Foram encontradas 364 questões.
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaSubstantivos
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pesquisa sugere nova estratégia para desacelerar a
progressão da Doença de Alzheimer
Dados da Alzheimer’s Disease International (ADI)
apontam que a cada 3 segundos surgem novos casos de
demência no mundo. Atualmente, mais de 55 milhões de
pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer
responsável por cerca de 70% dos casos dessa condição. No
Brasil, a doença de Alzheimer (DA) e outras demências
poderão afetar 6,7 milhões de pessoas até 2050.
A demência é, em geral, uma condição clínica
progressiva que compromete um ou mais domínios
cognitivos, resultando no declínio funcional do indivíduo. A
principal causa de demência é a DA, que culmina na
degeneração e na morte neural. Com foco nas investigações
sobre essa doença, o estudante de Medicina e doutorando
no Departamento de Bioquímica da UFRGS João Pedro
Ferrari-Souza publicou recentemente um estudo na
conceituada revista Nature Neuroscience sobre uma
descoberta inovadora para o tratamento de Alzheimer.
A pesquisa examina o papel da inflamação neural na
progressão da DA a partir da interação entre micróglia e
astrócitos, tipos de células que desempenham um papel
fundamental na neuroinflamação e coordenam o repertório
de respostas imunes no cérebro. Assim, os pesquisadores
sugerem que a neuroinflamação, envolvendo a comunicação
entre micróglia e astrócitos, é um mecanismo patológico
chave na DA, oferecendo novos alvos terapêuticos.
“Observamos que o acúmulo da proteína beta-amiloide
desencadeia alterações no cérebro que favorecem a
progressão da doença apenas na presença da micróglia
ativada”, explica João.
Com esse achado, os pesquisadores apresentaram a
primeira evidência clínica de que, além do acúmulo das
proteínas beta-amiloide e tau, uma interação disfuncional
entre micróglia e astrócitos desempenha um papel decisivo
no desenvolvimento da doença de Alzheimer. Esse fator
sugere que futuras terapias devem ir além da simples
remoção da proteína beta-amiloide, buscando também
regular a comunicação entre micróglia e astrócitos como
estratégia para desacelerar, ou até impedir, a progressão do
Alzheimer.
Fonte: Jornal da Universidade (UFRGS). Adaptado.
( ) A maioria dos casos de demência no mundo são provenientes de Alzheimer.
( ) A interação entre determinadas células pode influenciar o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A inflamação neural não influencia o desenvolvimento de Alzheimer.
( ) A demência pode resultar na morte cerebral de um indivíduo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um grupo de funcionários de uma secretaria decide,
informalmente e por conta própria, ignorar uma nova norma
interna por considerá-la “desnecessária”. Essa atitude revela
falha principalmente em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os riscos biológicos ocupacionais na Odontologia estão
relacionados à exposição do profissional a agentes
infecciosos durante a prática clínica. Nesse contexto,
assinalar a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinalar a alternativa que apresenta o tipo de produto
com flúor concebido para ser usado em aplicações
profissionais, no ambiente restrito do consultório ou clínica
odontológica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação à remoção de sutura, é CORRETO afirmar
que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o material porcelana, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Possui custo elevado.
( ) Fornece estética excelente.
( ) Não é friável.
( ) Possui técnica de confecção complexa e longa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação à úvula, analisar os itens.
I. É a estrutura que surge pelo encontro dos pilares das amígdalas.
II. É vulgarmente chamada de "céu da boca".
III. O término do palato mole e o encontro dos pilares amigdalianos irão formar a úvula.
Está CORRETO o que se afirma:
I. É a estrutura que surge pelo encontro dos pilares das amígdalas.
II. É vulgarmente chamada de "céu da boca".
III. O término do palato mole e o encontro dos pilares amigdalianos irão formar a úvula.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container