does not necessarily

support learning; the teacher and the learners need to

use its results to identify strengths, revise strategies,

and plan further action.

Effective formative feedback should be connected

to clear learning intentions and understandable

criteria. Rather than simply marking an answer as

right or wrong, feedback can indicate what has been

achieved, explain what still needs improvement, and

suggest a realistic next step. If learners understand

the criteria and participate in evaluating their own

work, they may become more capable of monitoring

and regulating their learning.

Formative assessment also requires teachers to

respond flexibly to evidence collected in the classroom.

If several learners misunderstand a grammatical

structure or cannot use it effectively in communication,

the teacher may need to modify the lesson, provide

another model, or design a new task. Assessment is

therefore not an interruption of teaching but part of

a continuing cycle in which evidence, feedback, and

pedagogical decisions shape one another.

Adaptado de: BRITISH COUNCIL. Formative assessment. TeachingEnglish, [s.d.]; OECD. Using formative assessment and feedback. In: Unlocking high-quality teaching. Paris: OECD Publishing, 2025. Acesso em: 3 ago. 2026.

No segundo parágrafo, a relação entre as afirmações “A quiz that merely generates a score does not necessarily support learning” e “the teacher and the learners need to use its results...” contribui para a coerência argumentativa porque
 

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4282415 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FLEM
Orgão: Pref. Riachão Jacuípe-BA
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Enunciado 4694503-1

English as a Global Language: Implications for Teaching

English is currently the most widely spoken

language in the world and is expected to retain a

central role in international communication. However,

its global position does not necessarily imply the

disappearance or reduced importance of other

languages. English increasingly operates alongside

them, allowing multilingual speakers to draw on

different linguistic and cultural resources when

communicating across borders.

This changing context has important implications

for language education. For many learners, English

will be used more frequently with speakers from

different first-language backgrounds than with

people from traditionally English-speaking countries.

Consequently, successful communication cannot be

measured solely by how closely learners reproduce

the pronunciation, vocabulary, or cultural conventions

of an idealised native speaker.

A more contextualised understanding of

proficiency gives greater importance to intelligibility,

adaptability, intercultural awareness, and the ability

to negotiate meaning. This does not mean that

grammatical accuracy or established conventions

should be disregarded. Rather, teachers need to

help learners understand when particular forms are

expected while also preparing them to communicate

effectively across diverse contexts.

Technology may expand access to English

learning, but it may also widen the divide between

learners who have reliable digital resources and

those who do not. Teachers therefore remain central

to the learning process. Their role includes mediating

resources, responding to local needs, and helping

students develop the communicative flexibility

required in multilingual and multicultural settings.

Adaptado de: PATEL, Mina; SOLLY, Mike; COPELAND, Steve. The future of English: global perspectives. London: British Council, 2023. Acesso em: 3 ago. 2026.

A perspectiva central desenvolvida no texto acerca da posição global da língua inglesa indica que
 

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Texto:
— O senhor não tem relógio?
— Não.
— E como faz para saber as horas?
— Não sei.
— Mas precisa saber as horas!
— Para quê?
— Para não se atrasar!
— Eu nunca me atraso.
— Como não?
— Chego sempre na hora que quero.
SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No desenvolvimento do diálogo, a pergunta “Como não?” revela que o interlocutor interpreta a afirmação “Eu nunca me atraso” a partir de um pressuposto diferente daquele adotado pelo personagem.

Esse desencontro de interpretações decorre do fato de que
 

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Texto:
— O senhor não tem relógio?
— Não.
— E como faz para saber as horas?
— Não sei.
— Mas precisa saber as horas!
— Para quê?
— Para não se atrasar!
— Eu nunca me atraso.
— Como não?
— Chego sempre na hora que quero.
SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No diálogo, a fala “Chego sempre na hora que quero” rompe com a expectativa do interlocutor ao apresentar o desejo individual como referência para a chegada.

Em uma reformulação que preserve esse sentido, está de acordo com a norma-padrão a seguinte construção:
 

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Analise o fragmento a seguir:

“Só as pessoas superficiais não julgam pelas aparências. O verdadeiro mistério do mundo é o visível, não o invisível.”

WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Gray. São Paulo: Penguin-Companhia, 2012.

A formulação paradoxal presente no fragmento produz um efeito crítico ao
 

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Em qualquer sociedade, os falantes ajustam sua maneira de utilizar a língua conforme a situação de comunicação, o tema abordado, o interlocutor e os objetivos da interação. Essa capacidade de adaptar a linguagem não significa abandonar a identidade linguística, mas ampliar os recursos expressivos para atender às diferentes demandas comunicativas. Assim, a convivência entre variedades linguísticas revela que a língua é dinâmica, heterogênea e socialmente compartilhada, permitindo ao falante selecionar registros mais ou menos formais de acordo com o contexto em que se encontra.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019. Adaptado.

A leitura do texto permite inferir que o domínio da norma-padrão constitui apenas uma das competências linguísticas socialmente relevantes porque a comunicação eficaz depende também da capacidade de
 

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Nos últimos anos, mudanças profundas nas formas

de trabalho têm alterado significativamente a relação

dos indivíduos com suas atividades profissionais.

A flexibilização dos vínculos empregatícios, aliada

à crescente instabilidade econômica, tem contribuído

para a ampliação dos sentimentos de insegurança e

incerteza entre trabalhadores de diferentes setores.

Ao mesmo tempo, observa-se uma valorização

crescente de experiências imediatas e prazerosas

fora do ambiente laboral. Em um contexto marcado

pelo consumo, muitos indivíduos passam a buscar

satisfação em atividades que proporcionem

sensações rápidas, como o entretenimento digital,

viagens e aquisição de bens. Essa dinâmica revela

uma dissociação entre o trabalho, frequentemente

percebido como obrigação, e o lazer, entendido como

espaço de realização pessoal.

Além disso, a cultura contemporânea tende a

reforçar a ideia de que o sucesso está associado

à capacidade de consumir e experimentar

constantemente novas formas de prazer. Nesse

cenário, o indivíduo alterna entre o papel de trabalhador,

submetido a pressões e responsabilidades, e o de

consumidor, orientado pela busca de satisfação

imediata.

Essa dualidade pode gerar consequências

psicológicas relevantes, como a sensação de vazio

e a fragmentação da identidade. Isso ocorre porque,

ao mesmo tempo em que o trabalho perde seu

significado existencial, o consumo não consegue,

por si só, preencher as expectativas de realização

pessoal.

Assim, a sociedade contemporânea apresenta

um paradoxo: embora ofereça múltiplas possibilidades

de satisfação, também intensifica sentimentos de

instabilidade e insatisfação, exigindo dos indivíduos

constantes adaptações às demandas sociais e

econômicas.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.

No contexto do texto, a expressão “fragmentação da identidade” refere-se à
 

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Nos últimos anos, mudanças profundas nas formas

de trabalho têm alterado significativamente a relação

dos indivíduos com suas atividades profissionais.

A flexibilização dos vínculos empregatícios, aliada

à crescente instabilidade econômica, tem contribuído

para a ampliação dos sentimentos de insegurança e

incerteza entre trabalhadores de diferentes setores.

Ao mesmo tempo, observa-se uma valorização

crescente de experiências imediatas e prazerosas

fora do ambiente laboral. Em um contexto marcado

pelo consumo, muitos indivíduos passam a buscar

satisfação em atividades que proporcionem

sensações rápidas, como o entretenimento digital,

viagens e aquisição de bens. Essa dinâmica revela

uma dissociação entre o trabalho, frequentemente

percebido como obrigação, e o lazer, entendido como

espaço de realização pessoal.

Além disso, a cultura contemporânea tende a

reforçar a ideia de que o sucesso está associado

à capacidade de consumir e experimentar

constantemente novas formas de prazer. Nesse

cenário, o indivíduo alterna entre o papel de trabalhador,

submetido a pressões e responsabilidades, e o de

consumidor, orientado pela busca de satisfação

imediata.

Essa dualidade pode gerar consequências

psicológicas relevantes, como a sensação de vazio

e a fragmentação da identidade. Isso ocorre porque,

ao mesmo tempo em que o trabalho perde seu

significado existencial, o consumo não consegue,

por si só, preencher as expectativas de realização

pessoal.

Assim, a sociedade contemporânea apresenta

um paradoxo: embora ofereça múltiplas possibilidades

de satisfação, também intensifica sentimentos de

instabilidade e insatisfação, exigindo dos indivíduos

constantes adaptações às demandas sociais e

econômicas.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.

No texto, o consumo é apresentado como prática social que
 

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