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Foram encontradas 241 questões.

312891 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Na proposição de Zabala, os conteúdos classificam-se em:

 

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312890 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Entre os procedimentos metodológicos para o ensino e aprendizagem de artes, pode-se destacar os temas geradores. Na década de 30, Lowenfeld (1997) já destacava como procedimento para a expressão artística, mobilizadores dos processos expressivos de criação nas diversas linguagens como: escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, cerâmica, arte digital, entre outras. Na década de 60, Paulo Freire introduziu o debate político e sociocultural no contexto educacional com a pedagogia da autonomia, para uma educação libertadora por meio de temas geradores. Sobre estes temas, é possível afirmar:

I) O tema gerador é entendido como o assunto que descentraliza o processo da educação sobre o qual acontecem os estudos, pesquisas, análises, reflexões, discussões e conclusões.
II) O processo de escolha desses assuntos, problemas ou temas geradores é fruto de uma mediação entre professores e os interesses dos alunos.
III) É importante que o educador saiba ouvir, nos momentos organizados para os educandos expressarem o que pensam, o que sentem sobre sua vida e o seu entorno e como os percebem. Desta visão de mundo, emergem os temas geradores, para uma metodologia conscientizadora numa educação autêntica “de A com B, mediatizados pelo mundo”.
IV) Os Temas Geradores podem ser organizados em categorias nomeadas macro-estruturais e micro-estruturais. Macroestrutural é o Tema Gerador que traduz uma situação-limite vinculada aos temas de caráter universal, contidos na unidade epocal mais ampla, que abarca toda uma gama de unidades e subunidades, continentais, nacionais, regionais.
V) Já na categoria microestrutural, é o Tema Gerador que abarca temas de caráter particular, porque estão próximos do dia-a-dia dos alfabetizandos.
Está(ão) incorreta(s):

 

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312889 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

A Proposta Triangular é uma educação crítica do conhecimento construído pelo próprio aluno, com a mediação do professor, acerca do mundo visual (BARBOSA, 1998, p. 40). Criada por Ana Mae Barbosa e apresentada no livro A imagem no ensino da arte(1991), a proposta triangular propõe o encaminhamento pedagógico que indica os componentes do ensino-aprendizagem em artes em três ações, que podem interagir sem nenhuma ordenação determinada. Assinale a alternativa que apresenta uma correta relação entre as ações propostas pela autora e o que elas significam:

(1) criação (fazer artístico)
(2) leitura da obra de arte (apreciação)
(3) contextualização
( ) é estabelecer relações entre percepção, história, política, identidade, experiência, tecnologia. É a porta aberta para a interdisciplinaridade.
( ) promove o reconhecimento dos elementos formais (linhas, cores, luz, texturas, formas, volumes, movimento, entre outros), mas não os prioriza, valoriza o objeto-arte, exalta a cognição e considera a importância dos sentimentos e emoções para a compreensão e interpretação da obra de arte.
( ) quando o aluno se envolve na sua produção de arte, foi limitado erroneamente à releitura de obras por muitos professores.
A sequência correta é:

 

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312888 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

O ensino de Arte passou por muitas transformações ao longo da história. A partir dessas transformações, relacione cada tendência com as suas principais características e, em seguida, assinale a sequência correta, de cima para baixo:

(1) Tradicional
(2) Livre Expressão
(3) Sociointeracionista
( ) Foco: O que importa não é o resultado, mas o processo e, principalmente, a experiência. Há a valorização do desenvolvimento criador e da iniciativa do aluno durante as atividades em classe. Estratégia de ensino: Desenho livre e uso variado de materiais. Não há certo ou errado na maneira de fazer de cada estudante. Ao professor, não cabe corrigir ou orientar os trabalhos nem mesmo utilizar outras produções artísticas para influenciar a turma. A ideia é que o estudante exponha suas inspirações internas.
( ) Foco: Aprendizado de técnicas e desenvolvimento de habilidades manuais, coordenação motora e precisão de movimentos para o preparo de um produto final. Estratégia de ensino: Repetição de atividades, cópia de modelos e memorização. O professor adota a postura de transmissor do conhecimento. Ao aluno, basta absorver o que é ensinado sem espaço para a contestação. A turma é bem avaliada quando consegue reproduzir com rigor as obras de artistas consagrados.
( ) Foco: Favorecer a formação do aluno por meio do ensino das quatro linguagens de Arte: dança, artes visuais, música e teatro. Estratégia de ensino: A experiência do aluno e o saber trazido de fora da escola são considerados importantes, e o professor deve fazer a intermediação entre eles. O ensino é baseado em três eixos interligados: produção (fazer e desenvolver um percurso de criação), apreciação (interpretar obras artísticas) e reflexão sobre a arte (contextualizar e pesquisar). Apesar dessa divisão, não deve haver uma ordem rígida ou uma priorização desses elementos ao longo do ano letivo.
A sequência correta é:

 

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312887 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

A proposta triangular para o ensino de Arte não indica um procedimento dominante ou linear na combinação das várias ações e seus conteúdos. A partir dessa afirmação e das orientações para o ensino de Arte pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, pode-se afirmar:

 

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312886 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

O ensino de Arte, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte (BRASIL, 1997, p. 25), envolve:

I) a experiência de fazer formas artísticas e tudo que entra em jogo nessa ação criadora: recursos pessoais, habilidades, pesquisa de materiais, exceto a relação entre perceber, imaginar e realizar um trabalho de arte.
II) a experiência de poder fruir (formas artísticas, utilizando informações e qualidades perceptivas e imaginativas para estabelecer um contato, uma conversa em que as formas signifiquem coisas homogêneas para todas as pessoas.
III) a experiência de refletir (contextualizar) sobre arte como objeto de conhecimento, onde importam dados sobre a cultura onde o trabalho artístico foi realizado, a história da arte e os elementos e os princípios formais que constituem a produção artística, tanto de artistas quanto dos próprios alunos.
Está(ão) correta(s):

 

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312885 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Sobre o histórico do ensino de arte no Brasil, pode-se afirmar:

I) Oficialmente, o ensino de Artes nas escolas é instalado em 1816, durante o governo de Dom João VI, com a criação da Academia Imperial de Belas Artes.
II) Em 1922, com a efervescência das manifestações da Semana de Arte Moderna, o ensino de Artes passa por uma revolução, deixando-se de lado a necessidade de copiar modelos para treinar habilidades manuais.
III) Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1971, a Educação Artística (que inclui apenas artes plásticas e artes cênicas, excluindo a educação musical) passa a fazer parte do currículo escolar do Ensino Fundamental e Médio.
IV) Em 1989, Ana Mae Barbosa cria a proposta triangular, que inova ao colocar obras como referência para os alunos.
V) Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais atuais, a Arte é composta de quatro linguagens: artes visuais, dança, música e teatro.
Está(ão) correta(s):

 

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312874 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

A vírgula na frase “Diria Cortázar, e eu humildemente endosso...” foi utilizada pela mesma razão apresentada na alternativa:

 

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312873 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final.

A locução conjuntiva grifada na frase acima pode ser corretamente substituída pela conjunção:

 

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312872 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Analise as afirmações que são feitas a respeito do texto:

I) Predomina a norma culta da língua, embora se possam verificar algumas marcas da linguagem coloquial.
II) Na frase “... até chegar a uma estrutura medular ...” (1º parágrafo), a autora emprega o sentido denotativo.
III) Na frase “É preciso severidade consigo próprio ...” (3º parágrafo), verifica-se um exemplo de pleonasmo.
IV) O texto em questão apresenta apenas discurso indireto.
V) A partir das ideias da autora, pode-se concluir que o hábito de “aparar as franjas” é mais fácil para os mais velhos.
Está(ão) correta(s)

 

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