Foram encontradas 364 questões.
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
Ler a tirinha abaixo.

As palavras “triste”, “sozinho” e “a cada dia” são respectivamente classificadas como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
I. Aquele menino era muito mal-criado.
II. Ele sempre foi muito anti-higiênico.
III. É normal ficar cansado com as correrias do dia-a-dia.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
( ) As palavras “saúde” e “nível” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) Tanto a palavra “herói” quanto a palavra “heróico” estão corretamente acentuadas.
( ) As palavras “álibi” e “álcool” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) As palavras “juiz” e “raiz” não recebem acento, mas seus plurais são “juízes” e “raízes”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4261412
Ano: 2026
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Provas:
- Qualidade no Atendimento ao Público
- Atendimento de Qualidade
- Comunicação no Atendimento ao Público
- Processo de Comunicação
Em um atendimento, o servidor percebe que o cidadão
está emocionalmente alterado e utiliza discurso agressivo e
grosseiro. Diante disso, qual das seguintes condutas seria
mais adequada para o servidor começar a lidar com essa
situação de forma assertiva?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4261411
Ano: 2026
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Provas:
- Qualidade no Atendimento ao Público
- Princípios do Atendimento
- Atendimento de Qualidade
- Relações Pessoais
- Ética e Postura do Servidor
- Relacionamento Interpessoal
A adoção de normas de boa conduta no ambiente de
trabalho contribui para a prevenção de conflitos e para a
melhoria do clima organizacional. Com base nesse contexto,
assinalar a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Educação InfantilAlfabetização e Letramento
- Educação InfantilConcepções de Educação Infantil
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Em relação à leitura de histórias em voz alta para
crianças na Educação Infantil, analisar os itens.
I. É um meio para que elas entendam as funções e a estrutura da linguagem escrita e pode vir a ser uma ponte entre a linguagem oral e a escrita.
II. Dificulta o desenvolvimento e a compreensão dos aspectos linguísticos.
III. Refere-se a uma experiência pedagógica, de cunho comportamentalista, centrada no protagonismo docente.
Está CORRETO o que se afirma:
I. É um meio para que elas entendam as funções e a estrutura da linguagem escrita e pode vir a ser uma ponte entre a linguagem oral e a escrita.
II. Dificulta o desenvolvimento e a compreensão dos aspectos linguísticos.
III. Refere-se a uma experiência pedagógica, de cunho comportamentalista, centrada no protagonismo docente.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma turma regular, o professor adapta o tamanho
das letras, reduz a extensão das frases, utiliza temas mais
concretos e oferece mais figuras para favorecer o acesso de
um estudante com deficiência intelectual ao conteúdo
trabalhado em aula. Considerando isso, assinalar a
alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
Na perspectiva inclusiva, essa prática expressa a __________ das diferenças e favorece a ______________ escolar do estudante.
Na perspectiva inclusiva, essa prática expressa a __________ das diferenças e favorece a ______________ escolar do estudante.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre os sistemas informatizados para o gerenciamento
de bibliotecas, analisar os itens.
I. Proporcionam aos leitores materiais diversos e serviços bibliotecários adequados a cada usuário.
II. Permitem gerar relatórios e análises para fornecer insights sobre o uso da biblioteca e a circulação de materiais.
III. Estimulam a comunidade em suas consultas e suas leituras, favorecendo o desenvolvimento da capacidade de selecionar e avaliar informações.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Proporcionam aos leitores materiais diversos e serviços bibliotecários adequados a cada usuário.
II. Permitem gerar relatórios e análises para fornecer insights sobre o uso da biblioteca e a circulação de materiais.
III. Estimulam a comunidade em suas consultas e suas leituras, favorecendo o desenvolvimento da capacidade de selecionar e avaliar informações.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasAções Culturais e Educativas
Em relação ao papel do mediador de leitura na biblioteca
escolar, analisar os itens.
I. É um agente cultural de leitura e tem apenas uma função na biblioteca: a de escolher os livros adequados aos alunos.
II. Deve fazer com que o livro seja visto como algo impositivo.
III. Deve estar preparado para receber os diversos tipos de leitores e os não leitores.
IV. Deve buscar fazer com que a leitura flua sem a cobrança estabelecida no conteúdo pedagógico escolar ou familiar, mas como algo prazeroso e instigante.
Está CORRETO o que se afirma:
I. É um agente cultural de leitura e tem apenas uma função na biblioteca: a de escolher os livros adequados aos alunos.
II. Deve fazer com que o livro seja visto como algo impositivo.
III. Deve estar preparado para receber os diversos tipos de leitores e os não leitores.
IV. Deve buscar fazer com que a leitura flua sem a cobrança estabelecida no conteúdo pedagógico escolar ou familiar, mas como algo prazeroso e instigante.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container